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Dinheiro na semana
Por Amauri Segalla

MICHAEL LEWIS/CORBIS OUTLINE
06 DE AGOSTO: Maurice Greenberg, ex-executivo-chefe do AIG, paga US$ 15 milhões por fraudes contábeis 06 DE AGOSTO: homenagem às vítimas da bomba atômica paralisa Hiroshima, no Japão. Tragédia ocorreu há 64 anos 06 DE AGOSTO: a polícia de São Paulo apreende artigos da grife Franziska Hubener, por sonegação fiscal

GUSTAVO SCATENA / AG. ISTOE
04 DE AGOSTO: piloto morre e 7 passageiros se ferem após avião da Bangkok Airways derrapar em aerporto da Tailândia 04 DE AGOSTO: Justiça pede repatriamento de US$ 166 milhões desviados dos cofres de São Paulo na gestão do ex-prefeito Paulo Maluf

INVESTIMENTO

A força dos emergentes

A maior fabricante brasileira de rodas e chassis para veículos comerciais, Iochpe-maxion, anunciou no início da semana passada a compra, por US$ 180 milhões, dos negócios de rodas da americana ArvinMeritor. A aquisição envolve as operações da Arvin nos Estados Unidos, no México e Brasil de produção de rodas de aço para automóveis, picapes, utilitários esportivos e veículos comerciais leves e médios. A ArvinMeritor sofreu prejuízo de US$ 162 milhões no terceiro trimestre fiscal, atingida por cortes de produção nas montadoras do País. Até aqui, esta seria mais uma notícia rotineira na órbita dos negócios. Mas não é. Além de chamar a atenção pelas cifras envolvidas, a movimentação de uma gigante brasileira adquirindo uma poderosa americana revela algo mais: o jogo empresarial mudou. Nesse novo tabuleiro global, os emergentes caminham para ocupar espaços até então reservados aos ricos. No caso brasileiro, a equação é simples: os ativos no exterior estão baratos e o real está valorizado frente ao dólar. É o cenário ideal para as companhias brasileiras irem às compras.



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ENSINO
BNDES cria o "Bolsa-Faculdade"

O BNDES anunciou a criação de uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para ajudar instituições de ensino superior públicas e privadas em dificuldades financeiras. As que utilizarem o crédito para projetos de infraestrutura e capacitação terão prazos e carência mais longos do que as escolas que usarem o dinheiro como capital de giro e para o pagamento de dívidas. Terão direito ao crédito faculdades que tenham pelo menos 70% de seus cursos com notas acima de 3 na avaliação do MEC, que vai de 1 a 5.


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