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CARTAS

Eleição nos EUA

Sem dúvida, o próximo milênio será o das mulheres. O fenômeno globalizado caminha para um equilíbrio, claro, sem perda da feminilidade. Isto é um reflexo da modernidade, são novos conceitos, novas diretrizes. “Bush ou Gore? Hillary” (ISTOÉ 1624).
Isaac S. de Lima
Maceió – AL

Já imaginaram se fosse aqui, Lula e FHC com diferença de pouco mais de mil votos? Iríamos recontar o que e como? Lá, país subdesenvolvido quanto ao processo eleitoral, o voto é no papel e a contagem, essa sim, é eletrônica. No caso de dúvida ou preceito da lei, recontam-se os votos eletronicamente e, se a dúvida persistir, a contagem é feita manualmente, voto a voto. E aqui? Vamos recontar bytes? Em Maricá, cidade na qual resido e fui candidato (19 votos), dois outros foram eleitos, mesmo depois de descobrirem na véspera das eleições que os números utilizados em suas campanhas não eram os mesmos que constavam nas urnas do TRE. Mas, como no Brasil o processo eleitoral é melhor que no Primeiro Mundo, vamos aguardar as próximas eleições e, claro, a próxima lei que irá regulamentar a mesma.
Sérgio Mesquita
Maricá – RJ

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Palmada
Importantíssima a matéria sobre a incorreção, a impropriedade e, principalmente, a maldade que é a palmada. Educar não é adestrar, hoje sabemos. A criança não é apenas o futuro, mas o seu próprio presente e precisa ser respeitada como cidadã, inclusive por seus educadores. “Palmada, não!” (ISTOÉ 1624).
Isadora Browne Ribeiro
Salvador – BA

Não é um tapa dado na hora do maior auê, tapa dado na bunda e para impor limites que vai comprometer o crescimento e o desenvolvimento da criança. Dar uma surra, de deixar marcas, isso é condenável, mas um tapa, acho que não. As psicólogas esquecem que muitas vezes, no auge da marotice, seus pais as chamaram à ordem do chinelo e nem por isso hoje estão com a auto-estima baixa. Nós estamos na onda do revisionismo, nada do antigo é bom, tudo tem de ser revisto, mas esquecemos que somos consequência dessa educação que rejeitamos.
Mauky Guedes
Ijuí – RS

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ACM
Mais uma vez ISTOÉ dá um show de jornalismo na matéria “Laços de sangue” (ISTOÉ 1623) e mostra que o povo brasileiro tem de dar um basta nesses políticos que se apresentam como paladinos da honestidade e muitas vezes não o são. Parabéns. Continuem assim.
Antônio Fernando Barbosa
Recife – PE

Envolver a figura do senador ACM em investigação na qual nem sequer é indiciado parece-me precipitação. Não se deve levar à execração pública figura tão expressiva sem o mínimo de provas.
João Augusto A. de O. Pinto
Salvador – BA

Como se fosse prova de um crime, foi apresentado o fac-símile de uma alteração de contrato social da Bahiapar Participações e Investimentos Ltda., consequência da morte do meu irmão, Luís Eduardo Maron de Magalhães, figura notável na política da Bahia e do Brasil. Com a sua morte e conclusão da partilha de seus bens, passaram a fazer parte da sociedade, por sucessão legal, os seus três filhos: Paula Pimentel Maron de Magalhães, Carolina Pimentel de Magalhães e Luís Eduardo Magalhães Filho, menor de 21 anos e, portanto, assistido por sua mãe, Michelle Marie Pimentel de Magalhães. Mesmo se não fosse o caso de sucessão legal mandatória, seria feita a alteração de qualquer maneira, para não trair a memória de um ente tão querido. Quanto ao senhor César de Araújo Mata Pires, que já fazia parte da sociedade anteriormente, representa este na sociedade, em verdade, a sua esposa, a participação societária da minha irmã, Tereza Helena Magalhães Mata Pires. A Bahia Eventos é uma empresa da Rede Bahia que há muito tempo está desativada. Não realizou nenhuma atividade nos últimos quatro anos. Os grandes espetáculos musicais realizados pela Rede Bahia são de sua exclusiva promoção, pois possui credibilidade e qualificação para captar patrocinadores locais e de outros Estados. É importante ressaltar que os serviços porventura fornecidos pelo governo do Estado e pela Prefeitura de Salvador à Rede Bahia são, sempre, devidamente remunerados como, por exemplo, aluguel de espaços, policiamento e infra-estrutura. Antônio Carlos Magalhães Neto, meu filho, nunca teve participação societária na empresa Penta Eventos, cujos sócios são os srs. Lucas Torres Cardoso e Flávio Costa Maron, com 50% de participação cada. Portanto, mais um fato inverídico veiculado. Para orgulho nosso, Antônio Carlos Magalhães Neto trabalha na Secretaria de Educação e é aluno da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia, sendo um dos melhores da sua turma. Por sua vocação política, embora com 22 anos incompletos, é respeitado e representa dezenas de municípios baianos que, certamente, o levarão, pelo seu trabalho, à Assembléia Legislativa do Estado nas eleições de 2002. “Magalhães Ltda.” (ISTOÉ 1624).
Antônio Carlos Peixoto de Magalhães Júnior
Rede Bahia de Comunicação
Presidente
Salvador – BA

Na reportagem “Magalhães Ltda.” (ISTOÉ 1624), é transcrito diálogo estabelecido entre ISTOÉ e a sra. Mara Lúcia, ex-mulher do sr. Rubens Gallerani. A esse respeito, devo esclarecer que em nenhum momento entreguei nenhuma quantia ao sr. Rubens Gallerani. Gostaria de também esclarecer que não é verdadeira a informação de que a cartilha não foi elaborada. Ela foi elaborada e impressa pelo Colégio Objetivo e entregue para que se fizesse a distribuição.
João Carlos Di Genio
São Paulo – SP

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Social
Na entrevista, o sociólogo Vilmar Faria me surpreende ao dizer que o País melhorou na área social com o argumento de que a educação virou prioridade, como mostra o crescimento da matrícula no ensino fundamental. Acho que há aí uma tentativa de varrer a poeira para debaixo do tapete. Há uma simplificação do problema. Educação neste país não é prioridade nem mesmo quando se fala em educação, porque tudo depende do fator econômico. Antes da construção de escolas ou hospitais, vemos a tal equipe do Malan fazendo as contas para que não falte a parte destinada aos ricos daqui e principalmente de fora. “Agora, o social” (ISTOÉ 1624).
Erasmo Alcântara de Moura
Goiânia – GO

 

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EDIÇÃO Nº 1625


 
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