Veja também outros sites:
Clique para vê-la ampliada
EDIÇÃO Nº 1756
 Capa
 Índice
 ISTOÉ São Paulo
 Exclusivo Online
 EDITORIAS
 Artes & Espetáculos
 Brasil
 Ciência & Tecnologia
 Comportamento
 Economia & Negócios
 Educação & Cidadania
 Esporte
 Internacional
 Medicina & Bem-Estar
 SEÇÕES
 A Semana
 Avenida Brasil
 Cartas
 Editorial
 Em Cartaz
 Entrevista
 Fax Brasília
 Gente
 Século 21
 Viva Bem
 SERVIÇOS
 Edições Anteriores
 Biblioteca
 Fale Conosco
 Newsletter
 Assinaturas
 Publicidade
 Expediente
 
 Busca
 Procure outras matérias
 
 CARTAS
28/05/2003

Juros

Chega de mestres em economia, filósofos sociais e gênios financeiros. Chegou a hora de arriscarmos tudo. As nossas autoridades precisam ter coragem e competência para alavancar o sistema produtivo da Nação. Para que isto aconteça, o Brasil precisa ter a terceira maior taxa de juros do planeta. Não é possível que continuemos com a mentalidade de que o povo não pode ter dinheiro para gastar e a indústria só pode produzir mercadorias para serem exportadas. Segundo os tecnocratas, pouco dinheiro, pouca inflação. Se esta política econômica continuar a fazer parte da agenda dos governos que entram e saem do poder no Brasil,
a desigualdade social irá continuar indefinidamente e passaremos a
ser apenas uma nação “rica” em fazer planos sociais para saciar a
fome dos miseráveis, que estarão sempre aumentando. “Pronto para decolar” (ISTOÉ 1755).
Wilson Gordon Parker
Macaé – RJ


O governo Lula só tem dado boas notícias ao mercado nos seus
cinco meses de governo. O dólar caiu bastante, o risco Brasil igualmente, os investimentos internacionais aumentaram, sem falar na balança comercial que vai muito bem, obrigado. A queda dos juros é inevitável, uma vez que o risco do dragão da inflação despertar já é uma possibilidade remota.
Evandro Batista Prado
Campo Grande – MS


Só baixar juros, resolve?
Hermínio Silva Júnior
São Paulo – SP

Reformas

Acreditamos que se costurada a reforma da Previdência, o ministro Ricardo Berzoini deve retomar o combate à fraude e à sonegação e melhorar o atendimento ao cidadão. O combate à fraude deve ter prioridade na reforma da Previdência Social do Brasil, talvez a mais vulnerável do mundo, pois é por aí que, através dos anos, grandes
somas que deveriam ter sido destinadas à capitalização do sistema
para melhoria no atendimento aos seus milhões de segurados que
passam enorme necessidade por absoluta falta de opção, foram parar
em paraísos fiscais ou lançadas em contas pelo mundo afora.
Não podemos, contudo, esquecer dos ralos por onde vazam constantemente os pequenos “roubos” da Previdência. “O novo
velho rolo compressor” (ISTOÉ 1755).
Antonio Aurélio Ferreira
Cuiabá – MT


A reforma da Previdência vem batendo de frente com o obstáculo chamado “direitos adquiridos”, considerado cláusula pétrea da Constituição. Chegou a hora da verdade para o poder Judiciário. É justo um aposentado ou pensionista receber da Previdência Social valores mensais acima do maior salário previsto para os funcionários públicos, hoje em cerca de R$ 17 mil? É justo um pracinha, herói da Segunda Guerra, receber cerca de R$ 50 mil por mês, em um país onde o valor do salário mínimo é de R$ 240?
José Renato M. de Almeida
Salvador – BA

Delcídio Amaral

Muito interessante a entrevista com o senador Delcídio Amaral (PT-MS). Concordo quando ele destaca a atenção que deve ser dada à infra-estrutura pelo governo Lula. O atual governo deve se preocupar também com as reformas bancária e eleitoral; com o cooperativismo, notadamente o de crédito, com o planejamento global, tendo um plano nacional de desenvolvimento econômico e social; com as reformas já encaminhadas e com a redução do número de secretarias e ministérios, colocando programas lançados e a serem lançados nos ministérios anteriormente existentes, a exemplo do Fome Zero, que deve ser localizado e apoiado pela sua abrangência e tipos de atividades em certos ministérios setoriais, coordenado e avaliado, permanentemente, pelo Ministério do Planejamento. “É hora da fase II” (ISTOÉ 1755).
José de Jesus Moraes Rego
Brasília – DF

Caso Banestado

O caso Banestado juntamente com o escândalo dos grampos mostra que realmente nós brasileiros deveremos suprimir de nossas listas de votação o PFL e o PSDB. Sou particularmente muito grato ao governo FHC, mas duvido que o PSDB fosse seguir numa linha moral suficiente para retomar o crescimento do País. “Agora no Congresso” (ISTOÉ 1755).
Luis Alberto M. da Conceição
Trondheim – Noruega

Próxima
Kama Sutra
Altar virtual
Jardim Perfumado
Tarô
Realejo
DOMÍNIO ARTIFICIAL

Matrix reloaded sugere que as máquinas vão controlar tudo. Qual seria o andróide ideal para exercer
essa tarefa?

RÁPIDAS
ABAFA: Por que o governo não quer saber de CPIs
TRIO: FHC, Serra e Aécio armaram um plano para o PSDB

LUPA: Governo está de olho em Serasa e SPC

OAB: Eleição da nova diretoria divide advogados

POP STAR

Padre Marcelo
disse ao Papa
que gravará filme
para “evangelizar”

MAIS SEGURA

Jaqueta feminina
dá choques em
caso de assalto

MESTRE AOS 17

Estudante do
ensino médio faz
mestrado em universidade no CE

| ISTOÉ DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | PLANETA | EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE | AVISO LEGAL |
© Copyright 2003 Editora Três