Atletas das finanças Antigos e jovens atletas fazem seu patrimônio se multiplicar na bolsa e no mundo dos negócios. De quebra, dão dicas para você investir bem
Ana Clara Costa
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Dinheiro não é semente que, plantando, dá. Se eu quero ver a cor dele, eu tenho que trabalhar. A letra de Dinheiro Não É Semente, do mestre do samba Ciro Monteiro, parece óbvia para qualquer indivíduo que precise trabalhar para garantir seu sustento. Mas o que fazer quando a carreira profissional termina por volta dos 30 anos e a fonte de dinheiro que costumava jorrar com intensidade, de repente, seca? Buscar um novo trabalho pode ser a opção. Mas quando se é um exjogador da Seleção Brasileira de Futebol, com inúmeras Copas do Mundo no currículo, ou um campeão olímpico, o leque de saídas é, no mínimo, restrito. Muitos ídolos do esporte, como Mané Garrincha, Leônidas da Silva e o mítico João Carlos de Oliveira (mais conhecido como João do Pulo) vivenciaram a pobreza quando a carreira esportiva terminou. Hoje, a bolsa de valores e os negócios conquistam cada vez mais adeptos no esporte e se tornaram maneiras eficientes de perpetuar a riqueza e, principalmente, os louros colhidos ao longo da carreira.
Veteranos como Raí (futebol), Gustavo Borges (natação) e Tande (vôlei) investem no mercado financeiro e em negócios paralelos para manter e multiplicar seu patrimônio. Enquanto jovens como Cesar Cielo (natação), Daiane do Santos (ginástica) e Tiago Camilo (judô), ainda no auge da carreira, dão passos firmes no difícil caminho da escolha de seus investimentos. Eles deram à DINHEIRO dicas para você investir melhor.
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