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Handout/Reuters  
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Sensual e solidária
Um ensaio fotográfico mostrando a top model Naomi Campbell com o modelo Tyson Beckford, feito pelo fotógrafo francês Patrick Demarchelier (autor do Calendário Pirelli 2005), está em exposição em Nova York na galeria Tony Shafrazi. O trabalho foi feito em Paris e será levado a leilão nos EUA com a renda revertida para as vítimas do tsunami na Ásia.
 
 

Pernalonga em 2772
Os estúdios da Warner Bros lançam no segundo semestre desse ano uma versão totalmente renovada da turma do Pernalonga (o desenho foi criado na década de 30). O simpático coelho de traços arredondados e cara divertida terá ares mais sisudos e futuristas (ao lado). O novo nome da turma será Loonatics, as histórias se passarão no ano de 2772 e cada personagem terá um poder especial para o combate ao crime. “Esse Pernalonga revitalizado estará mais próximo da realidade das crianças de hoje”, diz Sander Schwartz, diretor de animação da Warner Bros.
 
 
Cathal Macnaughton/ EFE

Balada do divórcio
Enfim, sós. Quem não conhece essa tolinha expressão? Os recém-casados dão uma festança e quando todos os convidados vão embora, aí marido e mulher dizem: “Enfim, sós”. Esse chavão significa que eles estão contentes porque ficarão sozinhos a dois. Pois bem, a nova tendência nos EUA, no campo conjugal, é a de utilizar o “enfim sós” com o sentido de que cada um dos cônjuges vai ficar sozinho mesmo. É um “enfim sós” que pode ser traduzido em “que alívio” ou “graças a Deus que aquele trambolho ou aquela mala vai embora da minha vida”. Tanto isso é verdade que o novo “enfim sós” americano também se fala depois de uma festa. Uma festa de separação! Uma balada para comemorar que o casamento já era. Está valendo cada um dos ex-cônjuges dar a sua festa separadamente, e está valendo também darem a festa juntos. É a celebração da solteirice. Segundo o The New York Times, os adeptos dessa tendência explicam que o divórcio já foi motivo de vergonha social, mas hoje é encarada como um rito de passagem que pede comemoração. “A sociedade tem necessidade de rituais para marcar estágios importantes e difíceis da vida”, diz o psicólogo David Popenoe, da Universidade de Rutgers.

"É um pouco como festejar uma dor de dente. O que se pode comemorar é o fato de um casal se separar e as partes continuarem sendo amigas"
Da professora Magdalena Ramos, coordenadora do núcleo de Casal e Família da PUC de São Paulo, para ISTOÉ

"Entre os brasileiros que gostam, por exemplo, de festas de Halloween,
a festa de descasamento pode virar uma tendência. Deveriam inventar a desformatura, o desbatizado e o desnascimento"
De Washington Olivetto, publicitário e presidente da W/Brasil, para ISTOÉ

 
 
Fábio Motta/Ag. AE  

Mais Brasil beleza
A cor continuará a ser verde. Só que daqui para a frente
o verde estará num biquíni e não mais num shortinho. Esse é o novo uniforme das moças brasileiras do vôlei de praia (quem posa na foto é uma modelo). O top poderá ser branco ou amarelo. “Trocamos o short pelo biquíni para dar maior conforto e maior mobilidade às atletas”, diz Ary Graça, presidente da Confederação Brasileira de Vôlei. As jogadoras gostaram do biquíni. O público então vai amá-lo.
 
 
 

Pinguins descobrem e
gostam da opção gay
Veterinários alemães do Zoológico de Bremerhaven se meteram na maior gelada: eles isolaram um grupo de pinguins machos e os deixaram convivendo apenas entre si. Queriam medir o tempo que eles suportavam se abster de relações sexuais sem ficar agressivos. O tempo foi passando, passando, e os pinguins se mantiveram dóceis. Os veterinários já estavam a ponto de concluir que a interrupção da atividade sexual não alteraria o comportamento desses animais, quando veio a surpresa: eles estavam transando entre si, ou seja, sem pinguim fêmea por perto, decidiram quebrar o galho um do outro. Os veterinários recolocaram então as fêmeas no mesmo viveiro, só que esses pinguins, que antes eram heterossexuais, parecem ter gostado da experiência gay – continuaram transando entre si. A direção do Zoológico de Bremerhaven decidiu então importar pinguins fêmeas da Suécia para reverter a nova opção de seus pinguins machos. As suecas não despertaram neles a menor atração sexual.
 
 
 

Lágrimas na cena final
Pesquisa junto aos ingleses feita por um pool de canais de tevê da Grã-Bretanha; qual a cena final de um filme que os fez chorar na vida? Ficou em primeiro lugar a cena da despedida entre o ET e o menino Elliot, na qual o extraterrestre acende o seu dedo vermelho e toca o dedo do garoto. Titanic (1997) também está entre os filmes de finais chorosos.
 
 
 

Pavel não degelou.
E Kournikova continua virgem
Ele faz a bola correr sobre o gelo, ela faz a bola pular na quadra. Ele é o russo Pavel Bure, famoso em seu país porque é um dos melhores jogadores de hóquei sobre o gelo. Ela é a tenista Anna Kournikova, famosa em todo o mundo pela sua beleza e pela sua competência quando dá raquetada na bola. Só que o alegre Pavel agora anda casmurro ao ver a sua fama associada à outra atividade: a atividade sexual. A revista Arbat Pretige Teleguide publicou uma reportagem afirmando que ele tirou a virgindade de Kournikova. Pavel ficou bravo e declarou peremptoriamente que namorou Kournikova, mas que nunca transou com ela. Mais: sentiu-se ofendido moralmente e exigiu uma indenização US$ 10 milhões. A sua declaração, a sua vergonha e o pedido de indenização estão dando margem a um grande falatório nos meios esportivos da Rússia: tem jogador de hóquei dizendo que Pavel não conseguiu deixar o gelo e entrar na quadra. Pura inveja, é claro.
 
 

Lembra do jingle?
“Juquinha quando está chupando bala, não pára, não fala, nem dá doce, nem bala”

 

 
 

O mundo chupa balas Juquinha
As balas Juquinha, quem diria, ganharam o mundo. Criado há 60 anos em São Paulo, esse caramelo é um dos mais antigos do País e o seu jingle que tocava no rádio e na tevê é até hoje um dos dez mais lembrados da propaganda nacional. Agora, as vendas das balas Juquinha no Exterior representam metade do total de negócios da empresa. São 47 países que chupam balas Juquinha.