CAPA
 ÍNDICE
 Exclusivo Online
 REPORTAGENS
 MULTIMÍDIA
 FOTO DA SEMANA
 ENSAIOS
 FOTOGRÁFICOS
 ISTOÉ CONFERE
 ARTIGOS
 ESTAÇÃO DA LUZ
 BATE-PAPO ÍNTEGRAS
 Editorias
 ARTES & ESPETÁCULOS
 BRASIL
 CIÊNCIA & TECNOLOGIA
 COMPORTAMENTO
 ECONOMIA & NEGÓCIOS
 EDUCAÇÃO
 ENTREVISTA
 INTERNACIONAL
 MEDICINA & BEM-ESTAR
 POLÍTICA
 Seções
 A SEMANA
 CARTAS
 DATAS
 EDITORIAL
 EM CARTAZ
 FAX BRASÍLIA
 GENTE
 SÉCULO 21
 VIVA BEM
 Busca
  Procure outras matérias
ARTES & ESPETÁCULOS

Música I

Omelete man

Peter Gabriel mistura o impossível em Ovo

Ouça trechos do CD Ovo
É necessário ter instalado o plug-in Quicktime 4

Ivan Claudio

Divulgação
Maestro planetário de vozes e ritmos

Fascinado pela variedade musical planetária, tendo criado um selo dedicado à revelação de artistas fora do eixo Europa–Estados Unidos, o cantor e compositor inglês Peter Gabriel poderia ser facilmente confundido com um chato protetor da chamada world music. O que seria um grande equívoco. Mais que defender uma preservação museológica de gêneros de música milenares, Gabriel parece interessado no estilo miscigenado que junta elementos de várias culturas gerando algo completamente novo e inclassificável. O melhor exemplo é Ovo, 12º álbum do ex-vocalista do Genesis, que não lançava um trabalho de estúdio desde 1992. Produzido para o espetáculo multimídia que na passagem do ano inaugurou o Millenium Dome de Londres, Ovo – nome do filho de uma mulher com um extraterrestre – fala da evolução humana e dos dilemas frente ao futuro. Uma historinha boba, mas embalada por uma trilha de primeira.

Como um maestro planetário, Gabriel cruzou ritmos celtas e africanos, rock, rap e eletrônica. Casou instrumentos típicos de vários países como tablas indianas e didgeridoo australiano com belos arranjos de cordas. Também selou parcerias improváveis ao promover, por exemplo, o encontro de Elizabeth Fraser, ex-vocalista da banda escocesa Cocteau Twins, do soulman Richie Havens e do cantor Paul Buchanan, do grupo também escocês Blue Nile – vozes que ele adora. Mas o que contou mesmo foi o acabamento de mestre de Gabriel, que alinhavou o álbum com os últimos recursos da tecnologia. E o melhor, ele continua cantando que é uma maravilha. Ao final das 12 faixas, à primeira audição estranhas e disparatadas, o todo ganha a unidade dos grandes discos.

 

LEIA TAMBÉM


Aviso aos navegantes

Mito mascarado

Omelete man

Tudo azul

Show de disfarces

Riso amarelo



 
ENQUETE 1

O brasileiro é
mal-educado?
Sim
Não

ENQUETE 2

Você acha que Antonio Pimenta Neves será condenado a:
Até 5 anos de prisão
Até 15 anos
Até 30 anos
Será absolvido

FÓRUM
O que justifica o ciúme? É possível conviver com ele?

» Outros fóruns


EDIÇÕES
ANTERIORES


ESPECIAIS

ASSINATURAS

EXPEDIENTE

PUBLICIDADE

FALE CONOSCO


ASSINE A
NEWSLETTER


| ISTOÉ ONLINE | DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | PLANETA | ÁGUA NA BOCA | EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE |
© Copyright 1996/2000 Editora Três