EDIÇÃO Nº 1687
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CARTAS

Morte do sequestrador

Quando Fernando Dutra Pinto morreu alguns amigos falaram que não ia dar em nada. Disse-lhes que a revista ISTOÉ, a qual voltei a ser assinante, não iria se calar e revelaria o que tinha acontecido porque não teme a realidade e não esconde os fatos. Lembrei-me das belas reportagens sobre o caso PC Farias. Mais uma vez vocês mostraram como se faz o jornalismo com a reportagem “Um crime quase perfeito” (1686). Parabéns. É por isso que todos nós que fazemos parte da família ISTOÉ (editores, repórteres, fotógrafo, leitores, etc.) somos vencedores do Prêmio Esso de Jornalismo, pela coragem de mostrar o que acontece com qualquer pessoa.
Joaquim Filho Lima Correia
Fortaleza – CE

Incrível, fascinante, perfeito. A bomba da semana foi o furo de reportagem da revista ISTOÉ sobre a morte de Fernando Dutra Pinto. Quando fiquei sabendo da notícia no Jornal da Record e no Jornal da Rede TV! corri para a banca para comprar um exemplar da revista. O assassinato do sequestrador foi desvendado com as revelações bombásticas do preso, que estava guardado a sete chaves pela Secretaria da Administração Penitenciária e a Corregedoria dos Presídios. Parabéns ISTOÉ por nos trazer, mais uma vez, a verdade dos fatos, o outro lado da informação oficial! Parabéns ao autor do artigo que nos envolveu com um texto direto e brilhante. Cada dia mais me orgulho de assinar a revista mais investigativa do Brasil.
Mauro Vaisman
Rio de Janeiro – RJ

Ao ler a reportagem sobre a morte do sequestrador Fernando Dutra Pinto, fiquei aterrorizada e indignada! Como pode ser admitido funcionários, em um lugar de “reeducação social”, que agem da mesma forma que os penitenciários agiram? Temos que tomar uma atitude, e não deixar como está! Talvez o lugar desses policiais seja ao lado deles, dentro da cela! De forma alguma estou defendendo o sequestrador em foco, que de santo não tinha nada, que já estava lá dentro cumprindo sua pena, e sim julgando o comportamento e a ética profissional desses policiais.
Camila Landi
São Paulo – SP

ISTOÉ mais uma vez saiu na frente e demonstrou que possui jornalistas conscientes, gabaritados e, principalmente, preocupados em desvendar as mazelas de nosso sistema carcerário. Lendo a matéria o que ficou evidenciado foi o total despreparo e autoritarismo dos carcereiros para com o detento Fernando Pinto. Já é notório, em quase todo o País, que as Secretarias de Administração Penitenciária não fazem sindicâncias sérias, acobertando com isso tais erros. Resta-nos saber agora a quem de fato interessou a morte desse sequestrador.
Thiago Del Sarto Azevedo
Jequié – BA

Embora seja completamente contra a tortura, discordo da atuação de determinados setores da sociedade na morte do sequestrador Fernando Dutra Pinto, principalmente as comissões de direitos humanos. Será que as tais comissões de direitos humanos foram às casas de Silvio Santos, Nelson Prado, Rosana Melloti, Washington Olivetto dar apoio as suas famílias? Essas pessoas sofreram as maiores violências, mas parece que direitos humanos aqui no Brasil só existem para bandidos. Que as comissões de direitos humanos passem a se preocupar mais com as vítimas que com os bandidos.
Kátia Maria Miranda de Oliveira
Salvador – BA

Meninos de rua

A reportagem é triste e reflexiva. Três elementos são os responsáveis pelo aumento de meninos e meninas de rua: a miséria, a violência e a rejeição. Sobre o terceiro item, gostaria de comentar, como disse David O. Mackay, que “nenhum sucesso pode compensar o fracasso no lar”, e que, como dizia uma célebre frase de pára-choque de caminhão: “É bom cuidarmos bem de nossos filhos, antes que um traficante os adote.” “Lar, triste lar” (ISTOÉ 1686).
Lenilton Cardoso
Ponta Grossa – PR

Argentina

Sobre a reportagem “Querem mais sangue” (ISTOÉ 1686), foi ótima a recordação, feita pelo repórter Cláudio Camargo, da situação alemã no pós-Primeira Guerra Mundial. Com medo de que o socialismo se propagasse para a Europa Ocidental, os EUA ajudaram financeiramente a República de Weimar, para que essa servisse de barreira ao expansionismo vermelho. Após o colapso do socialismo em 1990, não há mais nenhum sistema alternativo que ameace o capitalismo e, por isso os Estados Unidos e os órgãos financeiros internacionais não dão a devida atenção ao que está acontecendo na Argentina. Pobres dos argentinos, que têm de conviver com políticos que não pensam na coletividade, e pobres de nós, brasileiros, que, se não mudarmos os rumos do País, passaremos por tudo o que os argentinos estão passando, já que nossos políticos seguiram à risca as recomendações do FMI, que busca desestruturar e espoliar as nações pobres.
Fabrício Júnior Lopes
Serra – ES

Novela

Simplesmente lamentável a minissérie que está sendo veículada pela Rede Globo O quinto dos infernos. A emissora está apelando mesmo! O que a disputa pelo ibope não faz? Só esqueceram de avisar que o público não está mais a fim desse tipo de programa. “Corte do barulho” (ISTOÉ 1686).
Edimara Fagundes
Várzea Grande – MT

Paulo Hoff

Fiquei muito orgulhoso com a revista pela entrevista que mostra a obra do dr. Paulo Hoff, um dos melhores doutores em tratamento de câncer. Conheci o dr. Hoff há seis anos no M.D. Anderson Cancer Center, em Houston, Texas, que é um dos melhores hospitais dos EUA. Sou médico intérprete/tradutor e tive a oportunidade de fazer traduções para pacientes chineses e japoneses do dr. Hoff. Através da interação com ele, o dr. Hoff novamente demonstrou seu excelente conhecimento medicinal e carinho por seus pacientes. Todos nós sentimos muitas saudades dele. Ele realmente merece que sua obra seja veiculada por esta estimada revista. “A medicina está domando o câncer” (ISTOÉ 1685).
Hung Hsu
Texas – EUA

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Por Maurício Bernis
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O assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, está longe de ser esclarecido. As suspeitas envolvem, inclusive, a principal testemunha, o empresário Sérgio Gomes da Silva. Você acha que foi crime político ou crime comum?

 
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