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Desejo: enquanto o plasma
50'' Ambilight da Philips fica ainda
maior, projetando cores na parede,
o gigante de 71’’ da LG impressiona por ser o maior
do mercado |
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| Entretenimento |
| Cinema em casa |
Em tempos de Copa, televisor é rei.
Conheça as diferenças entre plasma
e LCD, e escolha o melhor modelo para
se sentir nos gramados da Alemanha |
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| Luciana Sgarbi |
Ronaldinho recebe a bola pelo meio, avança para a zaga, dribla o primeiro, dá um chapéu no segundo, o goleiro se adianta... Gol! Só quem costuma assistir a lances como este sabe a importância de ter um bom televisor. Portanto, caso não pense em comprar passagens para Berlim, você pode pendurar uma janela de cristal líquido em sua parede, se esparramar no sofá e sentir a emoção de estar a poucos metros do maior espetáculo de futebol do planeta.
Expostas como jóias na maioria das lojas de eletrônicos, as telas planas são as atuais vedetes. Uma das líderes neste segmento, a Samsung, faturou no ano passado cerca de US$ 10 bilhões com a venda desses aparelhos. Extremamente finos, média de nove centímetros de espessura, e com imagem de alta definição, que se traduz em excelente nível de contraste de cores, os televisores com a tecnologia LCD (Liquid Cristal Display) e plasma são aparentemente semelhantes, mas trazem diferenças que pesam no bolso.
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Versátil: o LCD
de 23'' da LG vem com DVD embutido
e roda filme, fotos ou a música favorita |
Fórmula – Nos dois sistemas, a imagem
é formada por minúsculas células entre duas
placas de vidro, que emitem luz ao receberem energia elétrica.
Enquanto o
LCD produz imagens utilizando cristal colorido, no plasma elas são
formadas por gases contidos em diminutas células, com o mesmo
princípio de funcionamento
das lâmpadas fluorescentes. Ao comprar, é importante
estar atento ao nível de contraste do aparelho. Quanto maior
for, mais diferenças entre cores terá, proporcionando
assim profundidade e sensação de realismo às
cenas. “A qualidade de imagem é praticamente imperceptível
em ambas as tecnologias,
sendo o custo a grande diferença. Uma tevê de plasma
de 42 polegadas é mais barata que uma de LCD com a mesma
medida”, explica Fernanda Summa,
gerente de produtos da LG Electronics.
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Realismo: o plasma de 42''
da
Samsung gera 550 bilhões de cores e tem potentes caixas
de som. Com ele será difícil desgrudar os olhos
da tela |
Se antes esses aparelhos ficavam apenas nos sonhos, hoje já são realidade em muitas salas. Fabricar os tais televisores em território nacional, somado à queda do dólar, permitiu uma redução no custo de 50%. Antes, um plasma de 42 polegadas custava em média R$ 23 mil, hoje sai por R$ 10 mil. “O consumidor ainda tem a opção de parcelar em até 12 vezes. Dessa forma, ficou fácil ter um produto sofisticado”, diz Caio Catto, gerente de negócios da Philips, que oferece telas de LCD com 17 polegadas a R$ 2.300. “Hoje o consumidor tem opções. Não é preciso muito para desfrutar de uma tecnologia de ponta”, afirma. Vale ressaltar que na hora de adquirir um produto desses é preciso levar em conta o espaço disponível em casa para sair ganhando economicamente. Se deseja uma tela grande, acima de 42 polegadas, compensa adquirir o plasma. Abaixo de 32 polegadas, os especialistas indicam o LCD.
Após escolher a tecnologia ideal para seu bolso e gosto, é chegada a hora de ficar em dúvida entre os opcionais de cada fabricante. A Philips traz uma das novidades mais atraentes do mercado, a Flat Ambilight de 50 polegadas, que detecta a cor predominante numa cena e projeta sua luz pelas laterais do aparelho. Desse jeito, qualquer joguinho amador vira Copa do Mundo.
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