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Fábio
Monteiro
Nossos cumprimentos a ISTOÉ pela aula de jornalismo das últimas
semanas. Ao contrário de outras publicações
que vêm se especializando em traficar poder e influência,
ou em inflar seus números a qualquer custo, ISTOÉ
continua investindo na velha e boa apuração e investigação
de fatos de relevância absoluta e que tem sido de capital
importância para, aos poucos, promover a faxina que o País
tanto precisa. A redação da Trip, que dentro de suas
limitações procura fazer sua parte rezando pela mesma
cartilha, quer parabenizar todo o time dos responsáveis pela
arte da fortíssima capa desta semana até o pessoal
da publicidade que sua a camisa para garantir a independência
que denúncias desse tipo demandam. De forma especial, porém,
queremos cumprimentar Carlos Drummond, Mino Pedrosa, Tales Faria
e João Primo pelo brilhante furo. E Hélio Campos Mello,
cuja batuta firme tem feito a revista, a nosso ver, vivenciar sua
melhor fase. O empreiteiro abre o bico (ISTOÉ
1609).
Paulo Lima Redação da revista Trip São Paulo – SP
Sou
jornaleiro e gostaria de parabenizá-los pela excelente matéria,
trazendo as revelações do homem que construiu o TRT-SP.
Foi um sucesso, pois as revistas esgotaram no sábado.
Eduardo Teixeira
São Paulo SP
Ao
entregar espontaneamente à Procuradoria da República
a documentação bancária, fiscal, patrimonial,
contábil e telefônica relativa a mim e minha esposa
e as demonstrações contábeis relativas às
sociedades civis de que faço parte com poder de controle,
pratico um ato de cidadania. Os dados que apresento, acompanhados
de auditorias rigorosas, demonstram inequivocadamente a legitimidade
das origens dos meus rendimentos e sua compatibilidade com meu patrimônio.
São oriundos, todos, de minhas atividades profissionais regulares,
não existindo nenhuma consistência nas acusações
e insinuações dirigidas contra mim, de desvio de quaisquer
recursos de fundos ou obras públicas. Tenho certeza de que,
à luz destas informações, ficará evidente
a absurda campanha de destruição de caráter
a que fui submetido nestas três semanas. Nem assim, estou
certo, os detratores pararão. Não importa. Com este
gesto, reafirmo meu respeito pela opinião pública
e minha confiança nas leis que regem este país.
Eduardo Jorge Caldas Pereira
Brasília DF
A respeito
da chamada na capa Di Genio paga tudo para ACM, o próprio
Fábio Monteiro de Barros Filho, em entrevista ao jornal Folha
de S.Paulo, na edição de 31/07, esclareceu o publicado
por ISTOE. Contudo, gostaria de acrescentar que nem eu, como pessoa
física, nem qualquer pessoa jurídica de que participo
não somos proprietários de nenhum avião. Também
quero deixar claro que nunca tive nenhum envolvimento de ordem pessoal
ou de negócios com o senhor Luiz Estevão. Quanto ao
meu relacionamento com o senador Antônio Carlos Magalhães,
gostaria de esclarecer que eu era amigo do deputado Luís
Eduardo Magalhães. Por intermédio dele, conheci seus
familiares, ou seja, filhos, esposa, irmãos, mãe,
e, evidentemente, o senhor Antônio Carlos Magalhães.
No entanto, com a dolorosa e prematura morte do deputado, eu e os
demais amigos dele procuramos nos manter próximos a sua família,
como é natural em momentos como esse. Frequentemente vou
a Brasília, uma vez que lá, há quase 30 anos,
encontram-se implantados e em funcionamento o colégio, o
curso pré-vestibular e as faculdades do grupo Objetivo. É
também desta cidade que administro as demais escolas da instituição,
instaladas nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Quando
estou em Brasília, procuro, sempre que possível, fazer
companhia ao senador Antônio Carlos Magalhães. É
dessa mesma forma que procedo junto aos demais familiares dele,
quando vêm a São Paulo ou quando vou a Salvador; como,
por exemplo, recentemente, em que lá estive para ser padrinho
de casamento de Carolina Magalhães, filha do deputado e neta
do senador.
João Carlos Di Genio
São Paulo SP
Repudio
veementemente a insinuação lançada contra mim
pelo senhor Fábio Monteiro de Barros na reportagem O
empreiteiro abre o bico (ISTOÉ 1609) de que a rescisão
unilateral do contrato entre o Tribunal Regional do Trabalho (TRT)
da 2ª Região e a Incal Incorporações S.A.
teria sido consequência de uma visita do senador Antônio
Carlos Magalhães à obra abandonada do Fórum
Trabalhista da Barra Funda. Ao assumir a presidência do TRT
da 2ª Região no dia 15 de setembro de 1998, época
em que já havia inúmeras suspeitas sobre a construção
do Fórum mencionado bem como uma ação civil
pública ajuizada pelo Ministério Público Federal,
na qual o senhor Barros é réu, assinei ato destituindo
o ex-juiz Nicolau dos Santos Neto da presidência da Comissão
de Obras. Determinei, também, que a nova Comissão
de Obras que, a partir de fevereiro de 1999, passou a contar
com a presença do presidente da OAB-SP, dr. Rubens Approbato
Machado iniciasse um procedimento administrativo (GP 04/98)
para verificar a ocorrência de infrações contratuais
cometidas pela empresa, que justificassem a rescisão do contrato.
Em 25 de março de 1999, baseado no relatório da comissão
e em um laudo do Instituto Falcão Bauer que apurou inúmeras
irregularidades e discrepâncias entre o que fora contratado,
o que estava sendo realizado e os pagamentos já efetuados,
rescindi unilateralmente o contrato seguindo os estritos termos
da lei e os princípios do Direito Administrativo, inclusive,
com amplo direito de defesa à Incal S.A. Entendo não
ser necessário responder aos vários impropérios
lançados contra mim pelo entrevistado, pois o mesmo não
tem credibilidade, nem idoneidade, nem autoridade para me ofender.
Floriano Vaz da Silva Juiz Presidente do Tribunal Regional
do Trabalho da 2ª Região São Paulo – SP
Esse
senhor Fábio Monteiro de Barros é a cara do Brasil.
O jeito de falar é um desrespeito aos assinantes, que me
faz lembrar do modo como os nossos governantes nos desrespeitam.
Nunca li tanto palavrão. As pessoas que ele cita ainda mandam
nesse país e somente sairão de lá se o povo
escorraçá-las. No voto, hoje, não adianta.
São comprados antecipadamente, tem de ser à força.
Li a entrevista e senti pena das mães desses políticos
e dos cidadãos citados. Coitadas. Como devem sofrer ao ver
hospitais lotados, meninos sendo mortos nas ruas e nas Febens, escolas
desmontadas, Estados e municípios falidos, a Nação
numa situação pré-falimentar vendendo tudo
que tem e as delegacias de polícias proliferando. Devem sofrer
muito.
Alcebíades
Flavio da Silva
Porto Velho RO
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