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| CARTAS ONLINE
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(aviso legal abaixo) |
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Seguradora Porto Seguro - 03/06/2005
Meus parabéns à revista ISTOÉ DINHEIRO
pela matéria publicada no dia 30 de março sobre
a companhia Porto Seguro, envolvida num suposto esquema de
fraudes para não pagar indenizações a
seus clientes.
Sou assegurada desta companhia desde o ano de 2000, época
onde adquiri um carro com isenção de impostos
(IPI e ICMS) por ter deficiência física. Nesta
ocasião, meu carro foi assegurado pelo valor de mercado
e a indenização em caso de roubo ou perda total
seria em torno de 100 a 120% da tabela FIPE. Neste ano troquei
de carro e pude novamente comprar com isenção
de impostos. Ao transferir o seguro para o carro novo, surge
uma novidade. A Porto Seguro estipulou que a indenização
será de 77,55% da tabela FIPE. Explicação
para isso: as isenções. Questionei esta regra
nova e depois de muita insistência e tempo de espera,
me deram algumas respostas nada convincentes. Alegaram que
eu poderia ter outra isenção, bastando provar
que houve a perda total. Quando provei que isso não
é possível, pois a legislação
que concede a isenção do IPI é muito
clara dizendo que ela só ocorre a cada três anos,
passaram a dizer que eu poderia fraudar um roubo e ter lucro
se for indenizada em 100% do valor de mercado. Nada adiantou
explicar que se perder meu carro, não posso comprar
outro similar com as isenções e que se o seguro
serve para repor bem material, tem que me indenizar em 100%
pelo menos. Mandei um documento detalhado sobre os equívocos
que eles estavam cometendo, mas se mostraram irredutíveis.
Tentei denunciar isto para os Jornais de grande circulação,
mas infelizmente nenhum deles teve a coragem de publicar.
O pior nesta história é que as pessoas com deficiência
não têm uma delegacia especializada ou algo semelhante
para fazer sua defesa num caso como esse. Temos a melhor legislação
do mundo de proteção a nossos direitos, mas
ninguém para cobrar a execução delas
ou punir quem nos desrespeita. Mandei e-mails para SUSEP e
o PROCON. Não obtive retorno. Tentei telefonar para
esses órgãos sem sucesso. Ou dá sinal
de ocupado ou ninguém atende. É por isso que
companhias poderosas vão continuar extorquindo e enganando
as pessoas.
Elisabete Araki
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Amazônia 5 - 02/06/2005
É óbvio que o desmatamento na Amazônia
está ocorrendo de forma absurda e é óbvio
que pessoas decentes da Europa e dos EUA estão preocupadas
com isso. Isso de que estão querendo tomar a Amazônia
é conversa fiada, não cola mais. Até
quando a monocultura irresponsável, principalmente
a do soja, vai continuar tendo a última palavra? Estão
transformando a maior reserva biológica do planeta
em ração para gado. Ninguém pode negar
esta triste verdade.
Paulo Roberto Flaoriani
Tijucas/SC
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Amazônia 4 - 01/06/2005
Na condição de integrante de um grupo de profissionais
(não daqueles grupos
da Casa Civil) que está formatando uma proposta de
capacitação para gestores
públicos capaz de torná-los eficientes e eficazes
na função, como deseja a
grande maioria da população brasileira, li com
muito interesse a matéria
Amazônia, querem tomar essa riqueza, publicada na edição
nº 403 e tenho três
observações: primeiro, os números fornecidos
pelos órgãos do governo
não são confiáveis; segundo, a repressão,
pura e simplesmente, não resolve o
problema do desflorestamento que vai continuar inexoravelmente;
e terceiro, a
internacionalização tão temida hoje por
mais de 70% dos brasileiros, conforme pesquisas do IBOP, irá
acontecer mais cedo mais tarde, a não ser que o governo
adote, urgentemente, uma estratégia mais coerente em
consonância com a sociedade.
Eduardo de Melo Machado
Brasília/DF
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crime" (art. 20, Lei nº 7.716/89). ISTOÉ
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