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A sedução das farmácias
Entenda por que grandes investidores nacionais e estrangeiros estão à caça das principais redes de drogarias do País

Adriana Mattos

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Claudio Pedroso
PRESSÃO NA PELE: "Sofro um assédio quase sexual para vender meu negócio. Mas já disse que não vendo", brinca Francisco Deusmar, da Pague Menos

No ano passado, o Fundo Gávea, de Armínio Fraga, comprou 30% da Droga Raia. Há duas semanas, o BTG Pactual, de André Esteves, anunciou a aquisição de 450 pontos da rede Farmais, a maior do País em número de lojas. Nos últimos meses, o Grupo Pão de Açúcar teria sondado a Drogaria São Paulo, apurou a DINHEIRO. Isso parece ser só o começo de uma profunda transformação no setor de farmácias. Poucas empresas passaram a ser tão cobiçadas no varejo brasileiro quanto as drogarias. É fácil entender os motivos. Em 2008, as farmácias brasileiras faturaram R$ 10 bilhões, um aumento de 21,32% na comparação com 2007. A performance é muito superior à expansão das redes de supermercados, que foi de 9%.

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