DINHEIRO NA SEMANA


Paga ou não paga?
O pedido partiu do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Inadec) e foi deferido pela 2ª Vara de Justiça de Brasília: as empresas de telefonia fixa não cobrariam mais assinatura nas contas. A chiadeira acometeu todo o setor, a começar pela Abrafix, entidade que reúne as operadoras Telefônica, Brasil Telecom e Telemar. “A cobrança é prevista por lei”, defendeu-se a Abrafix. Na terça-feira 2, a Telefônica anunciou: “continua inalterado o pagamento nas contas”. Na quinta-feira, quando a Anatel já recomendava às operadoras que desistissem do confronto, a liminar foi cassada. Mas a briga promete.

R$ 40 É o valor médio da assinatura cobrada pelas operadoras

 

Viajantes em órbita
Vem aí o novo empreendimento do inglês Richard Brenson (à esq.), dono da companhia aérea Virgin. Ele tornou-se sócio do engenheiro americano Burt Rutan, criador da nave SpaceShipOne, que alcançou a órbita terrestre e faturou prêmio de US$ 10 milhões. Eles fundaram uma agência especializada em vôos de turismo espacial. Quem se habilita?

634 milhões de reais foi o lucro líquido recorde da petroquímica Braskem no primeiro semestre de 2005. O resultado tira a empresa do vermelho e consolida sua recuperação. Ela havia perdido R$ 292 milhões no mesmo período de 2004. Dirigida por José Carlos Grubisich (foto), a Braskem também registrou recorde em exportações (R$ 509 milhões) e reduziu sua dívida em 58%, para R$ 2,8 bilhões.

“Nenhum país é invulnerável”
Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, ao filosofar sobre a interferência da crise política na economia brasileira. Demorou, mas ele admitiu

A moto-mala da Honda
A Honda está investindo num design inusitado de motocicletas: a “moto-mala”. Um novo protótipo da fabricante japonesa, chamado Caixa (fotos), é uma motocicleta dobrável, movida a bateria. Quando dobrada, a mini-scooter fica do tamanho de uma mala, com 80 cm de altura por 17 cm de largura. Outra novidade é a Riding Cart, que se converte em um carrinho de supermercado. As duas engenhocas não têm data para chegar ao mercado. Em tempos de CPI, a novidade pode vir bem a calhar...

Perfume de mulher
Depois do tecido que não amassa, não molha, não desbota ou faz o suor evaporar, eis a última da indústria têxtil: a lingerie perfumada. A Invista desenvolveu uma versão de seu tradicional fio elastano Lycra que emana aromas. A expectativa é que ele seja usado em roupas íntimas. Serão três aromas – tranqüilidade, equilíbrio e energia – que, segundo a fabricante, resistirá bravamente a 40 lavagens. Só no Brasil, a indústria de lingerie movimenta US$ 1,2 bilhão ao ano.

1,5
bilhão de dólares é o potencial das exportações brasileiras ao Iraque. A conta foi feita pelo presidente da Câmara do Comércio Brasil-Iraque, Wathiq Hindo. Agronegócio, petróleo, gás e infra-estrutura são os setores que mais interessam aos iraquianos. Em setembro, Hindo receberá uma missão brasileira com 70 empresários na Jordânia para iniciar os negócios.

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