EDIÇÃO Nº 1643
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Cinema

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Divulgação
Del Toro e Phillipe: rebeldes sem causa

A sangue frio (cartaz nacional) – Dois vagabundos sem destino se dão mal ao sequestrar mãe de aluguel. A dupla formada por Parker (Ryan Phillipe) e Longbaugh (Benicio Del Toro) passa, então, a ser perseguida por guarda-costas de ternos e celulares e por cobradores aposentados da máfia, liderados pelo impecável James Cann no papel de Joe Sarno. Repleto de tiros, sangue – claro – e perseguições de carro, o filme, que não tem nada a ver com o livro de Truman Capote, marca a estréia na direção de Chistopher McQuarrie. Ele já mostra ter um estilo mais próximo do requinte clássico de John Huston e Sam Peckinpah que da violência pop de Quentin Tarantino. A fita também é ótimo veículo para Del Toro roubar o espetáculo com seu olhar felino, emoldurado por olheiras profundas. Recomendado para quem gosta de rebeldes sem causa, a primeira cena, com Parker e Longbaugh espancando um casal yuppie ao som de Rip this joint, dos Rolling Stones, pode entrar para a antologia do gênero. (L.C.)
Vale a pena
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Arte  

Divulgação
Camargo por ele mesmo: limites do ofício

Auto-retrato: espelho do artista (Galeria de Arte do Sesi, São Paulo) – Na história da arte, o auto-retrato sempre ocupou um lugar especial. É aquele momento em que o artista pensa sobre si próprio e os limites de seu ofício. Com esta idéia em mente, a curadora Katia Canton reuniu 115 auto-retratos de 60 pintores brasileiros e estrangeiros para mostrar como o gênero vem se transformando desde o século passado até os dias de hoje. Em seis segmentos, a bela coletiva exibe os artistas nos seus ateliês, confronta retratos e fotos pessoais, acompanha as marcas do tempo em diferentes trabalhos de um mesmo pintor e, finalmente, nos módulos contemporâneos, busca entender o misto de narcisismo e questionamento radical da nova geração. Do expressionismo de Iberê Camargo ao estilo quase confessional de Sandra Cinto, a mostra recorta uma bela fatia da melhor arte brasileira. (I.C.)
Não perca

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Televisão
 


Roy Orbison: em sonhos (quarta-feira 28, às 22h30, no canal pago GNT) – Sempre que o roqueiro Roy Orbison (1936-1988) é lembrado, vem à tona suas marcantes tragédias pessoais – a perda da mulher, grande amor de sua vida, num acidente de motocicleta, e a morte dos dois filhos aim sempre reconhecida importância de Orbison na história do rock. Depoimentos de gente como Bruce Springsteen, Bono e Robert Plant ajudam a explicar a gênese de suas composições, a maioria baladas românticas de aparência simples, mas de elaboração sofisticada.(C.F.)
Assista com atenção

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Show
 

 Ouça músicas do show

• Jewel of Love
• Chants de L´Office de la Nativité du Christ

Rota de Abraão – sob o signo da tolerância (Sesc Pompéia, São Paulo) – Canções sagradas do Iraque, Irã, Turquia, Líbano, Síria, Egito e Israel compõem o programa da série de espetáculos que tem como mote a peregrinação de Abraão à Terra Prometida, num trajeto que teria incluído a região destes países, hoje em constante conflito. Entre os cantores e grupos selecionados estão a libanesa Irmã Marie Keyrouz, que faz uma fusão da música ocidental com a bizantina; a turca Sabahat Akkiraz, especializada no türkü, canção popular de seu país; e o egípcio Ahmad Al-Tûni, que, junto com o iraniano Shahram Nazeri e o francês radicado na Síria Julian Weiss – líder do Ensemble Al-Kindi –, domina um som hipnótico, voltado para os rituais sufis. Para coroar com brilho o painel exótico do canto religioso, a produção convidou o marroquino Emil Zrihan – dono de um repertório de ritmos árabes e judaicos –, justamente apelidado de Voz de Rouxinol. (I.C.)
Vale a pena

 

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