Dinheiro e tecnologia Por Roberta Namour
Internet de graça em todo o Brasil
E ntre os dias 1º e 8 de outubro, executivos brasileiros não precisarão ir ao escritório para executar suas tarefas diárias. A conexão às redes de trabalho poderá ser feita em qualquer lugar que possua rede Wi-Fi.
Nesse período, acontece a VexWeek, uma semana de acesso Wi-Fi gratuito em um dos cerca de 2,5 mil pontos instalados em todo o Brasil - entre eles, estabelecimentos públicos, aeroportos, shoppings, hotéis, universidades e restaurantes. A iniciativa é da multinacional brasileira VEX. Para saber onde encontrar o ponto mais próximo, acesse: http://www.vexcorp.com/Global/conteudo/br/por.
Histórias personalizadas
Imagine ler uma história infantil em que os personagens são seus próprios filhos. Lançado nos EUA, o Story Something oferece aos internautas a personalização de contos de fadas. Para construir a história, é preciso escolher um tema e enviar uma lista com as características da criança. O serviço é gratuito, mas uma taxa de US$ 3 poderá ser cobrada em caso de encomendas sucessivas.
Localizador de combustível
Acabou a gasolina? Pergunte ao iPhone onde encontrar o posto mais próximo. A LBS Local, proprietária dos portais Apontador e MapLink, acaba de lançar o aplicativo Apontador Postos. Disponível para usuários do iPhone e iPod touch, a ferramenta reconhece a localização do motorista e oferece uma lista dos postos por ordem de distância. Na tela inicial, é possível visualizar a bandeira do estabelecimento e seu endereço. Além disso, o sistema funciona como um comparador de preço de combustíveis. As informações são fornecidas pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). O Apontador Postos faz a cobertura de 500 cidades brasileiras.
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Essa mala é sua?
Um novo serviço surgiu na internet para salvar passageiros que não tinham mais esperanças de reencontrar a bagagem perdida. Aeroportos costumam realizar leilões periódicos com as malas extraviadas e não reclamadas. O site "Is this your luggage?" (em português, essa é sua mala?) compra a bagagem e depois digitaliza seu conteúdo na esperança de encontrar seus donos. O autor da página, que prefere não se identificar, não cobra nada pelo serviço. Diz que o faz como um hobby. O único problema, admite, é encontrar espaço para guardar os volumes.
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r e s p o s t a i n s t a n t â n e a
Andrew Miller, vice-presidente executivo de operações globais da Polycom, fala do o mercado de telepresença no Brasil
Como a Polycom vê o mercado brasileiro?
Nós apostamos que o Brasil terá um dos maiores crescimentos em comunicações unificadas do mundo. O fato de muitas empresas operarem em diferentes localidades em um país do tamanho do Brasil exige um sistema que centralize as decisões. A demanda pela ferramenta, aliada ao desempenho econômico do País, nos encoraja a investir mais por aqui. Esse é o cenário perfeito para nossa tecnologia.
De que forma a empresa pretende crescer no País?
Não divulgamos números, mas acreditamos que o momento e o local são ideais para fazermos um grande investimento. A cidade de São Paulo estará no mesmo nível que San Jose e Nova York, nos EUA, e Tóquio, no Japão, em termos de uso de ferramentas de telepresença. Além de expandir nosso escritório, vamos focar em mercados-chave como governo e segmento corporativo.
Mas essa tecnologia é muito cara.
Nós acreditamos que essa tecnologia tem dois fortes elementos a seu favor. O primeiro é o retorno rápido de investimentos, como com a economia de viagens, por exemplo. O segundo é o ganho de produtividade. Além do sistema de telefone, existe a possibilidade de fazer a comunicação por vídeo. Isso transforma a troca de informações mais pessoal, sem a necessidade de estarem todos no mesmo lugar. Essa experiência torna a empresa mais produtiva. Você pode estar em diferentes lugares e países sem precisar sair de casa.
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