EDIÇÃO Nº 1687
 Capa
 Índice
 Exclusivo Online
 EDITORIAS
 A Semana
 Artes & Espetáculos
 Brasil
 Ciência & Tecnologia
 Comportamento
 Economia & Negócios
 Educação & Cidadania
 Entrevista
 Internacional
 Medicina & Bem-Estar
 Política
 Editorial
 Seções
 SERVIÇOS
 Edições Anteriores
 Biblioteca
 Fale Conosco
 Newsletter
 Assinaturas
 Publicidade
 Expediente
 
 Busca
 Procure outras matérias

 

 CIÊNCIA E TECNOLOGIA
30/01/2002
Meio ambiente continua...

Cuidado: turistas
Acesso limitado à Ilha Grande, no Rio, é uma das saídas para conter a degradação provocada pelo excesso de visitantes

Valeria Propato

Pedro Agilson
Educação, controle do lixo e do esgoto

Chega o verão e o País inteiro tem a mesma idéia: deitar numa praia deserta, longe do relógio e da confusão da cidade. Recarregadas as baterias, na volta para casa o visitante traz quase sempre uma “infração ambiental” no currículo e nenhuma culpa. Quem nunca enterrou na areia uma ponta de cigarro, um papel amassado ou um copo de plástico, torcendo para não ser pego no flagra? Na maioria dos casos, não há intenção de poluir e destruir o planeta. Imagina-se que o mar é grande demais, a Terra é grande demais e uma lata de refrigerante no mato não trará tantos danos assim, mesmo que demore mais de 100 anos para se decompor. Desculpável ou não, a falta de educação obrigou o Brasil a se defender dos turistas.

O Ministério do Meio Ambiente, o Estado e o município do Rio de Janeiro acabam de assinar o Termo de Ajustamento de Conduta Ambiental para salvar a Ilha Grande, uma das maiores reservas de Mata Atlântica do Rio, com 106 praias de águas cristalinas espalhadas por 187 quilômetros quadrados. O termo prevê remoção de lixo, instalação de redes de esgoto, reflorestamento, fiscalização de pousadas e acampamentos, criação de programas de educação ambiental e, talvez, a mudança mais controversa, a limitação do número de turistas. A ilha abriga cinco mil moradores e recebe cerca de dois mil aventureiros nos fins de semana. Paulistas, cariocas, mineiros e argentinos são os frequentadores mais assíduos.

Vidal Cavalcante/AE
Apenas dez embarcações credenciadas e R$ 10 para dormir no mar

O turismo desordenado e predatório, aliado à ação dos nativos que alteram o ambiente para sobreviver, constitui a maior ameaça à preservação dos santuários ecológicos. Acontece em Morro de São Paulo, na Bahia, Jericoacoara, no Ceará, e Porto de Galinhas, em Pernambuco. Localizada a uma hora e meia de barco do município de Angra dos Reis, Ilha Grande não foge à sina. No Carnaval de 2001, ela recebeu 20 mil pessoas, sem ter estrutura para tanto. Na Praia do Abraão, onde desembarca e hospeda-se a maior parte dos turistas, há quatro valas de esgotos e um lixão sendo tratados pela Prefeitura de Angra. Das 67 pousadas, 27 são ilegais. Há 17 acampamentos irregulares. Alguns abrigam até 400 barracas, aterram o lixo na areia e oferecem um banheiro para 30 pessoas.

Leia mais nas próximas páginas:

Imposto ecológico pode ser cobrado em Ilha Grande

 

 


Por Maurício Bernis
Quiromancia
Horóscopo chinês
Altar virtual
I-Ching
Cartomancia
Biscoito da sorte
Realejo virtual
Runas
Numerologia
Tarô Online
ENQUETE

Acirra-se a briga pela Presidência nas eleições de 2002. Qual desses pré-candidatos você elegeria presidente?

• Aécio Neves
• Anthony Garotinho
• Ciro Gomes
• Itamar Franco
• José Serra
• Lula
• Michel Temer
• Paulo Renato
• Pedro Simon
• Roseana Sarney
• Tasso Jereissati
• Nenhuma das anteriores
Vote aqui
FÓRUM

O assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, está longe de ser esclarecido. As suspeitas envolvem, inclusive, a principal testemunha, o empresário Sérgio Gomes da Silva. Você acha que foi crime político ou crime comum?

 
 
 
| ISTOÉ ONLINE | DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | PLANETA | ÁGUA NA BOCA | EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE |
© Copyright 1999/2001 Editora Três