EDIÇÃO Nº 1668
 Capa
 Índice
 Exclusivo Online
 EDITORIAS
 A Semana
 Artes & Espetáculos
 Brasil
 Ciência & Tecnologia
 Comportamento
 Economia & Negócios
 Educação & Cidadania
 Entrevista
 Internacional
 Medicina & Bem-Estar
 Política
 Editorial
 Seções
 SERVIÇOS
 Edições Anteriores
 Biblioteca
 Fale Conosco
 Newsletter
 Assinaturas
 Publicidade
 Expediente
 
 Busca
 Procure outras matérias

 

 


 

LEITOR.COM

Esta é uma seção de cartas exclusiva online. É possível elogiar,
sugerir e até reclamar. Basta escrever para leitor@istoe.com.br.
Para publicação
neste espaço, são necessários nome completo e e-mail do remetente. ISTOÉ Online reserva-se o direito de resumir as mensagens recebidas

SENADOR ÁLVARO DIAS

Sou de Londrina, onde seu colega, José Richa, já foi prefeito. O senhor já foi governador do Estado. Atualmente, moro em Nova York, sou tradutora-intérprete e assistente pessoal. Minha pergunta é a seguinte: a que ponto pode ainda chegar o Senado brasileiro, instituição que o povo acreditava ser justa, imparcial e, acima de tudo, honesta, que faz valer as leis e aspirações de toda uma população, ficar à mercê de políticos egoístas como Jader Barbalho, ACM e José Arruda que visam o seu próprio interesse? O que nos assegura que o Senado voltará a dar a nós, eleitores, que votaram em vocês políticos, a segurança de que estarão cumprindo a missão de defender o interesse de toda uma população brasileira já cansada de tantas falcatruas? A mensagem que o Senado está nos passando é que a população brasileira é uma minoria e os políticos do Senado infelizmente, uma maioria...
VALÉRIA BOBROFF
ValeriaB@tahari.com

...........................................................................................

FHC

Desculpe-me o presidente "Não gosto de ouvir críticas" Henrique Cardoso, mas a política neo-liberal empreendida pelo seu governo só tem feito massacrar o trabalhador. Após a privatização dos setores elétricos e telefônicos, os serviços não melhoraram como esperava-se e os preços só tem feito aumentar. E parece que a alícota da energia vai aumentar ainda mais. Ninguém pode mais comprar nenhum utilitário doméstico porque um aumento mínimo na quantidade de energia utilizada acarretará num acréscimo de até 130% no valor a ser pago na conta. Por favor, Sr. Presidente, tomar medidas contra o povo não foi uma de suas propostas de governo. Reveja suas posições e tome as medidas mais coretas.
CARLOS HENRIQUE SALLES
afaschas@ig.com.br

............................................................................................

ACM

Nós, baianos, conhecemos muito bem a arrogância e a prepotência de Antônio Carlos Magalhães. Especialmente, alguns oficiais da Policia Militar do Estado que participaram de um movimento reinvindicando melhores salários e condições de trabalho, quando o todo poderoso ACM era governador. Na época, a resposta foi a humilhação, o massacre e a prisão de alguns participantes
ORLINDO CARVALHO SANTOS
orlindo@ifrnet.com.br

• Brilhante o artigo de Francisco Alves Filho sobre o vergonhoso apoio dos baianos ilustres ao truculento ACM. Também adorei o texto da juiza Denise Frossard sobre o decoro. Voces estao de parabéns, o site da ISTOÉ está muito interessante. Excelente trabalho.
SILVIA DUTRA
silviadutra@home.com

Como baiano, estou estarrecido com o bairrismo dos
conterrâneos, que apesar de todas as evidências do
procedimento desonesto de ACM, continuam a defendê-lo.
Alguns defendem seus próprios interesses e outros fazem por
ignorância mesmo; são fiéis a este crápula como a um time de futebol.
UMBERTO PINTO
betopinto_br@yahoo.com.br

