| Dinheiro na Semana |
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Empresas do bem por Rosenildo G. Ferreira
POLUIÇÃO
Carro, o vilão
A indústria automotiva dos Estados Unidos evoluiu no quesito sustentabilidade, nos últimos 100 anos. Mas não o bastante. De acordo com pesquisa do Instituto de Transportes da Universidade de Michigan, os carros continuam sendo os maiores responsáveis pelas emissões de CO2. E o consumo ainda é elevado. O pioneiro Ford Model T (à esq.), por exemplo, percorria 5,95 quilômetros com um litro de gasolina enquanto o novíssimo Ford Fusion 2.5 faz 9,78 Km/litro. A diferença é que, em 1923, não existia o efeito-estufa.
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TRABALHO I
Desigualdades persistem
Apesar de a maioria das empresas privadas alardear que atua de forma sustentável e que apoia políticas de inclusão, na prática não é bem assim. Pesquisa do Dieese mostra que o quesito cor da pele ainda define o salário: 60% dos trabalhadores com rendimento de até dois salários mínimos (R$ 930) são negros. Na fatia da pirâmide salarial acima de R$ 4,65 mil os negros são apenas 0,2%. |
| TRABALHO I I
Chance aos deficientes
Um grupo de empresas do segmento ambiental decidiu ajudar os deficientes físicos a se inserir no mercado de trabalho. Por meio do portal www.selursocial. org.br é possível descobrir as ofertas de emprego para esse contingente. A Lei 8.213/91 obriga os empregadores privados a reservar um número mínimo de vagas para deficientes. O site possui dispositivos que facilitam a navegação, além de contar com um espaço para cadastro do currículo. A Vega e a Cavo estão entre as patrocinadoras do site.
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TECNOLOGIA
Semente social
A Pampili, fabricante de calçados, encontrou um jeito inusitado para incentivar o plantio de flores. Cada produto da marca será vendido com uma etiqueta de papel (foto) incrustada de sementes. Basta molhar e “plantar” o papel. As etiquetas são produzidas pela Papel Semente, empresa formada por ex-catadores de caranguejos do bairro de Guaxindiba, em São Gonçalo (RJ).
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RECICLAGEM
A vez do oléo de cozinha
Uma ideia simples mas de grande impacto ambiental começou a ser adotada em São Paulo. Trata-se da utilização de padarias como postos de coleta de óleo de cozinha usado. A meta do Sindipan, o sindicato do setor, é conquistar a adesão de duas mil padarias. O óleo será encaminhado para a reciclagem onde se transformará em sabão ou biodiesel. Hoje, apenas 5% do óleo de cozinha consumido no Brasil têm o destino correto.
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EDUCAÇÃO
Nextel no Rio de Janeiro
O Instituto Nextel, ligado à operadora de telefonia, acaba de abrir uma filial no Rio de Janeiro. A unidade atenderá jovens em situação de risco social com oficinas educacionais e profissionalizantes. Criada em 2006 por iniciativa dos funcionários da empresa, a ONG já capacitou cerca de 300 adolescentes nas cidades de São Paulo e Salvador (BA). |
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