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Caso PC
Gostaria de parabenizar a brilhante atuação da ISTOÉ
como veículo de informação, não apenas
neutro, mas, sobretudo, investigativo. A revista tem a cara e as
posições ideológicas às quais todos
nós, brasileiros, sedentos de verdade e de Justiça,
buscamos. Parabéns, especialmente, pela participação
decisiva no caso PC Farias. Como assinante, testemunhei o empenho
ímpar de ISTOÉ pela verdade, não digerindo
informações propositadamente deturpadas. É
por isso que ISTOÉ ainda é a única revista
coerente e digna do Brasil. Xeque-mate (ISTOÉ
1573).
Rafaela Alves Pacheco
Fortaleza - CE
Se toda a imprensa agisse com imparcialidade, nossa Justiça
seria com certeza mais cobrada e como resultado teríamos
nomes do peso do sr. Augusto Farias envolvidos nas mais diversas
tramóias deste país.
Sinval M.Sampaio Júnior
Fortaleza - CE
Brilhante o desfecho do seu Caso encerrado PC, saudações.
O Caso encerrado da revista Veja de 7 de agosto de 1996 tentou jogar
para baixo do tapete um dos crimes mais descarados do coronelismo
brasileiro. Muito além de compartilhar desta farsa ISTOÉ
não se convenceu e mostrou que o seu Caso encerrado
(três anos depois) tem uma trama e um desfecho muito diferentes,
onde existem culpados, com nomes e sobrenomes. É imprescindível,
num país corrupto e omisso como o Brasil, um jornalismo investigativo
e responsável, sem sensacionalismo, com a ética da
ISTOÉ.
Silvia Wermelinger
Califórnia - EUA
Se a revista ISTOÉ através do seu trabalho digno dos
melhores elogios não tivesse persistido e demonstrado através
dos fatos, mais que reais, e que alguns ainda teimam em não
querer ver, Augusto Farias estaria mais uma vez longe do julgamento.
André Ribeiro
Maceió - AL
Enquanto outros órgãos da imprensa aceitavam passivamente
a tese do homicídio seguido de sucídio, a revista
ISTOÉ foi à luta, deu voz a quem ousava
discordar da versão falhares. Esta revista levantou
dúvidas sobre o laudo da autoridade legista Badan
Palhares de Campinas, sugerindo a tese de um duplo homicídio.
Valeu ISTOÉ! Mais uma vez foi um banho na concorrente.
Lourival Augusto
Salvador - BA
l
Parabéns bela busca incessante que vocês tiveram pela
verdade neste caso. Sempre fui um assinante da Veja até que,
não sei por que motivo, ela ficou defendendo Augusto Farias
e aquela absurda tese de suicídio.
Marcelo Oliveira
Atlanta - EUA
l
A matéria de capa é um tapa na cara da concorrente,
que, na época do assassinato de PC Farias, rapidamente assumiu
a tese vergonhosa da Unicamp - Badan Palhares. Parabéns a
ISTOÉ, que sem dúvida alguma é a revista mais
séria deste país.
Haroldo Michiles
Brasília - DF
n CPI
A sociedade está se organizando, aos poucos estamos chegando
ao Primeiro Mundo. Não é nada mau para os nossos maus
políticos esta oportunidade de melhorar e pensar que o Brasil
está mudando, pra melhor é claro. Nada OK para
o senador (ISTOÉ1573).
Isaac Soares de Lima
Maceió - AL
É lamentável que uma revista de âmbito nacional,
que deveria primar pela imparcialidade e apuração
dos fatos, antes de publicá-los, se preste a ficar queimando
o senador Luiz Estevão na fornalha político-partidária.
Só quem é petista ou coisa parecida ainda não
percebeu, ou não quis perceber, a vergonhosa armação
para desestabilizá-lo.
Lorena Araujo
Brasília - DF
Depois de tantas súplicas populares, finalmente o Brasil
começa a mostrar sua cara: um covil de ladrões e de
criminosos.
Ezio Flavio Bazzo
Brasília - DF
Estou indignada com o que estão fazendo com pessoas, famílias
e com o nome de Campinas. Eu estava eufórica com a vinda
desta CPI, pois pensei que realmente fôssemos ficar livres
deste narcotráfico que nos ameaça e nos aprisiona,
mas diante das acusações feitas em rede nacional e
não provadas, me desiludi profundamente.
Ana Lúcia Pannain
Campinas - SP
A reportagem Nada OK para o senador (ISTOÉ 1573)
comete graves equívocos em relação à
minha pessoa. Não sou acusado pelo relatório da CPI
do Judiciário pela prática de nenhum crime. O trecho
do relatório citado entre aspas simplesmente não existe
no documento assinado pelo relator Paulo Souto. Os documentos publicados
pelo Correio Braziliense foram fornecidos à CPI pelo próprio
Banco OK e não provam nada. A discussão sobre o afastamento
da direção das empresas é velha de mais de
um ano, quando o Tribunal Regional e o Tribunal Superior Eleitoral
rejeitaram, unanimemente, ação neste sentido impetrada
pelo PT do DF contra a minha candidatura ao Senado. Quem vazava
informações da CPI (inclusive protegidas por sigilo
constitucional) era o senador José Eduardo Dutra, que por
isso mereceria ser processado por quebra de decoro. Minha queixa
contra a repórter Maria Lima era tão procedente que
a nota distri-buída pelo serviço de tempo real da
Agência Globo foi corrigida logo em seguida.
