CAPA
 ÍNDICE
 Exclusivo Online
 REPORTAGENS
 MULTIMÍDIA
 FOTO DA SEMANA
 ENSAIOS
 FOTOGRÁFICOS
 ISTOÉ CONFERE
 ARTIGOS
 ESTAÇÃO DA LUZ
 BATE-PAPO ÍNTEGRAS
 Editorias
 ARTES & ESPETÁCULOS
 BRASIL
 CIÊNCIA & TECNOLOGIA
 COMPORTAMENTO
 ECONOMIA & NEGÓCIOS
 EDUCAÇÃO
 ENTREVISTA
 INTERNACIONAL
 MEDICINA & BEM-ESTAR
 POLÍTICA
 Seções
 A SEMANA
 CARTAS
 DATAS
 EDITORIAL
 EM CARTAZ
 FAX BRASÍLIA
 GENTE
 SÉCULO 21
 VIVA BEM
 Busca
  Procure outras matérias
ARTES & ESPETÁCULOS
Música

No ritmo da invenção

Antologia de 20 CDs extraídos do acervo da Sony/Columbia resgata fase iluminada do jazz

João Marcos Coelho



Foto: Facely/Sipa Press
Trompete mágico em obras essenciais

Já está nas lojas a Jazz collection, imponente antologia de 20 CDs pinçados do riquíssimo acervo da Sony/Columbia. Ninguém precisa torcer o nariz porque são relançamentos. Quem se aventurar a ouvir alguns destes álbuns de primeira qualidade vai perceber a surpreendente atualidade de músicos como Thelonious Monk, Bill Evans, Miles Davis, Herbie Hancock e Wayne Shorter. O historiador Scott DeVeaux ressalta que enquanto as big bands e o estilo New Orleans soam sempre nostálgicos, o bebop tem sabor atual aos nossos ouvidos internéticos de passagem do milênio. É porque o ritmo constitui o núcleo da passagem do jazz como arte autenticamente popular para a condição de música de invenção. As gravações de músicos novos, entre eles os trompetistas Terence Blanchard e Wynton Marsalis, são verdadeiros exercícios de estilo, ou seja, tocam jazz com o distanciamento do músico clássico. E aí não entra nenhum juízo de valor, apenas a constatação. É assim que as melhores avaliações de cada um dos discos da coleção recaem sempre sobre os registros dos anos 50/60.

Para o consumidor, também conta a relação custo-benefício. Em vez das tradicionais e caríssimas caixas temáticas, a gravadora preferiu lançar os discos individualmente, remasterizados, acrescidos de faixas inéditas e takes desprezados. Entre as grandes obras, o álbum duplo Monk alone reúne tudo o que o pianista e compositor registrou em solo. São 37 faixas iluminadas, já que seu piano não tem paralelo, no jazz ou em qualquer gênero musical. Outro grande destaque é o trompete mágico de Miles Davis em quatro CDs-chave do jazz moderno: Sketches of Spain, Porgy and Bess, Miles ahead e Kind of blue. Ainda na categoria obras-primas entram Piano player, de Bill Evans; o duplo Ellington at Newport; o ótimo Mingus dinasty; e Lady in satin, penúltimo disco de Billie Holiday, de 1958, em que ela, com um fio de voz, consegue ser nada menos do que magistral e comovente.

 

LEIA TAMBÉM


Apocalipse now

A idade do ouro

No ritmo
da invenção

De olhos
bem abertos

Amor pela diferença



 
ENQUETE 1

Você é monogâmico?
  Sim
Não
ENQUETE 2

É possível ter prazer
na monogamia?
Sim
Não
Às vezes
FÓRUM 1
O que você acha do comércio de cadáveres feito pelo IML do Paraná?

FÓRUM 2
Em Portugal agora o uso de drogas não é mais crime, é problema de saúde pública. O que você acha disso?
Leia em Artigos On Line
A política do avestruz


EDIÇÕES
ANTERIORES


ESPECIAIS

ASSINATURAS

EXPEDIENTE

PUBLICIDADE

FALE CONOSCO


ASSINE A
NEWSLETTER


 

| ISTOÉ ONLINE | DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | PLANETA | ÁGUA NA BOCA | EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE |
© Copyright 1996/2000 Editora Três