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Por
Sara Duarte
Colaboraram: Thago Asmar
Musa
modernista
Ana Paula Arósio já está em clima de comemoração pelos
450 anos de São Paulo. Estrela da minissérie global Um
só coração, essa paulistana do bairro de Santo Amaro interpreta
a corajosa Yolanda Penteado, mecenas modernista que ajudou
a fundar o Museu de Arte Moderna (MAM). Na produção, que estréia
em 6 de janeiro, a atriz usa roupas comportadas como este
maiô dos anos 30. Mas no sábado 13, durante o coquetel de
abertura da exposição Um só coração, uma história de amor
com São Paulo, no MAM, vestirá algo bem mais ousado: um
vestido Caio da Rocha, preto e branco e cheio de bordados,
inspirado na Semana de Arte de 1922.
Dama
de aço
Vale-tudo é esporte de homem, certo? Para a carioca Ana Carolina
Pinho, não. Lutadora de boxe e jiu-jítsu, neste mês, em
Curitiba, ela enfrenta a paraense Maria do Carmo Teixeira, mais
conhecida como Carmen Casca Grossa, na primeira luta oficial
de vale-tudo feminino no Brasil. “Para praticar este esporte,
não é preciso ser masculinizada. Fazer arte marcial não significa
ser mulher-macho”, diz Ana. Detalhe: para não machucar os rostinhos,
quando as lutadoras estiverem no chão, não serão permitidos
socos, chutes, joelhadas ou cotoveladas. Arranhar, puxar o cabelo
e beliscar, pode.
Jóia
da coroa
Na entrega do Prêmio Nobel, na Suécia, a princesa Victoria,
26 anos, arrasou. Na condição de futura chefe de Estado, a
filha do rei Carl Gustav e da rainha Silvia surgiu num vestido
de seda e coberta de jóias. Sua elegância ofuscou Catherine
Zeta-Jones, que usava um
pretinho básico. Formada em ciências sociais, Victoria aprendeu
os segredos do protocolo em estágios na ONU e na Embaixada
da Suécia, em Washington. Enquanto não assume o trono de majestade,
curte a vida. Recentemente, ficou noiva do professor de educação
física Daniel Westling, 30 anos. Na semana passada, foi flagrada
na Armani de Paris (à esq.), onde comprou um par de brincos.
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