O Ministério da Saúde demonstrou que tem uma metodologia científica para combater no Brasil o vírus da gripe A (H1N1). Diante do aumento de casos no País e no mundo (na quinta-feira 2 o Reino Unido previa 100 mil novas ocorrências diárias até o final de agosto), o governo brasileiro mudou o enfoque epidemiológico: antes se concentrava em "bloquear" a disseminação, agora adota a "redução de danos". Ou seja: admite responsavelmente que é impossível deter a contaminação e trata de minimizar os seus efeitos, evitando o máximo possível que haja novas vítimas fatais - até a sexta feira 3, uma pessoa havia morrido no Rio Grande do Sul, onde barracas da Aeronáutica foram montadas para os primeiros socorros (foto). Também faz parte da nova estratégia que hospitais particulares realizem testes e que o medicamento Tamifl u seja dado apenas a pacientes sob risco de morte.