EMPRESAS DO BEM POR ROSENILDO GOMES FERREIRA
 


Meninos da Mangueira
Xerox e Unimed-Rio são as grandes parceiras do projeto Camp-Mangueira, que ajuda adolescentes da comunidade situada na capital do Rio de Janeiro, a ingressar no mercado de trabalho. Eles têm aulas de espanhol e recursos humanos além de orientação profissional, tornando-os aptos a disputar uma vaga nas empresas conveniadas. A Unimed, por exemplo, tem 32 estagiários oriundos do Camp-Mangueira.

 

Hackers do Morumbi
O Projeto HackerTeen pretende formar um time de especialistas em informática. O seleto grupo de 24 alunos será escolhido entre os moradores das comunidades Real Parque e Jardim Panorama (ambas em São Paulo), oriundos dos cursos de computação do Projeto Casulo. O treinamento ficará por conta da 4Linux, consultoria especializada em software livre. Além de aumentar a empregabilidade do grupo, a empresa espera contribuir para acabar com a confusão entre as expressões hacker (jovem aficcionado em computador) e cracker (aquele que usa os conhecimentos para cometer crimes digitais).

Ação voluntária
Por iniciativa dos funcionários, a Telefonica está implantando um projeto de voluntariado. O trabalho será comandado pela fundação ligada à companhia de telefonia fixa que opera em São Paulo. Além de capacitar os funcionários para atuar no campo social, a Telefonica vai apoiar financeiramente seis iniciativas propostas por seus colaboradores.

120 mil reais é quanto a Telefonica vai investir em seu programa de voluntariado.

Artesanato no Rio
Peças produzidas por artesãos cariocas fazem parte do acervo da loja que a Ação Comunitária do Brasil (ACB) acaba de inaugurar no Rio de Janeiro. O espaço ajudará na divulgação do trabalho dos artistas formados nas oficinas mantidas pela ACB. A ONG atende cerca de cinco mil moradores de bairros carentes, atuando ainda na área de saúde.


Desfile social
Quem também fez bonito na passarela do Teen Fashion – desfile de moda para adolescentes, ocorrido na semana passada em São Paulo – foram as entidades do chamado terceiro setor. Coube aos integrantes da ONG Arrastão, que ensina aos jovens carentes noções de moda e cultura, abrir os desfiles. Por sua vez, o Instituto Criar usou o evento como estágio para as alunas do programa Figurino, Cabelo & Maquiagem.