| Morreu
o “pássaro”
Quarta-feira 12, fim de uma ensolarada tarde no Rio de Janeiro,
na badalada Praia do Pepino. Edvaldo Souza da Silva, o Valtinho,
27 anos de idade e 15 anos de esporte, fazia um vôo duplo
de asa-delta com a turista Ana Rosa Lapa dos Santos. Em seu
currículo de diversos prêmios, Valtinho acumulava o título
de campeão
do High Level Internacional. Ele voava tão bem e tão leve
que os amigos o chamavam de o “pássaro”. Mas no belo anoitecer
da quarta-feira a sorte não mais lhe seria madrinha: a sua
asa-delta chocou-se contra uma rocha sob a Pedra da Gávea.
Ele morreu na hora. Ana Rosa chegou a ser hospitalizada, mas
também faleceu. Ainda não se sabe a causa do acidente, mas
testemunhas alegam que a asa-delta teria se partido em pleno
vôo, a 150 metros do chão.
José
Paulo Barbosa
É com profundo pesar que informamos o falecimento
na quinta-feira 13 do presidente do Sindicato dos Trabalhadores
nas Indústrias Gráficas de São Paulo, sr. José Paulo Barbosa.
Ele morreu de infarto aos 42 anos.
Miss
coragem
A Miss Afeganistão, Vida Samadzai, ganhou o
prêmio Beleza por Uma Causa no concurso Miss
Planeta Terra 2003, realizado nas Filipinas.
Vida foi premiada pela coragem que teve de
participar do concurso, desafiando os costumes afegãos que
segregam a mulher. O governo do Afeganistão já declarou que
ela será processada,
caso regresse ao seu país.
Condenação
por DNA
O ex-policial civil José Pedro da Silva foi condenado na
terça-feira 11, em Brasília, pelo Tribunal do Júri, a 15 anos
de prisão. Ele matou a estudante Michelle de Oiveira Barbosa,
16 anos, em 1998. Foi a primeira condenação do País sem que
tenha sido achado o corpo da vítima – caiu o secular princípio
de que não há homicídio sem cadáver. A sentença baseou-se
num exame de DNA que comprovou que o sangue encontrado no
carro de Silva era da garota. Eles mantinham um romance sigiloso
porque Silva era casado. Michelle engravidou, ele não quis
assumir a paternidade e ela ameaçou tornar público o seu envolvimento
amoroso fora do casamento. Por isso morreu.
Mistério
nos Jardins
Na noite da quinta-feira 13, o vigia da rua França, no Jardim
Europa, bairro nobre de São Paulo, notou que o andar superior
de uma das casas estava pegando fogo. Chamou os bombeiros.
Dentro do sobrado foi achado o corpo carbonizado de Maria
Aparecida Fonseca Smith, 85 anos. Ela estava sobre a cama
com pés e mãos amarrados. Na entrada do quarto, outro corpo.
Era de Miriam Fonseca Smith, 61 anos, filha de Maria, morta
com quatro tiros no peito. Havia 65 latas de querosene na
casa e uma carta de desabafo supostamente escrita por Miriam.
Era ela quem cuidava da mãe, que sofria de mal de Alzheimer.
A casa não tinha sinais de arrombamento e nada parece ter
sido roubado.
Morreu
o ator Art Carney, que ficou famoso por participar
da série de tevê The honeymooners. Carney
ganhou o Oscar de melhor ator em 1974 pelo filme Harry, o
amigo de Tonto. Nos EUA, de causa não revelada, aos
85 anos. No domingo 9.
Recebeu
alta o ator Paulo Autran, 81 anos, que foi
internado no Hospital Sírio Libanês no dia 5
em coma e com pneumonia. Segundo os médicos, Autran
poderá retomar suas atividades normais em alguns dias.
Em São Paulo. Na sexta-feira 14.
Elevadas
para 30 anos de prisão pelo Tribunal de Justiça
de São Paulo as condenações dos sete
sequestradores do publicitário Washington Olivetto.
Inicialmente, eles foram condenados a penas que iam de 12
a 19 anos. Em São Paulo. Na quinta-feira 13.
Libertado
pelo Superior Tribunal de Justiça o líder sem-terra
José Rainha Júnior. Ele permaneceu preso durante
quatro meses sob a acusação de porte ilegal
de arma por decisão do juiz da cidade de Teodoro Sampaio.
No Pontal de Paranapanema. Na quarta-feira 12.
ISTOÉ
Visitaram ISTOÉ onde foram recebidos pelo editor e diretor
responsável da Editora Três, Domingo Alzugaray:
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O
presidente da Faap, Antônio Bias
Guillon, e o vice, Américo Fialdini Jr. |
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e
a deputada federal Zulaiê Cobra (PSDB) |
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