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CARTAS

Luxemburgo

Mais uma vez, ISTOÉ, com propriedade e seriedade, traz homens de renome envolvidos em escândalos de enriquecimento ilícito. Mesmo não gostando de futebol, agora posso entender por que a Seleção Brasileira tem sido um fiasco em suas disputas: seu treinador não tem tempo para dedicar-se ao preparo de seus jogadores, está ocupado demais com seus rentáveis negócios, e, mesmo assim, o sr. Ricardo Teixeira, presidente da CBF, insiste em manter Wanderley Luxemburgo no cargo mais cobiçado do meio futebolístico. Isso é Brasil! “Te cuida, Madureira” (ISTOÉ 1614).
Mirna Machado
Guarulhos – SP

Aquele velho ditado “Quem tem telhado de vidro não joga pedra no dos outros.” Luxemburgo sempre posou no luxo da velha maldade humana, sempre querendo levar vantagem em tudo. A velha lei de Gérson, não se aplica em nada.
Isaac Soares de Lima
Maceió – AL

ISTOÉ murchou de uma vez a bola do técnico Wanderley Luxemburgo, da Seleção Brasileira, fazendo um raio X nas suas peripécias pelo mundo do futebol. Uma bela cobertura jornalística que poderia, inclusive, ampliar o leque de investigações, arrancando a máscara de outras caras que militam no decadente, porém, rentável futebol brasileiro. O Madureira Luxemburgo está atolado até o pescoço, mas não é somente no seu reino que há algo de podre. Certamente a revista não deixará cair no esquecimento as falcatruas dos nossos dirigentes, treinadores, empresários e jogadores e vai continuar passando o futebol a limpo. Muita coisa virá à tona e o torcedor terá todos os motivos para refletir se vale ou não a pena continuar indo aos estádios de futebol.
Norton Luiz Ferreira
Goiânia – GO

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Política externa

Acho que é de extrema importância para o Brasil e para os nossos vizinhos da América do Sul que nos tornemos parceiros econômicos sem deixar os EUA interferirem nisso, pois assim o mundo olhará para nós com mais respeito e confiança em nossos mercados e produtos. Não devemos negar os pontos positivos que os EUA nos têm a oferecer, mas não devemos nos deixar levar como colônias dos EUA e sim parceiros. “Em busca da hegemonia perdida” (ISTOÉ 1614).
Cácio T. Cardoso
Fortaleza – CE
l
O Brasil liderar uma união de países sul-americanos? O Brasil no papel de síndico? Nosso país não sabe liderar nem a si mesmo. Parece piada de mau gosto. É sério um país onde existe um juiz foragido da Justiça?
Mário Annuza
Rio de Janeiro – RJ

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Governo
É lamentável que nossos representantes ou, pseudo-representantes, líderes de partidos ajam movidos apenas por interesses pessoais em busca do poder. Mais lamentável, ainda, é a atitude do governo que mobiliza sua tropa de choque para evitar que se investigue a atuação de seus correligionários, quando deveria agir justamente ao contrário, se empenhando numa investigação séria e isenta para apurar a verdade e punir os culpados. Será que o governo de FHC tem medo que venha à tona toda a sujeira que ele insiste em varrer para baixo do tapete? Definitivamente o que falta para o Brasil é seriedade. “Pizza no forno” (ISTOÉ 1614).
José Francisco de Moraes Pereira
Maracaju – MS

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Geraldo Alckmin
É inadmissível uma revista com uma linha editorial como ISTOÉ se prestar a ceder as suas principais páginas ao candidato tucano Geraldo Alckmin. Não que ele não mereça, mas acho que durante uma campanha eleitoral, que está sendo marcada pelo alto aproveitamento da máquina administrativa gerenciada pelo governador Covas, a revista não devia dar esse espaço a ele. Esta matéria não se configurou como jornalística e sim indutiva, pois acho que os outros candidatos à prefeitura deveriam também pedir este mesmo espaço. Houve favorecimento ilícito a um candidato e, queiram ou não, esta matéria representou um desrespeito aos candidatos e conosco, eleitores, que não optamos em dar nosso voto ao vice-governador Geraldo Alckmin. “Entrei no ringue” (ISTOÉ 1614).
André Luís Monteiro
São Paulo – SP
ISTOÉ responde: Ao contrário do que diz o leitor, a revista já abriu o mesmo espaço para Marta Suplicy (PT), Luiza Erundina (PSB) e Marcos Cintra (PL).

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Brizola x Garotinho
Não sou do Rio, não conheço seus políticos, a não ser pelo noticiário e também não sou filiado a nenhum partido. Mas uma coisa se faz notória no imbróglio entre o governador Garotinho e Brizola, conforme reportagem “Infidelidade” (ISTOÉ 1614). Será que os políticos não enxergam nem mesmo o que lhe dizem respeito internamente em seus partidos? Há quantos anos Brizola faz política nos velhos e nefastos moldes da lei do mais forte e matreiro? O tempo dele passou. Vexame nas urnas e derrotas sucessivas vão marcar o final de sua carreira.
Osny Martins
Joinville – SC

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