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Arte
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Veja
algumas das obras do Audi Eletromídia da Arte
Audi eletromídia da arte V exposição
virtual (de 29 de agosto a 29 de outubro, em São Paulo,
Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e mais nove cidades)
Cada um dos 12 artistas escolhidos, entre eles Amélia
Toledo, Guto Lacaz, Leda Catunda, Márcia Pastore e Sérgio
Romagnolo, desenvolveu seu trabalho sobre um suporte em forma de
coração de 1,2 m x 1,2 m usando o tema voluntário.
O resultado foi fotografado, digitalizado e transformado em vinhetas
de 15 segundos que alegrarão 40 telões eletrônicos.
Assim, a cada 20 dias, quatro artistas terão diariamente
suas obras exibidas 180 vezes. Os originais serão leiloados
na quarta-feira 29, no Jockey Club paulistano, com renda para o
Instituto Solidariedade (ISO). Paralelamente, as vinhetas poderão
ser vistas no site www.eletromidia.com.br. (Luiz Chagas)
Não perca
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Divulgação |
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| Fibra
de vidro, poliéster e alumínio |
Pinturas
(Galeria Brito Cimino, São Paulo) Molduras de espelho
e portas ornamentadas e de formatos variados serviram de inspiração
para a nova mostra do artista paulistano Dudi Maia Rosa, que não
expunha desde 1997. Quase monocromáticas, as telas feitas
em fibra de vidro, pigmentos e poliéster exibem superfícies
que ora se mostram transparentes, ora mergulham em tons profundos
e opacos. Referências à história da arte também
podem ser identificadas em alguns trabalhos, como os típicos
arcos usados pelo pintor renascentista Piero della Francesca, que
aparecem num quadro roxo sem título, em formato de porta.
Outra tela, semelhante a um espelho, remete ao mito de Narciso pela
inscrição na qual se lê com dificuldade a frase
sou como me amo. São por estas citações
que, diferentemente das obras conceituais normalmente insossas,
Dudi Maia Rosa tem ampliado seu alcance poético. (Ivan
Claudio)
Não perca
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Cinema
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Bufo & Spallanzani (cartaz nacional na sexta-feira
31) Produção de R$ 3,2 milhões, elenco
global e uma boa história com acabamento de primeira. O que,
então, estaria errado no filme de estréia de Flávio
Tambellini, baseado no romance de Rubem Fonseca, que co-assina o
roteiro e deu seu aval silencioso à adaptação?
Em primeiro lugar, apesar de toda a limpeza do texto, os diálogos
soam pouco coloquiais. Não bastasse o resquício literário,
os personagens parecem viver num universo à parte, longe
do mundo real. Nesta história de tons falsos, o fiscal de
seguros Ivan Canabrava (José Mayer) perde a mulher e o emprego
ao desvendar um golpe envolvendo veneno de sapo da espécie
bufo. Depois de transformar-se em escritor de prestígio,
enreda-se como suspeito da morte da amante milionária Delfina
Delamare (Maitê Proença) e passa a ser investigado
pelo inspetor Guedes (Tony Ramos em ótima interpretação).
No livro funciona, mas na tela virou um ensaio pretensioso e estiloso
em que falta justamente o sangue vital. (Ivan Claudio)
Vá se tiver tempo
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Televisão
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Divulgação |
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| Fauna
de personagens extravagantes |
Sheep
na cidade grande (estréia na sexta-feira 7, às
19h, no canal pago Cartoon Network) Seguindo a linha tresloucada
de Johnny Bravo, A vaca e o frango e tantos outros
desenhos animados que conseguem entreter crianças e adultos,
esta nova atração também mistura doses cavalares
de nonsense. No primeiro episódio, Sheep é um carneiro
que vive numa fazenda idílica na qual o dono, de tão
bondoso, organiza até sessões de terapia ocupacional
para agradar seus animais. De uma hora para outra, porém,
Sheep se torna peça vital de um amalucado projeto militar.
Foge para a cidade grande, enfrentando uma extravagante fauna de
personagens, a maioria irritantes e desagradáveis. Salvo
exageros, exatamente iguais aos de qualquer metrópole. (Celso
Fonseca)
Assista com atenção
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