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As marcas dos países
Um estudo da consultoria Anholdt-GMI comparou 25 países
do mundo para descobrir qual deles teria a marca comercial
mais forte – se fossem um rótulo, é claro.
O National Brands Index foi calculado com base em opiniões
de 10 mil consumidores de 10 países a respeito de áreas
como turismo, exportações, confiabilidade do
governo, vontade de investir ou morar no país e relevância
da cultura. A campeã do ranking foi a Austrália.
O Brasil ficou com a 15º colocação da lista.
Acompanhe a classificação:
1º Austrália
2º Canadá
3º Suíça
15º Brasil
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| Interesse: José
Dirceu depõe na CPI |
A audiência da
crise
Os depoimentos na Comissão Parlamentar de Inquérito
dos Correios, epicentro da crise, alavanca a audiência
das TVs Senado e Câmara. A constatação
é de uma enquete do Instituto Qualibest, feita com
quase mil entrevistas. Eis as preferências de quem não
quer perder as cenas deste e dos próximos capítulos
da novela no Planalto:
16%
preferem
assistir aos depoimentos na TV Senado |
15%
acompanham o Bom Dia Brasil, da TV Globo |
13%
vêem os depoimentos pelo canal
Globonews |
11%
dão preferência ao Jornal da Noite, da
Band. |
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| Integração online
O diário americano The New York Times anunciou
a união da equipe de jornalismo de sua versão
impressa com os 50 profissionais da edição via
internet. O objetivo é promover o conteúdo digital
e explorar melhor a web. O portal Nytimes.com foi
lançado há 10 anos e hoje é o mais acessado
site de periódico em todo o mundo - em uma década
teve 14,3 milhões de visitantes.
US$ 49,95 será o preço da
nova assinatura anual do NYT com acesso aos arquivos digitais
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Campanha centenária
A Droga Raia investiu R$ 1,1 milhão numa campanha de
mídia impressa para comemorar o centenário da
empresa em 2005. Com fotos de farmácias antigas da
rede, as peças publicitárias pretendem reforçar
a idéia de que, embora seja moderno, o padrão
de atendimento da rede não muda com o tempo. A criação
é da agência QG.
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Dois toques
Cláudio Tomanini, consultor de marketing e orientação
profissional.
A idéia de que todo profissional é
uma marca é muito difundida hoje. Mas não há
um exagero e um excesso de teorização sobre
o que é necessário para ser bem sucedido?
Sim. As empresas e profissionais gastam fortunas
com palestras, treinamentos e literatura de motivação
quando, na realidade, o que todos precisam é de auto-conhecimento.
O profissional precisa saber qual é o seu valor, em
que faz diferença e onde quer chegar em sua carreira.
A maioria não sabe.
E como chegar a isso em meio a tantas receitas e
fórmulas?
Há três passos básicos para
quem quer alavancar a carreira: ter objetivo pessoal, ter
potencial e talento para atingir esse objetivo ou desenvolvê-lo
e ter garra e vontade de fazê-lo. É óbvio
e simples, o problema é que as pessoas querem mudar
sem fazer esforço nem correr risco, o que não
existe.
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