Veja também outros sites:
Clique para vê-la ampliada
EDIÇÃO Nº 1748
 Capa
 Índice
 ISTOÉ São Paulo
 Exclusivo Online
 EDITORIAS
 Artes & Espetáculos
 Brasil
 Ciência & Tecnologia
 Comportamento
 Economia & Negócios
 Internacional
 Medicina & Bem-Estar
 SEÇÕES
 A Semana
 Avenida Brasil
 Cartas
 Editorial
 Em Cartaz
 Entrevista
 Fax Brasília
 Gente
 Século 21
 Viva Bem
 SERVIÇOS
 Edições Anteriores
 Biblioteca
 Fale Conosco
 Newsletter
 Assinaturas
 Publicidade
 Expediente
 
 Busca
 Procure outras matérias
 
Reportagens
Senado 30/05/2001

ACM deu chabu
Num "estilo" Jânio Quadros, o senador baiano se disse vítima de "poderosas forças" e renunciou ao mandato sem nenhuma revelação bombástica contra FHC

Leia as reportagens de ISTOÉ que deram
origem ao caso do painel do Senado:

• Abaixo da cintura
• Fisgado pela voz
• É hora de agir

Dê sua opinião sobre a renúncia de ACM

Ana Cristina Aleixo

Roberto Barroso/Agência Brasil

Em seu discurso de renúncia, iniciado às 15h15 no Plenário, o senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) apresentou-se como vítima de uma farsa montada com a ajuda de "poderosas forças" e disse que embora tenha sido crucificado pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, não se calará diante dos fatos. "Desmascarei e continuarei desmascarando os ladrões, os criminosos de todos os crimes, julgadores de minha conduta ética que são desprovidos de conduta própria para fazê-lo", ameaçou ACM.

Em seguida, o senador criticou o presidente Fernando Henrique Cardoso e citou dados dos órgãos do governo para alertar que o País está à beira da falência: de dezembro, de 1994, a março, de 2001, a dívida líquida do setor público passou de R$ 153 bilhões para R$ 589 bilhões e o passivo externo líquido chega a 70 % do PIB. O senador reclamou ainda das taxas de desemprego e das cargas tributárias e aconselhou FHC a "mudar a orientação" no tempo que lhe resta para ver se consegue recuperar o prestígio que o elegeu duas vezes. ACM lamentou ainda o preço elevado que a população irá pagar pela crise energética. O senador também criticou o Judiciário, citou a absolvição do ex-deputado Sérgio Naya no caso do desabamento do edifício Palace II, no Rio, e disse que o juiz Nicolau dos Santos Neto, o "Lalau", será solto.

"Mas o que mais me aterroriza é o apagão moral", emendou o cacique baiano, referindo-se novamente à atuação do Conselho de Ética no episódio de violação do painel eletrônico. Para ele, os senadores não buscaram a justiça, mas sua condenação política, o que satisfaria o governo. ACM reclamou da falta de isenção dos integrantes do conselho, mas disse sair do processo convencido de que eticamente tinha razão e que FHC o alforriou do compromisso de acompanhar até o fim o longo declínio de seu governo "Sem mandato, sinto-me mais livre do que nunca para trabalhar pelo Brasil."

Com a renúncia, a vaga de ACM no Senado será assumida pelo seu suplente, Antônio Carlos Magalhães Júnior, seu filho mais novo.

ACM anunciou ainda que está voltando para a Bahia para receber o carinho de seus amigos; artistas, motoristas de táxi, comerciários que reconhecem seu valor.

Dê sua opinião sobre a renúncia de ACM

 



Kama Sutra
Altar virtual
Jardim Perfumado
Tarô
Realejo
ÚLTIMAS
INDICIADOS: Máfia dos fiscais vai para o banco dos réus
ESTÁ PERTO: Dirceu quer expulsão dos radicais do PT

NAMORO:
PPS está de
olho no Ministro
das Comunicações

MUNDO CÃO: Japoneses lançam tradutor de latidos

SUPERMÁQUINA!

Pesquisa liga mulheres e automóveis. Clique e diga se a sua musa é uma Ferrari, um Porsche, uma BMW ou uma Mercedes

E O OSCAR
VAI PARA...
Sem brilho
habitual,
cerimônia vira
palanque político
ENQUETE
A Casa Branca tirou do cardápio de Bush as referências à cozinha francesa. Mas cometeu um deslize. Tente descobrir qual.
QUAL É SADDAM?

O ditador tem
vários sósias
para ajudar na
sua segurança. Clique e tente adivinhar qual é o Saddam verdadeiro

| ISTOÉ ONLINE | DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | PLANETA | ÁGUA NA BOCA | EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE |
© Copyright 1999/2001 Editora Três