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SENADOR
ÁLVARO DIAS
Sou de Londrina, onde seu colega, José
Richa, já foi prefeito. O senhor já foi governador
do Estado. Atualmente, moro em Nova York, sou tradutora-intérprete
e assistente pessoal. Minha pergunta é a seguinte: a que
ponto pode ainda chegar o Senado brasileiro, instituição
que o povo acreditava ser justa, imparcial e, acima de tudo, honesta,
que faz valer as leis e aspirações de toda uma população,
ficar à mercê de políticos egoístas como
Jader Barbalho, ACM e José Arruda que visam o seu próprio
interesse? O que nos assegura que o Senado voltará a dar
a nós, eleitores, que votaram em vocês políticos,
a segurança de que estarão cumprindo a missão
de defender o interesse de toda uma população brasileira
já cansada de tantas falcatruas? A mensagem que o Senado
está nos passando é que a população
brasileira é uma minoria e os políticos do Senado
infelizmente, uma maioria...
VALÉRIA BOBROFF
ValeriaB@tahari.com
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FHC
Desculpe-me
o presidente "Não gosto de ouvir críticas"
Henrique Cardoso, mas a política neo-liberal empreendida
pelo seu governo só tem feito massacrar o trabalhador. Após
a privatização dos setores elétricos e telefônicos,
os serviços não melhoraram como esperava-se e os preços
só tem feito aumentar. E parece que a alícota da energia
vai aumentar ainda mais. Ninguém pode mais comprar nenhum
utilitário doméstico porque um aumento mínimo
na quantidade de energia utilizada acarretará num acréscimo
de até 130% no valor a ser pago na conta. Por favor, Sr.
Presidente, tomar medidas contra o povo não foi uma de suas
propostas de governo. Reveja suas posições e tome
as medidas mais coretas.
CARLOS HENRIQUE SALLES
afaschas@ig.com.br
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ACM
Nós, baianos, conhecemos muito bem a arrogância e a
prepotência de Antônio Carlos Magalhães. Especialmente,
alguns oficiais da Policia Militar do Estado que participaram de
um movimento reinvindicando melhores salários e condições
de trabalho, quando o todo poderoso ACM era governador. Na época,
a resposta foi a humilhação, o massacre e a prisão
de alguns participantes
ORLINDO CARVALHO SANTOS
orlindo@ifrnet.com.br
Brilhante
o artigo de Francisco Alves Filho sobre o vergonhoso apoio dos baianos
ilustres ao truculento ACM. Também adorei o texto da juiza
Denise Frossard sobre o decoro. Voces estao de parabéns,
o site da ISTOÉ está muito interessante. Excelente
trabalho.
SILVIA DUTRA
silviadutra@home.com
Como baiano, estou estarrecido com o bairrismo dos
conterrâneos, que apesar de todas as evidências do
procedimento desonesto de ACM, continuam a defendê-lo.
Alguns defendem seus próprios interesses e outros fazem por
ignorância mesmo; são fiéis a este crápula
como a um time de futebol.
UMBERTO PINTO
betopinto_br@yahoo.com.br
Sabe o que nós brasileiros parecemos? Um tipo de gente
fofoqueira que vive falando do peito da vizinha, do carro novo de
outro, dos problemas familiares de mais outro e por fim torcendo
prá conhecer o "podre" de alguém como se
a fossemos juízes sem toga, soltos pelo mundo e opinando
sobre assuntos que vão desde o mérito de um cientista
até a decoração da casa de uma socialite. Pergunto:
Não está na hora da gente se preocupar com coisas
mais importantes como: Por que se paga CPMF e a saúde está
desse jeito? Por que as nossas crianças não estudam
nenhuma língua estrangeira desde o curso primário
ou por que ainda enfrentamos filas em bancos? Estou escrevendo isso
porque abro a página do zaz na Internet e, em vez de ler
alguma informação instrutiva, tem divórcio
de fulano, os peitos novos de ciclana e isso realmente não
interessa a ninguém. O mesmo vejo nas revistas onde página
de variedade muitas vezes vira matéria de capa.
ELIANA CEMBRANELLI
cloness@zaz.com.br
Parabenizo
a ISTOÉ pelo brilhante desempenho em desmascarar ACM. Sou
baiano e sei bem o que é o governo carlista que dá
as costas à pobreza e pinta a cidade para os turistas.
FELIPE ABREU
lipe-ba@bol.com.br
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CRISE
ENERGÉTICA
Falando sobre reportagem de ISTOÉ "Choque no bolso",
gostaria de expressar minha indignação e participar
qualquer movimento para fazermos algo. Sei que é difícil
neste País em que o povo é sempre o mais lesado e
o que "paga sempre o pato". É um absurdo que paguemos
duas vezes ou mais por motivos causados por displicência e
má fé. Acho que tínhamos que nos manifestar
com muito mais veemência. É o que falta a todos nós
brasileiros!
DENISE VIANNA RACHE
denise_rache@uol.com.br
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BUDISMO
Sou budista e pertenço a Soka Gakkai. Ao ler a reportagem
sobre o Budismo na ISTOÉ desta semana fiquei surpresa, pois
constatei que a matéria foi bastante superficial na apresentação
da religião. Penso que deveria ser feita uma pesquisa mais
apurada. Tive a impressão de que o objetivo era abordar algo
que "está em moda" para chamar a atenção.
Uma pena, pois é um assunto vasto e interessante que poderia
ser muito bem trabalhado pela equipe da ISTOÉ por tudo que
a revista representa.
SILVANA VICENTE
silvana@bsgi.org.br
Excelente a reportagem sobre o budismo. Na minha opinião,
é a
melhor doutrina que existe, pois é a unica que nunca se impôs
pela
violência, como as doutrinas monoteístas. É
uma pena, entretanto, que esteja se tornando um modismo que fará
com que muitos não vejam sua profundidade e se tornem budistas
apenas porque pessoas ricas e famosas estão fazendo.
FRANCISCO DOS ANJOS FILHO
dosanjos@onda.com.br
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MACONHA
NA ESCOLA
A matéria "Sai Piaget, entra Pinochet" só
demonstra o despreparo das escolas que dizem aplicar o método
construtivista. O que há na realidade é um vilipêncio
do método de Piaget. Qualquer escola que expulsa seus alunos
só demonstra a sua ineficiência em educá-los.
LETÍCIA AREND
learend@xmail.com.br
Desculpem-me, mas na enquete sobre a maconha faltou a opção
"obediência às regras da escola". Talvez
seja por isso que este País esteja assim. Leis, regulamentos,
normas, regimentos internos etc. são para serem cumpridos.
Quem não concordar que se desligue, saia, peça demissão,
não se candidate.
JOSÉ EDUARDO DE OLIVEIRA CRUZ
j.cruz@globo.com
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