CAPA
 ÍNDICE
 Exclusivo Online
 REPORTAGENS
 MULTIMÍDIA
 FOTO DA SEMANA
 ENSAIOS
 FOTOGRÁFICOS
 ISTOÉ CONFERE
 ARTIGOS
 ESTAÇÃO DA LUZ
 BATE-PAPO ÍNTEGRAS
 Editorias
 ARTES & ESPETÁCULOS
 BRASIL
 CIÊNCIA & TECNOLOGIA
 COMPORTAMENTO
 ECONOMIA & NEGÓCIOS
 EDUCAÇÃO
 ENTREVISTA
 INTERNACIONAL
 MEDICINA & BEM-ESTAR
 POLÍTICA
 Seções
 A SEMANA
 CARTAS
 DATAS
 EDITORIAL
 EM CARTAZ
 FAX BRASÍLIA
 GENTE
 SÉCULO 21
 VIVA BEM
 Busca
  Procure outras matérias
MEDICINA & BEM ESTAR
Beleza

Reforço suave

Novo creme promete eficiência, praticidade e menos agressão no combate às rugas

Lia Bock

Foto: Alex Soleto

A guerra contra o envelhecimento continua ganhando aliados cada vez mais sofisticados. São produtos que se destacam no arsenal da beleza e aumentam a esperança de quem quer lutar contra o tempo. O Ystheal é o mais novo lançamento que promete incrementar o combate contra as rugas. O creme está no mercado brasileiro há pouco mais de um mês, vem sendo estudado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e conquistou uma clientela fiel. “Estou achando fantástico, e olha que já experimentei milhares de cremes”, comenta a empresária Beatriz Goetter, 50 anos, de São Paulo. De tão satisfeita, ela está até alertando a filha, com 30 anos, para começar a usar. “Acho que com um creme desse desde cedo dá até para adiar a cirurgia plástica”, acredita.
O produto apresenta algumas vantagens realmente tentadoras. Sua substância ativa é o chamado retinaldeído, que oferece grande parte da vitamina A necessária para reativar o metabolismo celular e acelerar a renovação da epiderme. O efeito desse trabalho é um aspecto rejuvenescido para a pele. A diferença do Ystheal em relação ao ácido retinóico – substância também utilizada com a mesma finalidade de renovação celular – é que sua ação não traz efeitos colaterais, como o aparecimento de alergias. “O Ystheal se transforma em ácido retinóico quando já está dentro da célula. Por isso, os eventuais efeitos nocivos para a pele não existem”, explica a dermatologista Carla Pecora, do grupo de dermatologia cosmiátrica da Unifesp. Os pesquisadores da instituição paulista realizaram pesquisas e testes com o produto. Ela explica que as reações ocorridas dentro da célula transformam o retinaldeído em ácido retinóico.

Para o coordenador do grupo, Sérgio Talarico, a luta contra o envelhecimento começou com o ácido e o que se tenta agora é criar algo com a mesma eficácia, mas que apresente menos efeitos indesejados e que obrigue o consumidor a tomar cuidados paralelos, como ficar longe do sol, por exemplo. “Costumo dizer que todos os produtos querem ser um ácido retinóico quando crescer. Em relação ao Ystheal, ainda não existem resultados a longo prazo para analisarmos seu efeito, mas os resultados revelados até agora são ótimos”, analisa. A esteticista carioca Maria Teresa Kedi, 43 anos, suspendeu o tratamento com ácido retinóico por causa da gravidez. Começou a usar o Ystheal e não se arrepende. “Ele é mais adequado para o nosso clima tropical”, conta. Teresa está usando o produto há um mês, mas já observa mudanças na textura da pele. “É visível. Minha pele está mais viçosa, mas acho que é cedo para avaliar as ruguinhas”, pondera.

LEIA TAMBÉM


A guerra aos planos

Dieta nas vendas

Reforço suave

Um passeio
pelo corpo

Viagras naturais



 
ENQUETE 1

Você é monogâmico?
  Sim
Não
ENQUETE 2

É possível ter prazer
na monogamia?
Sim
Não
Às vezes
FÓRUM 1
O que você acha do comércio de cadáveres feito pelo IML do Paraná?

FÓRUM 2
Em Portugal agora o uso de drogas não é mais crime, é problema de saúde pública. O que você acha disso?
Leia em Artigos On Line
A política do avestruz


EDIÇÕES
ANTERIORES


ESPECIAIS

ASSINATURAS

EXPEDIENTE

PUBLICIDADE

FALE CONOSCO


ASSINE A
NEWSLETTER


 

| ISTOÉ ONLINE | DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | PLANETA | ÁGUA NA BOCA | EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE |
© Copyright 1996/2000 Editora Três