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| O ministro da Justiça, Tarso Genro, o presidente interino do Senado, Tião Viana, Domingo Alzugaray e o presidente José Alencar |
"Esse prêmio estimula a continuação do trabalho sério que todos os homenageados realizam em favor do Brasil", disse o presidente em exercício, José Alencar, que entregou o troféu de Brasileiro do Ano ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa.
"É uma honra estar aqui para homenagear um grupo de brasileiros que se destacam no empenho para tornar o Brasil um país melhor", afirmou Domingo Alzugaray, editor e diretor responsável da Editora Três, ao abrir a cerimônia de premiação. De fato, há mais de duas gerações, o Brasil não vive um momento histórico tão favorável, aliando crescimento econômico, distribuição de renda, inflação baixa e democracia. E boa parte dos responsáveis por essa situação ocupava as dependências do Tom Brasil. "Esta é uma noite em que se homenageia aqueles que buscam um Brasil melhor, com menos desigualdades sociais e mais feliz", enfatizou Carlos Alzugaray, presidente executivo da Editora Três. "Acima de todas as nossas ambições pessoais, somos todos funcionários do Brasil", lembrou. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, homenageado com o prêmio de Brasileiro do Ano na Economia, ressaltou os números positivos de sua gestão e antecipou em praticamente uma semana a oficialização do anúncio de um crescimento mínimo de 5% em 2007. Número que o próprio ministro vinha preconizando desde o início do ano e que muitos colocavam sob suspeita. Pouco antes de subir ao palco, o ministro dizia a um grupo de empresários que não se pode fazer política com mágoa. Teoria que colocou em prática ao receber um fraternal abraço do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf. Nas últimas semanas, Mantega e Skaf trocaram farpas na disputa em torno da CPMF. O ministro da Justiça, Tarso Genro, foi eleito o Brasileiro do Ano na Política. Além dele e de Mantega, também participaram do evento os ministros Márcio Fortes, das Cidades, Fernando Haddad, da Educação, Reinhold Stephanes, da Agricultura e Matilde Ribeiro, da Igualdade Racial.
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| Cerca de 1.500 pessoas compareceram à Festa dos Brasileiros do Ano 2007, no Tom Brasil, em SP |
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O clima de confraternização não ficou restrito aos políticos. Na ampla sala vip, os presidentes do Corinthians, Andrés Sanches, e do São Paulo, Juvenal Juvêncio, rivais nos gramados e nos bastidores do futebol, conversaram por mais de 40 minutos sem nenhuma animosidade. Entre eles estava Ricardo Teixeira, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, homenageado com o título de Brasileiro do Ano no Esporte. Principal responsável por assegurar a Copa do Mundo de 2014 no Brasil, Teixeira vem sendo assediado por governadores de diversos Estados que pretendem sediar jogos da Copa. Na festa da Editora Três, ele evitou comentar a disputa e com humor dizia a quem insistisse no assunto que o técnico da seleção canarinho, Dunga, também presente ao evento, era quem mais conhecia sobre os gramados do País.
Joaquim Barbosa, o ministro responsável por levar ao banco dos réus os 40 acusados pelo chamado Mensalão, foi um dos primeiros a chegar ao evento. Por mais de 40 minutos trocou a sala vip pelas conversas informais no salão de recepção onde cerca de 1,5 mil convidados formavam pequenos e descontraídos grupos de conversa. Entre um cumprimento e outro, foi abraçado por José Vicente, reitor da Universidade Zumbi dos Palmares - que acaba de formar a primeira turma de administração com estudantes predominantemente negros -, e o jurista Humberto Adami dos Santos Júnior, um dos teóricos do sistema de cotas nas universidades brasileiras. Santos preside o Instituto de Advocacia Racial. Falavam sobre a política de cotas e o ministro Barbosa, sorridente, interrompeu o bate-papo em tom de brincadeira: "Não posso participar dessa conversa", disse. É que ele será o relator do processo de cotas nas universidades e qualquer comentário poderia sugerir qual será o seu parecer. Saiu e ficou ao lado da ministra Matilde Ribeiro, enquanto Santos detalhava a proposta de cotas aos empresários Michael Klein, da Casas Bahia, e Carlos Alberto de Oliveira Andrade, do Grupo Caoa, ambos homenageados como empreendedores do ano pela revista ISTOÉ DINHEIRO.
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| Sandra e Roberto Cortês, presidente da Volks Caminhões |
Elcio Aníbal de Lucca, presidente da Serasa |
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| Iara e Ricardo Lewandowski e Joaquim Barbosa, ministros do STF |
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