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Sexta-feira, 05 de Janeiro de
2001
DEMOROU,
MAS ACONTECEU
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Roger
Agnelli: negociações para o descruzamento se arrastam há
mais de um ano |
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Benjamin
Steinbruch: do grupo Vicunha, agora tem a CSN só para ele |
Agora
é para valer. Na terça-feira 2, o esperado descruzamento acionário
entre a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a Companhia Vale
do Rio Doce (CVRD) ganhou forma com o anúncio oficial de compra
e venda de ações das duas empresas. O processo, porém, só deverá
estar totalmente concluído em março. Envolvendo mais de US$ 2,5
bilhões, a operação ainda tem algumas pendências. Entre elas, a
aprovação do financiamento concedido pelo BNDESpar e pelo BNDES
ao grupo Vicunha e o registro da emissão das debêntures do braço
siderúrgico dessa companhia para a Comissão de Valores Mobiliários.
O
contrato põe fim às negociações que se arrastam há mais de um ano.
Longe das amarras, Roger Agnelli, o presidente da Bradespar – sócia
da Valepar, holding que controla a Vale – e o empresário Benjamin
Steinbruch, herdeiro do Grupo Vicunha (dono da CSN), seguem agora
caminhos diferentes.
LIQUIDAÇÃO
PARA RICOS
Em pleno
feriado de Ano Novo, as lojas londrinas abriram as portas oferecendo
descontos irresistíveis. A Harrods, do milionário egípcio Mohamed
al-Fayed (foto), fez a festa. As ofertas incluíam “pechinchas” como
uma tiara de pedras preciosas por US$ 87 mil. Antes, custava US$ 120
mil. Também havia opções para os menos abonados. Uma calça Versace,
por exemplo, pôde ser comprada por US$ 8,00. O preço antigo era de
US$ 144,00. Em apenas meia hora, a Harrods faturou US$ 2,2 milhões.
CONTA PREMIADA
Pagar
conta em dia pode dar sorte. A AES Sul, uma das distribuidoras de
energia do Rio Grande do Sul, controlada pela americana AES, lançará
uma conta de luz premiada. Todos os consumidores que pagarem a fatura
pontualmente concorrerão ao sorteio de um carro por mês. Com a medida,
a empresa quer reduzir o nível de inadimplência, que chegou a 7,2%
dos usuários entre janeiro e setembro de 2000.
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