CAPA
 ÍNDICE
 Exclusivo Online
 REPORTAGENS
 MULTIMÍDIA
 FOTO DA SEMANA
 ENSAIOS
 FOTOGRÁFICOS
 ISTOÉ CONFERE
 ARTIGOS
 ESTAÇÃO DA LUZ
 BATE-PAPO ÍNTEGRAS
 Editorias
 ARTES & ESPETÁCULOS
 BRASIL
 CIÊNCIA & TECNOLOGIA
 COMPORTAMENTO
 ECONOMIA & NEGÓCIOS
 EDUCAÇÃO
 ENTREVISTA
 INTERNACIONAL
 MEDICINA & BEM-ESTAR
 POLÍTICA
 Seções
 A SEMANA
 CARTAS
 DATAS
 EDITORIAL
 EM CARTAZ
 FAX BRASÍLIA
 GENTE
 SÉCULO 21
 VIVA BEM
 Busca
  Procure outras matérias
EM CARTAZ

Cinema


Foto: Divulagação

Vítima do horror moderno

Pânico 3 (cartaz nacional) – O diretor Wes Craven encerrou o pesadelo da cidadezinha de Woodsboro com chave de ouro. Desta vez, a diversão é ver os participantes “verdadeiros” das chacinas anteriores contracenarem com os atores escolhidos para representá-los em Stab 3 (Facada 3), um filme dentro do filme. Destinado a se tornar cult, Pânico 3 é uma deliciosa mistura de sustos e risadas na qual Sidney Prescott (Neve Campbell) se tornou a vítima mais cobiçada do horror moderno, desde os personagens de Jamie Lee Curtis nos anos 70. Mas agora, ela finalmente encontrou a tranquilidade. Todos os mistérios foram resolvidos, incluindo o principal deles que é a identidade do serial killer. Só o pintor norueguês Edvard Munch, autor da tela O grito – na qual os autores da fita se inspiraram para desenhar a famosa máscara - jamais vai se livrar da associação com esta trilogia trash. (L.C.)
Não perca

* Vive l’amour (em cartaz em São Paulo) – Mei-Mei (Yang Kuei-Mei) é uma corretora de imóveis que vive sozinha e mantém encontros amorosos num apartamento vazio. Ah-Jong (Chen Chao-Jung) é um jovem que ganha a vida como camelô, conhece Mei-Mei num shopping e lhe rouba a chave de casa; Hsiao-Kang (Lee Kang-Sheng) vende urnas funerárias, tem tendências suicidas, gosta de travestir-se e, para complicar, também tem uma chave do apartamento de Mei-Mei. Tais ingredientes resultariam corriqueiros no Ocidente. Mas sob a ótica do diretor da Malásia, Tsai Ming-Liang, assumem proporções insuportáveis na desesperançada Taipei, em Formosa, onde tradição e modernidade travam uma luta mortal. Vive l’amour – que lhe rendeu o Leão de Ouro na Mostra Internacional da Arte Cinematográfica de Veneza, em 1994 – é um pesadelo silencioso e altamente erótico. (L.C.)
Não perca

.............................................................................................

Arte

Colheita de uva: influência da pintura renascentista

Desvendando Pennacchi (Museu de Arte Brasileira da FAAP, São Paulo) – Natural de Villa Collemandina-Garfagnana, na Toscana, Itália, e formado pela Academia Real de Pintura de Lucca, Fulvio Pennacchi (1905-1992) foi profundamente marcado pelo esplendor da arte renascentista de Florença e redondezas. A herança visual é facilmente identificada nas cerca de 200 obras que compõem a atual exposição. Reunindo óleos, desenhos, afrescos, esculturas, móveis e especialmente cerâmicas, a mostra exibe trabalhos pouco conhecidos do artista, que se radicou no País em 1929. Participante do Grupo Santa Helena ao lado de Volpi, Rebolo e Bonadei, Pennacchi buscou retratar o homem interiorano em seu cotidiano e nas festas populares, inventando um Brasil quase toscano, como prova Cenas brasileiras, um óleo de 1966. Foi também um grande criador de obras sacras, em especial os santos de impressionante humanidade.
(I.C.)
Vale a pena

.............................................................................................

Teatro





As sereias da rive gauche
(Centro Cultural São Paulo, sala Jardel Filho, São Paulo) – Paris dos anos 20 era uma festa e ambiente propício para que um animado grupo de mulheres lésbicas, talentosas, provocadoras e provocantes impusessem um modo de vida boêmio e polêmico. Do grupo transgressor, sete personagens reais – entre elas a escritora Radclyffe Hall – renascem no palco paulistano, de terça a quinta-feira, como integrantes de um espetáculo assinado pela cantora e compositora Vange Leonel, que faz sua estréia na dramaturgia. Gay assumida como as mulheres que homenageia, Vange optou por retratar as figuras especiais pela ótica do amor. Embora a montagem guarde uma certa porção panfletária, o foco principal se estabelece em torno de paixões arrebatadoras. É neste círculo de desencontros que emerge Thelma Wood (interpretada com garra por Gina Tocchetto), uma mulher selvagem e apaixonante, que vai muito além de qualquer clichê sexual. (C.F.) Vale a pena

 

 
ENQUETE 1

O acesso à Internet será feito cada vez mais de lugares diferentes. Onde você gostaria de navegar?
  Carro
Celular
Geladeira
Televisão
Livro digital
  Parede da sala
ENQUETE 2

Você está contente com seu Plano de Saúde?
  Sim
Não
FÓRUM
A volta do dragão
A inflação está aí, em nossas portas. O que você faz para economizar seu dinheiro?


EDIÇÕES
ANTERIORES


ESPECIAIS

ASSINATURAS

EXPEDIENTE

PUBLICIDADE

FALE CONOSCO


ASSINE A
NEWSLETTER


 

| ISTOÉ ONLINE | DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | PLANETA | ÁGUA NA BOCA | EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE |
© Copyright 1996/2000 Editora Três