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| NOVIDADES: Os modelos
top de linha das TVs LCD vão de R$ 66 mil (à esq.) a R$
80 mil (à dir.). O mini-system (ao centro) sai por R$
3,7 mil |
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Sharp ataca
Para ajustar a imagem no Brasil,
ela traz seus aparelhos hi-tech

Por Eduardo
Pincigher
Os japoneses da Sharp são melhores que os outros.
O último balanço da companhia, referente a 2003,
exibe um lucro de US$ 906,9 milhões, maior do que a
soma dos ganhos da segunda e da terceira colocadas –
Panasonic (US$ 435,1 milhões) e Toshiba (US$ 373,1
milhões). A retomada da primeira posição
no Japão é um prêmio à aposta bem-sucedida
de optar pela tecnologia LCD (tela de cristal líquido)
para TVs de última geração. No Brasil,
a situação da Sharp é diferente. Seus
japoneses não são melhores do que os outros.
Ela ainda luta para tentar melhorar a imagem, arranhada com
o processo da falência da antiga Sharp do Brasil. No
ano passado, a gigante começou a esboçar uma
reação ao entregar à paulistana Plasma
Technologies a representação dos negócios.
Agora, promete recuperar o brilho por aqui a partir do topo
do mercado, com a linha de TV hi-tech.
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| YAMAKAMI, DA PLASMA:
Mercado de US$ 4 bilhões apenas no Brasil |
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“Não só TVs, mas também equipamentos
de som,
home-theaters e filmadoras”, festeja Nelson Yamakami,
presidente da Plasma Technologies. Os aparelhos
vão custar entre R$ 3,7 mil e R$ 80 mil. Yamakami garante
que há espaço para esse tipo de produto no Brasil.
Hoje, as vendas de TV LCD e plasma no País representam
3% do mercado, que é de 6,5 milhões de unidades.
Em quatro anos esse número deve chegar a 10%, quando
as vendas deverão ser de 8 milhões
de aparelhos/ano. “Teremos, então, um mercado
de US$ 4 bilhões no Brasil”, diz Yamakami. 
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