| ISTOÉ
elege o Brasileiro do Ano
No prêmio promovido pela Editora Três, Paulo Renato Souza, ministro da Educação,
foi escolhido como o brasileiro de maior destaque em 2000. As revistas Dinheiro
e ISTOÉ Gente destacaram respectivamente o Empreendedor e a Personalidade do Ano Luciana
Ackermann
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Rodrigues |  |
| Paulo Renato
(à esq.) recebe o troféu de Domingo Alzugaray | "Este
prêmio é destinado ao pequeno grupo de pessoas que se destacou no
ano de 2000, representando o desejo de 170 milhões de brasileiros de tornar
o Brasil mais forte, próspero e justo". Esta foi a afirmação
de Domingo Alzugaray, editor e diretor responsável pela Editora Três,
na abertura da homenagem aos Brasileiros do Ano, realizada nesta segunda-feira
na casa de espetáculos DirecTV Music Hall, em São Paulo. A forte
sensação de desenvolvimento e de progresso do Brasil foi o ponto
alto da premiação. A perspectiva otimista de continuidade deste
processo de evolução para o ano de 2001 também foi marcante.
E as projeções positivas vieram de todos os lados. Nesta eleição,
foram escolhidas pessoas que ofereceram ao País novas possibilidades nas
mais diversas áreas. Cada publicação semanal da Editora apontou
cinco brasileiros que se destacaram em 2000. ISTOÉ
elegeu como Brasileiro do Ano o ministro da Educação, Paulo Renato
Souza e destacou o senador Pedro Simon na política, Viviane Senna na área
social, Edemar Cid Ferreira na cultura e José Fernando Perez e Fernando
Reinach na ciência. Para a revista Dinheiro o Empreendedor do Ano foi o
empresário Eugênio Staub, dono da Gradiente. Junto com ele estão
Abílio Diniz, do Pão de Açúcar, Roberto Setubal, do
Itaú, Jorge Gerdau, da Gerdau e Fernando Xavier, da Telefonica. A prefeita
eleita de São Paulo, Marta Suplicy, foi a Personalidade do Ano de ISTOÉ
Gente ao lado de Milton Nascimento, Jô Soares, Raul Cortez e Luciano Huck.
As três revistas serão vendidas juntas em um pacote que custará
apenas R$ 9,90. Plenário
informal
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Rodrigues |  |
| PMDB fez
reunião de peso. À frente Pedro Simon (esq.) e Renan Calheiros,
junto com Michel Temer (fundo, à dir.) | A
festa permitiu o encontro de pessoas das mais variadas áreas. Artistas,
jornalistas, publicitários, empresários, banqueiros e políticos.
Esta última ala teve uma grande presença de integrantes do PMDB
e do PT. Em uma mesa confabulavam os senadores José Sarney, Gilberto Miranda,
Renan Calheiros, além do premiado Pedro Simon, e o presidente da Câmara
dos Deputados, Michel Temer. No meio do salão, os deputados petistas José
Genoíno e Aloísio Mercadante trocavam idéias com o apresentador
Jô Soares e o jornalista Nirlando Beirão. Ao lado destes, Marta Suplicy
reinava em seu esplendoroso vestido vermelho.
| Alan
Rodrigues |  |
| Sarney, Alzugaray
e Jô Soares | Nessas
rodas políticas, a campanha presidencial de 2002 dava o tom da conversa.
José Sarney avalia que o presidente impreterivelmente deve ser um estadista,
visando sempre o coletivo. "É uma mistura de competência, destinos,
qualidade e às vezes até defeitos. Quando o presidente não
tem o perfil adequado, a própria história expulsa-o seja por meio
do suicídio, renúncia ou impeachment. De alguma maneira, quando
não se está à altura do momento histórico fica de
fora. Parafraseando Guimarães Rosa, que dizia que viver é perigoso:
ser presidente é muito perigoso", alerta o ex-presidente da República.
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