Veja também outros sites:
Clique para vê-la ampliada
EDIÇÃO Nº 1798
 Capa
 Índice
 ISTOÉ São Paulo
 Exclusivo Online
 EDITORIAS
 Artes & Espetáculos
 Brasil
 Ciência & Tecnologia
 Comportamento
 Economia & Negócios
 Internacional
 Medicina & Bem-Estar
 SEÇÕES
 A Semana
 Avenida Brasil
 Cartas
 Editorial
 Em Cartaz
 Entrevista
 Fax Brasília
 Gente
 Século 21
 Viva Bem
 SERVIÇOS
 Edições Anteriores
 Biblioteca
 Fale Conosco
 Newsletter
 Assinaturas
 Publicidade
 Expediente
 
 Busca
 Procure outras matérias
ISTOÉ CONFERE

Confira o que aconteceu com fatos abordados
em grandes reportagens da revista ISTOÉ


POR QUE O BRASIL
INCOMODA OS EUA

O governo Clinton reage à
liderança brasileira no Mercosul,
mas os americanos investem cada
vez mais no País
Edição 1428, de 12/02/1997


A reportagem

Em 1997, representantes dos governos brasileiro e americano estranharam-se em torno das relações comerciais. De um lado, os americanos alegavam desconfiança das intenções do Brasil em relação à globalização enquanto a maioria dos países embarcava nessa onda. Imperava a velha máxima de que o Brasil teria de abrir os seus mercados na mesma proporção em que os EUA se dispusessem a abrir o seu. Caso contrário não haveria acordo entre os dois. Isso acontecia ao mesmo tempo em que os EUA restringiam a entrada de vários produtos brasileiros, causando um prejuízo anual de aproximadamente US$ 3 bilhões ao País. Os americanos fecharam o ano de 1996 com um superávit de US$ 2 bilhões devido a abertura comercial brasileira. O Brasil sugeria aos demais países latino-americanos a idéia de negociar em bloco seus interesses, consolidando o Mercosul, assim chegaria fortalecido à Área de Livre Comércio das Américas (Alca), a ser formada a partir de 2005. Já os EUA defendem a negociação de país a país. Além disso, os americanos estavam bastante receosos da gradativa aproximação entre o Mercado Comum Europeu e o Mercosul. A abertura estava longe de seguir uma via de mão dupla.

O que houve depois

A via de mão dupla ainda está longe de se concretizar. A pressão para que o Brasil acelere o processo de negociação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca) com EUA continua. Nos últimos dias, três episódios deixaram claro para alguns diplomatas brasileiros que o Brasil corre um sério risco de ficar isolado na América do Sul. Um dos primeiros golpes foi o anúncio de negociação de acordo de livre comércio do Chile com os Estados Unidos, o que inviabiliza qualquer possibilidade de o país integrar um bloco sul-americano de comércio. Dessa forma, chega ao fim o objetivo do Brasil de expandir o Mercosul e o fortalecer para assim conseguir negociar com os EUA em torno da Alca. A Argentina também já corre para aceitar a proposta americana. O presidente chileno Ricardo Lagos sugeriu a antecipação para 2003 o início de formação da Alca. Além disso, Equador e El Savador estão dolarizando suas economias. Com isso tudo, parece não haver futuro para o Mercosul.

 

O QUE VESTIR?

Teste as opções do guia da Moda de ISTOÉ e confira como é fácil se vestir sem
medo de errar

HOMEM MULHER
ENTREVISTA

Genoino diz que o PT tem direito de criticar o governo e prevê crescimento

SUA OPINIÃO

Bush afirmou em discurso que os EUA ajudam a “libertar as nações”. Você concorda com ele?

MAIS UM!

Cientista anuncia décimo planeta do Sistema Solar

DITADURA

Livro traz histórias e memórias nos 40 anos do golpe militar no Brasil

DIVIRTA-SE

Você consegue identificar uma
fraude fotográfica?

AMOR PERFEITO
Avalie se você, de fato, conhece sua cara metade
INTERATIVOS
Kama Sutra
Altar virtual
Jardim Perfumado
Tarô
Realejo
 
| ISTOÉ DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | PLANETA | EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE | AVISO LEGAL |
© Copyright 2004 Editora Três