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Morte do sequestrador
Quando Fernando Dutra Pinto morreu alguns amigos falaram que não
ia dar em nada. Disse-lhes que a revista ISTOÉ, a qual voltei
a ser assinante, não iria se calar e revelaria o que tinha
acontecido porque não teme a realidade e não esconde
os fatos. Lembrei-me das belas reportagens sobre o caso PC Farias.
Mais uma vez vocês mostraram como se faz o jornalismo com
a reportagem Um crime quase perfeito (1686). Parabéns.
É por isso que todos nós que fazemos parte da família
ISTOÉ (editores, repórteres, fotógrafo, leitores,
etc.) somos vencedores do Prêmio Esso de Jornalismo, pela
coragem de mostrar o que acontece com qualquer pessoa.
Joaquim Filho Lima Correia
Fortaleza CE
Incrível, fascinante, perfeito. A bomba da semana foi o
furo de reportagem da revista ISTOÉ sobre a morte de Fernando
Dutra Pinto. Quando fiquei sabendo da notícia no Jornal da
Record e no Jornal da Rede TV! corri para a banca para comprar um
exemplar da revista. O assassinato do sequestrador foi desvendado
com as revelações bombásticas do preso, que
estava guardado a sete chaves pela Secretaria da Administração
Penitenciária e a Corregedoria dos Presídios. Parabéns
ISTOÉ por nos trazer, mais uma vez, a verdade dos fatos,
o outro lado da informação oficial! Parabéns
ao autor do artigo que nos envolveu com um texto direto e brilhante.
Cada dia mais me orgulho de assinar a revista mais investigativa
do Brasil.
Mauro Vaisman
Rio de Janeiro RJ
Ao ler a reportagem sobre a morte do sequestrador Fernando Dutra
Pinto, fiquei aterrorizada e indignada! Como pode ser admitido funcionários,
em um lugar de reeducação social, que
agem da mesma forma que os penitenciários agiram? Temos que
tomar uma atitude, e não deixar como está! Talvez
o lugar desses policiais seja ao lado deles, dentro da cela! De
forma alguma estou defendendo o sequestrador em foco, que de santo
não tinha nada, que já estava lá dentro cumprindo
sua pena, e sim julgando o comportamento e a ética profissional
desses policiais.
Camila Landi
São Paulo SP
ISTOÉ mais uma vez saiu na frente e demonstrou que possui
jornalistas conscientes, gabaritados e, principalmente, preocupados
em desvendar as mazelas de nosso sistema carcerário. Lendo
a matéria o que ficou evidenciado foi o total despreparo
e autoritarismo dos carcereiros para com o detento Fernando Pinto.
Já é notório, em quase todo o País,
que as Secretarias de Administração Penitenciária
não fazem sindicâncias sérias, acobertando com
isso tais erros. Resta-nos saber agora a quem de fato interessou
a morte desse sequestrador.
Thiago Del Sarto Azevedo
Jequié BA
Embora seja completamente contra a tortura, discordo da atuação
de determinados setores da sociedade na morte do sequestrador Fernando
Dutra Pinto, principalmente as comissões de direitos humanos.
Será que as tais comissões de direitos humanos foram
às casas de Silvio Santos, Nelson Prado, Rosana Melloti,
Washington Olivetto dar apoio as suas famílias? Essas pessoas
sofreram as maiores violências, mas parece que direitos humanos
aqui no Brasil só existem para bandidos. Que as comissões
de direitos humanos passem a se preocupar mais com as vítimas
que com os bandidos.
Kátia Maria Miranda de Oliveira
Salvador BA
Meninos de rua
A reportagem é triste e reflexiva. Três elementos
são os responsáveis pelo aumento de meninos e meninas
de rua: a miséria, a violência e a rejeição.
Sobre o terceiro item, gostaria de comentar, como disse David O.
Mackay, que nenhum sucesso pode compensar o fracasso no lar,
e que, como dizia uma célebre frase de pára-choque
de caminhão: É bom cuidarmos bem de nossos filhos,
antes que um traficante os adote. Lar, triste lar
(ISTOÉ 1686).
Lenilton Cardoso
Ponta Grossa PR
Argentina
Sobre a reportagem Querem mais sangue (ISTOÉ
1686), foi ótima a recordação, feita pelo repórter
Cláudio Camargo, da situação alemã no
pós-Primeira Guerra Mundial. Com medo de que o socialismo
se propagasse para a Europa Ocidental, os EUA ajudaram financeiramente
a República de Weimar, para que essa servisse de barreira
ao expansionismo vermelho. Após o colapso do socialismo em
1990, não há mais nenhum sistema alternativo que ameace
o capitalismo e, por isso os Estados Unidos e os órgãos
financeiros internacionais não dão a devida atenção
ao que está acontecendo na Argentina. Pobres dos argentinos,
que têm de conviver com políticos que não pensam
na coletividade, e pobres de nós, brasileiros, que, se não
mudarmos os rumos do País, passaremos por tudo o que os argentinos
estão passando, já que nossos políticos seguiram
à risca as recomendações do FMI, que busca
desestruturar e espoliar as nações pobres.
Fabrício Júnior Lopes
Serra ES
Novela
Simplesmente lamentável a minissérie que está
sendo veículada pela Rede Globo O quinto dos infernos. A
emissora está apelando mesmo! O que a disputa pelo ibope
não faz? Só esqueceram de avisar que o público
não está mais a fim desse tipo de programa. Corte
do barulho (ISTOÉ 1686).
Edimara Fagundes
Várzea Grande MT
Paulo Hoff
Fiquei muito orgulhoso com a revista pela entrevista que mostra
a obra do dr. Paulo Hoff, um dos melhores doutores em tratamento
de câncer. Conheci o dr. Hoff há seis anos no M.D.
Anderson Cancer Center, em Houston, Texas, que é um dos melhores
hospitais dos EUA. Sou médico intérprete/tradutor
e tive a oportunidade de fazer traduções para pacientes
chineses e japoneses do dr. Hoff. Através da interação
com ele, o dr. Hoff novamente demonstrou seu excelente conhecimento
medicinal e carinho por seus pacientes. Todos nós sentimos
muitas saudades dele. Ele realmente merece que sua obra seja veiculada
por esta estimada revista. A medicina está domando
o câncer (ISTOÉ 1685).
Hung Hsu
Texas EUA
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