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Marketing: Teixeira festeja com o prefeito de Ulsan,
Gu Shim, o acordo para a hospedagem da Seleção |
Para se ter uma idéia da importância que os
homens de negócios dão à nossa seleção,
basta
dar uma olhada nos patrocínios fechados por outros
selecionados de primeira linha com fabricantes de material
esportivo. A Itália recebe US$ 8 milhões da
Kappa e a Argentina também ganha US$ 8 milhões
da Adidas. A França, atual campeã do mundo,
tem, também com a Adidas, uma parceria que lhe vale
US$ 12 milhões, bem menos do que o contrato
da Nike com a CBF. Esse patrocínio com o
selecionado brasileiro foi a principal alavanca da empresa
americana para chamar a atenção dos torcedores
de futebol, depois de passar anos com a marca vinculada aos
astros de basquete da NBA. A camisa da Seleção
Brasileira é algo muito importante. Esse relacionamento
também é fundamental para nós,
reconheceu Kevin Korning, presidente da Nike, em entrevista
ao jornal Lance.
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| “O
tetra valorizou a Seleção”, diz Sebastião Bastos, presidente
em exercício da CBF |
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A importância do futebol brasileiro no cenário
internacional
traz vários dividendos. Um dos mais significativos
é a
deferência com que os sul-coreanos estão tratando
a
passagem dos jogadores brasileiros pelo seu país. Nossa
Seleção é a única que tem estadia
na primeira fase
completamente custeada pela cidade anfitriã. Em acordo
selado com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, o prefeito
de Ulsan, Wan Gu Shim, comprometeu-se a pagar hospedagem,
passagens e alimentação, o que representa para
a entidade
uma economia de US$ 840 mil. Essa é a melhor
oportunidade
de tornar nossa cidade conhecida aos olhos do mundo,
explicou Shim. Caso a Seleção Brasileira passe
para a próxima
fase, que vai acontecer no Japão, a previsão
de gastos chega
a R$ 2,5 milhões.
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Em
meados da década de 90, a CBF movimentava R$ 8 milhões
anuais. Em 2001, a bolada atingiu os R$ 85,6 milhões
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A cidade se produziu para receber os atletas |
Além dos patrocínios da Nike, da AmBev e das
cotas de amistosos, a CBF tem outras fontes de renda. As transmissões
da Rede Globo rendem R$ 850 mil por jogo. Um acordo com a
Telemar, que disponibiliza um sistema de mensagens gravadas
dos jogadores através do prefixo 0300, foi fechado
em R$ 1,3 milhão. Uma parceria com a Bradesco Seguros
protege toda a delegação e representa uma economia
de US$ 400 mil. São rendas que garantem altos custos.
A disputa dos jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo
2002 consumiu R$ 14 milhões. O trabalho social do Instituto
de Assistência ao Futebol Brasileiro gera despesas anuais
de R$ 1,5 milhão. Além disso, a instituição
tem convênio com mil prefeituras em todo o País
para desenvolver um projeto que permite a 300 mil crianças
a prática do esporte, com direito a doação
de bola e uniformes.
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