EDIÇÃO Nº 1679
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Voyeurismo

Quer dizer que a nova moda é observar a intimidade alheia? Aqueles que gostam de aparecer julgam beneficiar-se dessa verdadeira erosão da privacidade, e os contrários acabam transformados em cobaias de experimentos que testam a capacidade de tolerância do ser humano a esse voyeurismo cada vez mais popularizado. Como se já não bastassem as câmeras em shoppings, aeroportos e ruas que captam todos os nossos movimentos. “Intimidade exposta” (ISTOÉ 1678).
Omar Kaminski
Curitiba – PR

Sou fã de música como qualquer jovem da minha idade. Supla faz um outro estilo, mas nem por isso deixo de ouvi-lo. Agora que ele está na mídia, sendo visto e lido não só no Brasil como no Exterior, saindo até na capa da ISTOÉ, não há quem não se interesse em saber quem é o Supla.
Daniel Rebelo de Lima
Maceió – AL

A família Suplicy realmente está de parabéns. Ela é um exemplo de simplicidade e seriedade. Apesar de a família pertencer a uma classe social alta, está sempre voltada às pessoas mais carentes. Primeiro é o senador Eduardo Suplicy, com sua luta lá em Brasília com projetos sociais como o da renda mínima. Aqui em São Paulo, a prefeita Marta realiza um governo sério, transparente e, acima de tudo, preocupado com os menos favorecidos, tentando implantar o novo IPTU progressivo que vai isentar mais de 1,6 milhão de pessoas. E como diz o ditado: filho de peixe, peixinho é. O Supla, que está participando do programa Casa dos artistas com seu jeito simples e sincero, vem conquistando uma legião de fãs de surpreender qualquer um. A prova disso é a grande procura pelo seu novo CD nas bancas de jornais. Só aqui em minha banca tenho uma lista de reserva que já passa dos 100.
Ricardo L.Carmo
São Paulo – SP

Luís Norberto Pascoal

Ao ler a entrevista com o empresário Luís Norberto Pascoal a gente consegue ver que nem tudo está perdido e por que muita gente, como o Pascoal, por exemplo, tem sucesso na vida profissional. Diferente de muitos políticos que usam dinheiro público e prestígio para benefício próprio, esse cidadão usa recursos de sua empresa e mostra que o sucesso e o progresso nunca acabam para quem reparte o pão e se preocupa também em ver o bem-estar das pessoas. Parabéns também pela ousadia de alfinetar o governo com coerência. “A classe despertou” (ISTOÉ 1678).
Cícero Moura
Curitiba – PR

A oportunidade de servir aos outros, gratuitamente, é o maior alimento para a alma. A generosidade tem de vir de dentro do coração. É um momento ímpar a troca de energia dos que estão doando e dos que estão recebendo. O que adianta ter, se muitos não sabem o que é compartilhar?
Paula Guerra Galvão
Recife – PE

É preciso saber se a empresa, quando participa de ações culturais e sociais, está fazendo realmente doação dos seus recursos ou, como acontece em muitos casos, está “dando esmola com dinheiro dos outros”. Ou seja, usando dos benefícios legais de abater do seu imposto o patrocínio. Claro que não são todas, mas vemos muitas empresas fazerem marketing como se elas estivessem doando e na verdade o recurso é de impostos que serão compensados. Ou seja, o dinheiro, na verdade, é nosso mesmo e elas levam a fama de estarem preocupadas com o social.
Antonio José Laé de Souza
São Paulo – SP

Jogatina

Ao contrário do que publicou a reportagem “Estouro do bicho” (ISTOÉ 1678), minha ação como parlamentar permitiu um benefício social de grande valor para a população de Goiás. Como deputado federal solicitei ao governador Marconi Perillo que os jogos permitidos pela legislação passassem a ser explorados pelo governo do meu Estado, o que, isso sim, era frontalmente contra o interesse histórico do jogo do bicho. Tenho orgulho de ter recebido total apoio do governador Marconi Perillo nesta causa cujas receitas hoje alcançam quase R$ 50.000.000 (cinquenta milhões de reais) no período de um mandato. Isso significa mais dinheiro que só pode ser aplicado em obras sociais. Deixou de ir para o bolso dos contraventores e agora beneficiam a população carente de nosso Estado.
Pedro Canedo
Deputado federal (PSDB-GO)
Brasília – DF

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