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Voyeurismo
Quer dizer que a nova moda é observar a intimidade alheia?
Aqueles que gostam de aparecer julgam beneficiar-se dessa verdadeira
erosão da privacidade, e os contrários acabam transformados
em cobaias de experimentos que testam a capacidade de tolerância
do ser humano a esse voyeurismo cada vez mais popularizado. Como
se já não bastassem as câmeras em shoppings,
aeroportos e ruas que captam todos os nossos movimentos. Intimidade
exposta (ISTOÉ 1678).
Omar Kaminski
Curitiba PR
Sou fã de música como qualquer jovem da minha idade.
Supla faz um outro estilo, mas nem por isso deixo de ouvi-lo. Agora
que ele está na mídia, sendo visto e lido não
só no Brasil como no Exterior, saindo até na capa
da ISTOÉ, não há quem não se interesse
em saber quem é o Supla.
Daniel Rebelo de Lima
Maceió AL
A família Suplicy realmente está de parabéns.
Ela é um exemplo de simplicidade e seriedade. Apesar de a
família pertencer a uma classe social alta, está sempre
voltada às pessoas mais carentes. Primeiro é o senador
Eduardo Suplicy, com sua luta lá em Brasília com projetos
sociais como o da renda mínima. Aqui em São Paulo,
a prefeita Marta realiza um governo sério, transparente e,
acima de tudo, preocupado com os menos favorecidos, tentando implantar
o novo IPTU progressivo que vai isentar mais de 1,6 milhão
de pessoas. E como diz o ditado: filho de peixe, peixinho é.
O Supla, que está participando do programa Casa dos artistas
com seu jeito simples e sincero, vem conquistando uma legião
de fãs de surpreender qualquer um. A prova disso é
a grande procura pelo seu novo CD nas bancas de jornais. Só
aqui em minha banca tenho uma lista de reserva que já passa
dos 100.
Ricardo L.Carmo
São Paulo SP
Luís Norberto Pascoal
Ao ler a entrevista com o empresário Luís Norberto
Pascoal a gente consegue ver que nem tudo está perdido e
por que muita gente, como o Pascoal, por exemplo, tem sucesso na
vida profissional. Diferente de muitos políticos que usam
dinheiro público e prestígio para benefício
próprio, esse cidadão usa recursos de sua empresa
e mostra que o sucesso e o progresso nunca acabam para quem reparte
o pão e se preocupa também em ver o bem-estar das
pessoas. Parabéns também pela ousadia de alfinetar
o governo com coerência. A classe despertou (ISTOÉ
1678).
Cícero Moura
Curitiba PR
A oportunidade de servir aos outros, gratuitamente, é o
maior alimento para a alma. A generosidade tem de vir de dentro
do coração. É um momento ímpar a troca
de energia dos que estão doando e dos que estão recebendo.
O que adianta ter, se muitos não sabem o que é compartilhar?
Paula Guerra Galvão
Recife PE
É preciso saber se a empresa, quando participa de ações
culturais e sociais, está fazendo realmente doação
dos seus recursos ou, como acontece em muitos casos, está
dando esmola com dinheiro dos outros. Ou seja, usando
dos benefícios legais de abater do seu imposto o patrocínio.
Claro que não são todas, mas vemos muitas empresas
fazerem marketing como se elas estivessem doando e na verdade o
recurso é de impostos que serão compensados. Ou seja,
o dinheiro, na verdade, é nosso mesmo e elas levam a fama
de estarem preocupadas com o social.
Antonio José Laé de Souza
São Paulo SP
Jogatina
Ao contrário do que publicou a reportagem Estouro
do bicho (ISTOÉ 1678), minha ação como
parlamentar permitiu um benefício social de grande valor
para a população de Goiás. Como deputado federal
solicitei ao governador Marconi Perillo que os jogos permitidos
pela legislação passassem a ser explorados pelo governo
do meu Estado, o que, isso sim, era frontalmente contra o interesse
histórico do jogo do bicho. Tenho orgulho de ter recebido
total apoio do governador Marconi Perillo nesta causa cujas receitas
hoje alcançam quase R$ 50.000.000 (cinquenta milhões
de reais) no período de um mandato. Isso significa mais dinheiro
que só pode ser aplicado em obras sociais. Deixou de ir para
o bolso dos contraventores e agora beneficiam a população
carente de nosso Estado.
Pedro Canedo
Deputado federal (PSDB-GO)
Brasília DF
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