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NOVIDADE
Aproveite antes que seja tarde demais
Lucre
já com a apólice de seu seguro de vida
Fabiana
Godoy
| Foto:
Biô Barreira |
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FERREIRA,
DA SANTOS SEGUROS: “Vamor mudar a cultura”
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Vender
seguro de vida no Brasil nunca foi tarefa fácil. O
maior problema, claro, é que os benefícios não
são desfrutados por quem paga a apólice. Para
contornar esse obstáculo, algumas seguradoras deram
um up-grade nos seus contratos. A idéia é agregar
serviços que possam ser gozados em vida e, assim, dar
uma força nesse segmento que em outros países
representa mais de 50% do total de seguros e, no Brasil, apenas
17%. As estratégias são as mais variadas. A
Santos Seguros, pertencente ao Banco Santos, por exemplo,
está oferecendo um título de capitalização
na sua apólice. Feita a opção, o segurado
passa a concorrer por meio de sorteios mensais a um prêmio
de R$ 80 mil. Se o segurado não fumar e for doador
de sangue também irá pagar menos, afirma
Ricardo Ferreira, diretor-financeiro da Santos Seguros. Queremos
mudar a cultura brasileira de não dar bola para seguro
de vida, diz ele.
De olho nesse nicho, a HSBC Seguros lança em maio o
Life Protection, no qual parte das mensalidades pagas será
capitalizada em um fundo de investimentos. Por cerca de R$
250,00 mensais, por exemplo, um segurado de 30 anos de idade
terá apólice de R$ 300 mil em caso de morte
e poderá sacar cerca de R$ 150 mil após trinta
anos de contribuição. O fundo de investimentos
vai compensar o fato do seguro de vida ficar cada vez mais
caro à medida que o segurado envelhece. Aos poucos,
o segurado poderá reduzir o valor da apólice
em caso de morte, e assim continuará pagando a mesma
prestação mensal, diz Roseli das Graças
Silva, gerente-técnica de Projetos Especiais da HSBC
Seguros. Um sistema parecido será usado pela Real Seguros,
que vai lançar uma apólice de seguro de vida
que inclui um fundo de investimentos do tipo PGBL (Plano Gerador
de Benefício Livre). O produto deve chegar ao mercado
até julho. Resta saber se a ofensiva das seguradoras
será suficiente para vencer a resistência dos
brasileiros, que só se lembram de seguro na hora de
licenciar carro.
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