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Cinema
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Divulgação
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Toro e Phillipe: rebeldes sem causa |
A sangue frio (cartaz nacional) Dois vagabundos sem
destino se dão mal ao sequestrar mãe de aluguel. A
dupla formada por Parker (Ryan Phillipe) e Longbaugh (Benicio Del
Toro) passa, então, a ser perseguida por guarda-costas de
ternos e celulares e por cobradores aposentados da máfia,
liderados pelo impecável James Cann no papel de Joe Sarno.
Repleto de tiros, sangue claro e perseguições
de carro, o filme, que não tem nada a ver com o livro de
Truman Capote, marca a estréia na direção de
Chistopher McQuarrie. Ele já mostra ter um estilo mais próximo
do requinte clássico de John Huston e Sam Peckinpah que da
violência pop de Quentin Tarantino. A fita também é
ótimo veículo para Del Toro roubar o espetáculo
com seu olhar felino, emoldurado por olheiras profundas. Recomendado
para quem gosta de rebeldes sem causa, a primeira cena, com Parker
e Longbaugh espancando um casal yuppie ao som de Rip this joint,
dos Rolling Stones, pode entrar para a antologia do gênero.
(L.C.)
Vale a pena
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Arte |
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Divulgação
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| Camargo
por ele mesmo: limites do ofício |
Auto-retrato:
espelho do artista (Galeria de Arte do Sesi, São Paulo)
Na história da arte, o auto-retrato sempre ocupou
um lugar especial. É aquele momento em que o artista pensa
sobre si próprio e os limites de seu ofício. Com esta
idéia em mente, a curadora Katia Canton reuniu 115 auto-retratos
de 60 pintores brasileiros e estrangeiros para mostrar como o gênero
vem se transformando desde o século passado até os
dias de hoje. Em seis segmentos, a bela coletiva exibe os artistas
nos seus ateliês, confronta retratos e fotos pessoais, acompanha
as marcas do tempo em diferentes trabalhos de um mesmo pintor e,
finalmente, nos módulos contemporâneos, busca entender
o misto de narcisismo e questionamento radical da nova geração.
Do expressionismo de Iberê Camargo ao estilo quase confessional
de Sandra Cinto, a mostra recorta uma bela fatia da melhor arte
brasileira. (I.C.)
Não perca
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Televisão
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Roy Orbison: em sonhos (quarta-feira 28, às
22h30, no canal pago GNT) Sempre que o roqueiro Roy
Orbison (1936-1988) é lembrado, vem à tona suas
marcantes tragédias pessoais a perda da mulher,
grande amor de sua vida, num acidente de motocicleta, e a
morte dos dois filhos aim sempre reconhecida importância
de Orbison na história do rock. Depoimentos de gente
como Bruce Springsteen, Bono e Robert Plant ajudam a explicar
a gênese de suas composições, a maioria
baladas românticas de aparência simples, mas de
elaboração sofisticada.(C.F.)
Assista com atenção
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Show
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Rota
de Abraão sob o signo da tolerância (Sesc
Pompéia, São Paulo) Canções
sagradas do Iraque, Irã, Turquia, Líbano, Síria,
Egito e Israel compõem o programa da série de
espetáculos que tem como mote a peregrinação
de Abraão à Terra Prometida, num trajeto que
teria incluído a região destes países,
hoje em constante conflito. Entre os cantores e grupos selecionados
estão a libanesa Irmã Marie Keyrouz, que faz
uma fusão da música ocidental com a bizantina;
a turca Sabahat Akkiraz, especializada no türkü,
canção popular de seu país; e o egípcio
Ahmad Al-Tûni, que, junto com o iraniano Shahram Nazeri
e o francês radicado na Síria Julian Weiss
líder do Ensemble Al-Kindi , domina um som hipnótico,
voltado para os rituais sufis. Para coroar com brilho o painel
exótico do canto religioso, a produção
convidou o marroquino Emil Zrihan dono de um repertório
de ritmos árabes e judaicos , justamente apelidado
de Voz de Rouxinol. (I.C.)
Vale a pena
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