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Dinheiro e Tecnologia
Por Roberta Namour

Street View no Brasil

Não se surpreenda ao se deparar por aí com um Fiat Stilo com uma câmera enorme acoplada no teto. Para lançar oficialmente o Street View no Brasil, serviço do Google Maps que torna disponível na internet a imagem real de vias de grandes cidades, o Google fechou uma parceria inédita com a Fiat. Cerca de 30 carros da montadora vão circular inicialmente por São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro para registrar as primeiras imagens brasileiras do serviço. A trajetória poderá ser acompanhada pelo site www.googlestreetviewbyfiat.com.br. Os Fiat Stilo vão percorrer cerca de um milhão de quilômetros de vias urbanas e capturar uma série de fotos em 360 graus no eixo horizontal e 290 graus no vertical - altura do olhar do motorista e do pedestre. O serviço já está disponível em cerca de 150 cidades do Hemisfério Norte, como Nova York, São Francisco e Londres.

Speedy na berlinda

A novela que se criou em torno do serviço de banda larga da Telefonica está longe de terminar. Depois de ter a venda do Speedy proibida pela Anatel no dia 23, a companhia está fazendo de tudo para melhorar o serviço. O presidente do grupo no Brasil, Antonio Carlos Valente, apresentou um plano de emergência para solucionar os problemas apontados pelo órgão regulador e retomar as vendas do Speedy. Para isso, vai antecipar um investimento de R$ 70 milhões para a rede de banda larga. De acordo com Valente, a verba está dentro do orçamento total de R$ 750 milhões previsto para este ano.

Até que enfim

As fabricantes de celular se rederam aos apelos dos consumidores. A partir de uma iniciativa da União Européia, as empresas concordaram em padronizar os carregadores de bateria dos aparelhos móveis. Os primeiros celulares compatíveis ao modelo único estarão disponíveis na Europa no próximo ano. Na lista das companhias que acataram a mudança estão Nokia, Sony Ericsson, Motorola, Apple, LG, NEC, Qualcomm, Research In Motion, Samsung e Texas Instruments.

Resposta Instantânea

Adriana Flores, gerente de marketing de novos produtos da Positivo Infor-mática, fala sobre parceria com a ONU

A Positivo Informática acaba de fechar uma parceria inédita com a ONU. Qual o papel da fabricante neste acordo?
O papel da Positivo Informática é ajudar na disseminação das informações sobre o problema mundial da fome que atinge diversas partes do mundo e sobre como cada um pode ajudar. E a forma que encontramos para isso foi embarcar o game Food Force em nossos equipamentos. Sendo a maior fabricante de computadores pessoais do País e com 1,6 milhão de PCs vendidos somente em 2008, a Positivo pode desempenhar um papel muito importante nessa missão, chegando a vários domicílios, famílias, crianças, jovens e adultos. Pesquisas mostram que somente 25% das residências da classe média possuem computador. Isso nos dá um potencial de 75% das famílias que podem adquirir um computador da Positivo Informática e, assim, se conscientizar sobre a fome e as várias formas de combatê-la.

Qual é a estratégia do game Food Force que vem embarcado nos equipamentos?
O Food Force, da italiana Deepend, é o primeiro jogo humanitário para computador. A Positivo Informática tem a inovação e a educação em seu DNA. Incluindo um game como esse em suas máquinas, esperamos que essas duas mensagens sejam passadas aos nossos usuários. Inovação porque se trata de uma iniciativa inédita e que atende a um dos grandes anseios do consumidor ao adquirir um computador, que é o entretenimento. Educação porque o jogo foi desenvolvido de forma a levar à conscientização do jogador sobre um problema que assola o mundo e à formação de cidadãos mais responsáveis em relação ao futuro.

Qual a vantagem para a empresa de participar dessa iniciativa?
Com essa iniciativa, a Positivo Informática aproxima-se ainda mais de seu público. Entendemos que as pessoas esperam por ações como essas que, além de atender os desejos de consumo, tenham uma função social. E fazer parte de um projeto como esse dá à Positivo mais um diferencial competitivo no mercado.

 

Eleição invade a rede

A propaganda eleitoral está prestes a invadir o universo digital. Uma proposta em pauta na Câmara dos Deputados pretende acabar com as restrições impostas pelo Tribunal Superior Eleitoral às campanhas online. O texto permite que todas as ferramentas da internet sejam usadas pelos candidatos. "Blogs, Twitter, Facebook, MSN Messenger, torpedo, vale tudo", afirmou o deputado Flávio Dino (PCdoB-MA). A lei, no entanto, proíbe a compra de espaço para qualquer tipo de publicidade online. No ano passado, os candidatos só podiam atuar na rede com uma página oficial, que deveria ser retirada do ar dois dias após a eleição.

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