O filme “A Rainha Margot” revelou ao público o cineasta francês Patrice Chéreau. Ele já era, no entanto, um diretor de teatro consagrado, tendo marcado época com a montagem do ciclo de óperas “O Anel dos Nibelungos”, com regência de Pierre Boulez. É essa faceta de encenador que, pela primeira vez, Chéreau mostra no Brasil, em dois monólogos – “O Grande Inquisidor” e “A Dor” (São Paulo e Porto Alegre, entre os dias 9 e 13/9). No primeiro, baseado no capítulo de “Os Irmãos Karamazov”, de Fiódor Dostoiévski, em que um inquisidor debate com Jesus Cristo a inutilidade do livre-arbítrio, Chéreau acumula as funções de ator e diretor. Em “A Dor”, adaptação do livro de Marguerite Duras sobre a ida de seu marido para um campo de concentração, ele dirige a atriz Dominique Blanc.
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A RAINHA MARGOT (FOTO)
Isabelle Adjani interpreta a rainha católica que se casa com o protestante Henri de Navarre, numa época em que era grande a rivalidade entre os dois grupos religiosos.
GABRIELLE
Estrelado por Isabelle Hupert, o filme mostra uma mulher que tenta reatar com o marido depois de fugir com um amante
IRMÃOS
Drama sobre um homem que adoece e procura a ajuda do irmão homossexual que ele abominava
INTIMIDADE
História de um casal que se encontra anonimamente às quartas-feiras. Baseado em livro de Hanif Kureishi
HOMEM FERIDO
Um rapaz conhece um ladrão em uma estação de trem e passa a ter com ele uma intensa relação |
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