•  Sabe o que nós brasileiros parecemos? Um tipo de gente
fofoqueira que vive falando do peito da vizinha, do carro novo de outro, dos problemas familiares de mais outro e por fim torcendo prá conhecer o "podre" de alguém como se a fossemos juízes sem toga, soltos pelo mundo e opinando sobre assuntos que vão desde o mérito de um cientista até a decoração da casa de uma socialite. Pergunto: Não está na hora da gente se preocupar com coisas mais importantes como: Por que se paga CPMF e a saúde está desse jeito? Por que as nossas crianças não estudam nenhuma língua estrangeira desde o curso primário ou por que ainda enfrentamos filas em bancos? Estou escrevendo isso porque abro a página do zaz na Internet e, em vez de ler alguma informação instrutiva, tem divórcio de fulano, os peitos novos de ciclana e isso realmente não interessa a ninguém. O mesmo vejo nas revistas onde página de variedade muitas vezes vira matéria de capa.
ELIANA CEMBRANELLI
cloness@zaz.com.br

• Parabenizo a ISTOÉ pelo brilhante desempenho em desmascarar ACM. Sou baiano e sei bem o que é o governo carlista que dá as costas à pobreza e pinta a cidade para os turistas.
FELIPE ABREU
lipe-ba@bol.com.br

............................................................................................

CRISE ENERGÉTICA

•  Falando sobre reportagem de ISTOÉ "Choque no bolso", gostaria de expressar minha indignação e participar qualquer movimento para fazermos algo. Sei que é difícil neste País em que o povo é sempre o mais lesado e o que "paga sempre o pato". É um absurdo que paguemos duas vezes ou mais por motivos causados por displicência e má fé. Acho que tínhamos que nos manifestar com muito mais veemência. É o que falta a todos nós brasileiros!
DENISE VIANNA RACHE
denise_rache@uol.com.br

............................................................................................

BUDISMO

Sou budista e pertenço a Soka Gakkai. Ao ler a reportagem sobre o Budismo na ISTOÉ desta semana fiquei surpresa, pois constatei que a matéria foi bastante superficial na apresentação da religião. Penso que deveria ser feita uma pesquisa mais apurada. Tive a impressão de que o objetivo era abordar algo que "está em moda" para chamar a atenção. Uma pena, pois é um assunto vasto e interessante que poderia ser muito bem trabalhado pela equipe da ISTOÉ por tudo que a revista representa.
SILVANA VICENTE
silvana@bsgi.org.br

Excelente a reportagem sobre o budismo. Na minha opinião, é a
melhor doutrina que existe, pois é a unica que nunca se impôs pela
violência, como as doutrinas monoteístas. É uma pena, entretanto, que esteja se tornando um modismo que fará com que muitos não vejam sua profundidade e se tornem budistas apenas porque pessoas ricas e famosas estão fazendo.
FRANCISCO DOS ANJOS FILHO
dosanjos@onda.com.br

............................................................................................

MACONHA NA ESCOLA

A matéria "Sai Piaget, entra Pinochet" só demonstra o despreparo das escolas que dizem aplicar o método construtivista. O que há na realidade é um vilipêncio do método de Piaget. Qualquer escola que expulsa seus alunos só demonstra a sua ineficiência em educá-los.
LETÍCIA AREND
learend@xmail.com.br

Desculpem-me, mas na enquete sobre a maconha faltou a opção "obediência às regras da escola". Talvez seja por isso que este País esteja assim. Leis, regulamentos, normas, regimentos internos etc. são para serem cumpridos. Quem não concordar que se desligue, saia, peça demissão, não se candidate.
JOSÉ EDUARDO DE OLIVEIRA CRUZ
j.cruz@globo.com

<< anterior |próxima >>

 


Por Maurício Bernis
Biscoito da sorte
Realejo virtual
Bola 8
I-Ching
Runas
Numerologia
Tarô Online
ENQUETE I

Os EUA devem atacar o país ou os países onde estiverem os culpados pelos atentados?

• Não, devem prender e julgar os culpados
• Não, devem matar
só os envolvidos
• Sim, é o único jeito de acertar os responsáveis
• Sim, tem de haver vingança total
• Nenhuma das anteriores
• Não sei
Vote aqui
FÓRUM I

O que o Brasil
deverá fazer em
caso de guerra?

ENQUETE II

Para você, o que vai acontecer agora?

• EUA fazem ataque maciço
• EUA usam armas nucleares
• Guerra localizada
• Mais atentados
• III Guerra Mundial
• Nenhuma das anteriores
• Todas as anteriores
• Não sei
Vote aqui
FÓRUM II

Quem são os culpados? Dê sua opinião sobre os atentados nos EUA

OUTROS FÓRUNS

 

 

| DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | PLANETA | ISTOÉ DIGITAL| EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE | AVISO LEGAL |
© Copyright 1999/2001 Editora Três