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 EM
CARTAZ
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26/04/2002
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Jones:
temas sociais misturados às raízes da cultura negra |
Bill T. Jones/Arnie Zane Company (Porto Alegre, Teatro do
Sesi, dia 3; Brasília, Teatro Nacional, 5; São Paulo,
Teatro Alfa, de 7 a 9; e Rio de Janeiro, Theatro Municipal, 11 e
12) Vindo de uma família de trabalhadores rurais,
o coreógrafo americano Bill T. Jones que fundou a
companhia em 1982 com o também coreógrafo Arnie, falecido
em 1988 construiu carreira internacional levando para o palco
temas sociais que se misturam às raízes da sua própria
cultura negra. Militante de um trabalho envolvendo direitos civis
e conscientização sobre a Aids, Jones é frequentemente
citado como um dos grandes nomes contemporâneos das sapatilhas.
Com seu grupo de dez bailarinos, ele mistura técnicas de
várias e consagradas escolas de dança, que resultam
em belas coreografias teatrais.
(Apoenan Rodrigues)
Vale a pena
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Evento
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22 MPB (Florentino, av. Gal. San Martin, 1.227, Leblon,
Rio de Janeiro) Para o cartunista Jaguar, o Florentino é
um bar perfeito porque, além de boa comida e boa bebida,
tem garçons e maîtres telepatas. O reduto
de artistas e intelectuais está completando 22 anos com uma
série de exposições de caricaturas inéditas
de personagens da música, do futebol e da política.
A primeira versão de 22 MPB mostra Chico Buarque e
Vinicius de Moraes no traço de Cárcamo; Wagner Tiso
no de Chico Caruso; Tom Jobim no de Aroeira; Paulo Moura no de Paulo
Caruso; e Cartola no fantástico desenho de Lan. Como a ocasião
é de festa, o bar pavoneou suas toalhas com charges e as
contas são entregues junto a cartuns de Nani. (Eliane
Lobato)
Vale a pena
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| McCulloch:
à frente de uma das bandas-ícones dos anos 80 |
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Echo
& The Bunnymen (São Paulo, Credicard Hall, dias 27 e 29 de
maio; Festival de Alegre (ES), 30 de maio; e Rio de Janeiro, ATL
Hall, 31 de maio) – Quem viveu sua juventude nos anos 80 há de
se lembrar das memoráveis apresentações brasileiras da banda inglesa,
que recolocou a cidade portuária de Liverpool no cenário do rock.
O grupo desfrutou do verdadeiro sucesso durante quatro anos, terminando
com a morte do baterista Pete de Freitas num acidente de moto,
em 1988. Depois, o vocalista Ian McCulloch se lançou numa insossa
carreira solo. Também tentou reerguer a banda, em 1990, mas foi
só em 1997 que, junto ao guitarrista Will Sergeant, McCulloch
voltou para a estrada à frente do Echo & The Bunnymen. A atual
turnê é a de lançamento de seu mais recente álbum, Live in
Liverpool, no qual tocam e cantam antigos sucessos e novas
canções. Sem o baixista Les Pattinson, o conjunto lançou no ano
passado o álbum Flowers, um bom disco mas sem o apelo jovial
de então. Resta saber como McCulloch, Sergeant e seus novos homens-coelho
estão se comportando ao vivo. (Apoenan Rodrigues)
Vale a pena
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Thrills, com Andrew Birds Bowl of Fire (Trama)
Este é o disco de estréia do grupo do cantor e violinista,
datado de 1998, que a Trama lança no mercado brasileiro juntamente
com mais dois CDs: Oh! The grandeur (1999) e The swimming
hour (2001). Para conhecer o criativo e suingado trabalho da
banda americana, no entanto, é bom começar por Thrills.
Embora depois de ter ouvido os dois outros álbuns a impressão
que fica é que se trata de conjuntos diferentes, tal a diversificação
de estilos impressa por Bird. Em Thrills ora ele lembra um
Tom Waits menos ríspido, ora um chansonnier dos anos 50.
De seu violino tira sons que remetem ao balanço de New Orleans,
ao jazz da década de 40, mas também à inventividade
e densidade das canções de Brecht e Weill como se
a vida fosse um eterno cabaré. (Apoenan Rodrigues)
Ouça sem parar
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