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Guerra aos planos - continuação

Cansados dos abusos cometidos pelos convênios, médicos e consumidores tentam virar o jogo

Juliane Zaché, Lena Castellón e Mônica Tarantino

No Mundo

EUA
O sistema público de saúde cobre as despesas de quem ganha até cerca de US$ 1,5 mil ( o limite varia de acordo com cada Estado). O cidadão pode ser atendido inclusive em hospitais privados que depois são reembolsados pelo governo. Dois terços dos americanos têm seguros - suas despesas são reembolsadas de acordo com o tipo de seguro escolhido - e planos de saúde. Quem ganha mais de US$ 1,5 mil e não tem seguro ou plano entra em um acordo com os hospitais, clínicas e laboratórios para pagar a conta de uma forma não prejudicial a ambas as partes

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Japão
A maioria das empresas e associações, como sindicatos, dá aos funcionários e associados, respectivamente, o seguro saúde. Para ganhar o benefício, eles contribuem com pequena parcela do salário.

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Inglaterra
Sistema similar aos dos EUA

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Argentina
O sistema é semelhante ao brasileiro, mas as companhias de seguro, que fornecem reembolso pelo atendimento, dominam o mercado

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Proteja-se
Cuidados importantes para escolher o seu plano de saúde

1) Leia atentamente todo o contrato e exija a cópia
2) Cheque nos órgãos de defesa do consumidor e na Agência Nacional de Saúde Suplementar se há denúncias contra a operadora
3) Certifique-se da cobertura das doenças pré-existentes e da garantia de tempo ilimitado de internação e número de consultas e exames
4) Não se esqueça de mencionar se você é ou não portador de alguma doença grave, como câncer ou Aids
5) Compare os documentos de uma empresa com outra
6) Se for necessário, peça ajuda para entender melhor o contrato, pois alguns deles podem ter armadilhas

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