Luiz Estevão
Senador
Brasília - DF
ISTOÉ responde: 1) A falsidade ideológica
é tratada pelo relator Paulo Souto (PFL-BA) no capítulo
XVIII do relatório intitulado Enquadramento dos responsáveis
por ilícitos penais. Nele são expostas na página
342 as suspeitas de que o senador Luiz Estevão teria apresentado
documentos forjados para tentar justificar o recebimento de US$
34 milhões desviados das obras do fórum paulista.
ISTOÉ publicou trecho de um resumo do relatório de
Paulo Souto elaborado e divulgado pela própria CPI, com o
aval do relator. 2) ISTOÉ reafirma que os documentos citados
na reportagem contradizem a afirmação, feita através
de nota pelo senador Luiz Estevão, de que ele teria se afastado
da direção de suas empresas em 1994.
3) O senador Luiz Estevão alega que sua queixa contra a repórter
Maria Lima era procedente, mas não justifica por que ameaçou
a jornalista.
Greca
A propósito da matéria O bolão da vez
(ISTOÉ 1573) tenho a esclarecer: repudio as ilações,
totalmente falsas, sobre um suposto caixa de campanha. Se falaram
em meu nome, isto foi em vão e sem qualquer conhecimento
ou ordem minha. Interpelarei judicialmente todos os que neste sentido
me difamam. O festival de acusações-show só
serve aos meus opositores no Paraná. A população
local já sabe disso e por isso não os temo. Esclareço
ainda aos leitores: sou o agente da moralização do
setor de bingos do País. Enfrentei sabatina no Senado federal
e esclareci àquela Casa por vontade própria, já
que pedi ao presidente do Congresso, senador Antônio Carlos
Magalhães, a chance de falar das ações sonegadoras
no dia 18 de novembro. Na ocasião, abri o meu sigilo bancário
e telefônico para as instâncias competentes de investigação.
Nada devo. São de minha iniciativa as três investigações
existentes para apurar denúncias de irregularidade. As três
em esferas diferentes da administração. No âmbito
interno, determinei sindicância no Instituto Nacio-nal do
Desenvolvimento do Desporto (Indesp). No âmbito externo, solicitei
auditoria da Secretaria de Controle Interno, do Ministério
da Fazenda, bem como abertura de inqué-rito na Polícia
Federal, do Ministério da Justiça. Pessoalmente, apóio
o projeto do líder do governo no Senado, José Roberto
Arruda, de extinguir os bingos. Sou contra o jogo. Mas enquanto
agente público cumpro a Lei Pelé, que os autorizou
no País, de acordo com a vontade soberana do Congresso Nacional.
Quero luz sobre o assunto, porque mantenho firme o propósito
de servir ao Brasil com energia limpa.
Rafael Greca de Macedo
Ministro de Estado do Esporte e Turismo
Brasília - DF
Infância
É formidável saber que ainda há instituições
que conseguem reeducar adolescentes ensinando-os a conviver e trabalhar,
buscando a auto-estima em atividades naturais como as oferecidas
pelo Projeto Vida Nova. Normalmente ONGs tratam carentes e adoslescentes
infratores como se estivessem marcados e só pudessem alcançar
ou se relacionar com atividades nas órbitas do mundo das
artes. Fico entusiasmada em saber que há interessados em
levarem esses garotos a conviver com advogados, promotores, juízes,
etc., ou seja, há pessoas que acreditam que as criaturas
mais humildes poderão um dia ser doutoras. Além
das muralhas (ISTOÉ 1573).
Lúcia A. Mendez
Campinas - SP
Concorrência
Cumprimento e refiro-me à reportagem Com olho gordo
no real (ISTOÉ 1573). Informo-lhe, por oportuno, que
o tema cédulas em polímero não
foi objeto da conversa mantida entre o vice-presidente da República,
Marco Maciel, e o príncipe Phillipe, da Bélgica.
Roberto D.M.Parreira
Chefe de Gabinete da Vice-Presidência da República
Brasília - DF
Caetano
Deploro imensamente as frases publicadas na coluna da Semana ISTOÉ
1573 por Caetano Veloso. Ele empresta sua voz a opiniões
arcaicas e ultrapassadas há várias décadas,
que primam pela completa ignorância e pela capacidade em reavivar
rusgas artificiais no seio de nosso povo luso-brasileiro.
Paulo Ricardo Diniz Filho
Belo Horizonte - MG
Alexandrina Meleiro
Como médica e paciente, sendo portadora de artropatia soronegativa,
achei fantástica a abordagem que a colega fez. É exatamente
a sensação que sinto: vergonha de dizer que estou
doente, que sinto dores e que preciso me cuidar. Parabéns
à colega e à revista. Médicos rebeldes
(ISTOÉ 1572).
Ana Margarita B. Cordeiro
Salvador - BA
Violência doméstica
Sobre a reportagem Lar, duro lar (ISTOÉ 1572),
eu queria dizer que pior do que a violência dos maridos contra
suas esposas é a violência delas contra elas próprias.
É preciso ser muito doente para continuar numa relação
onde a violência física parece ser uma constante. Não
há baixa estima que justifique isso. Antes dessas mulheres
irem a uma delegacia se colocar na posição de vítimas
e de coitadas deveriam ter a dignidade de sair desse casamento e
assim mostrar para si mesmas e aos demais membros da família
que ainda têm um mínimo de amor próprio.
Jorge de Brito
Belo Horizonte - MG
Errata
Na foto do enterro de PC Farias, publicada na pág. 24
da reportagem Xeque-mate (ISTOÉ 1573), Augusto
Farias está à esquerda e não à direita
da urna.
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