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Dor
de cabeça
Com relação à matéria de capa O
alívio do tormento(ISTOÉ 1604), gostaria de
parabenizar a revista pelo enfoque alternativo sempre presente nas
suas reportagens. Acrescento que existe na fitoterapia uma planta
reconhecidamente indicada para todos os tipos de dor de cabeça:
o Tanaceto, que atua como preventivo da cefaléia crônica
e ainda como coadjuvante no tratamento de artrite e reumatismo.
Também conhecido como feverfew, camomila gigante ou atanásia,
o Tanaceto ganhou, nos últimos anos, muita popularidade na
luta contra a enxaqueca, principalmente pela ausência de efeitos
colaterais e por se tratar de um medicamento natural.
Alessandra Barreto
Herbarium Laboratório
Assessora de Comunicação
Curitiba PR
Ótimo
o artigo sobre tratamentos da dor de cabeça. Apenas não
se falou que grande parte das dores se deve à má articulação
dentária, mesmo quando a pessoa tem um sorriso perfeito.
Na maior parte das vezes, as dores cessam com um ajuste oclusal
feito por dentista capacitado.
Vilson Zonta
Curitiba PR
Sofri
dores infernais que me acompanharam por boa parte da vida. Elas
me atormentaram até o aparecimento dos medicamentos modernos.
Dia 1º de julho completei seis meses sem este tormento, por
conta da combinacão de medicamentos indicada pelo meu médico.
Parabenizo a revista ISTOÉ pela excelente reportagem, que
com certeza ajudará milhares de pessoas a procurar um tratamento
correto.
Alex Ramos Pereira
Salvador BA
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Orlando Villas Bôas
Lindíssima a entrevista. Orlando Villas Bôas é
um homem que deveria não apenas ser considerado um herói
nacional, mas também ser recompensado à altura. Infelizmente,
os heróis nacionais brasileiros são relegados ao tratamento
humilhante dado a esse grande homem depois de prestar tão
precioso trabalho, do tipo que leva o Brasil ao Primeiro Mundo.
Como Villas Bôas, tantos outros acabam no esquecimento e inclusive
na pobreza. Apenas os Collors e os indivíduos de sua laia
continuam nas colunas sociais, flutuando no país das maravilhas,
onde apenas os corruptos e maus-caracteres conseguem ter sucesso,
na maior parte das vezes. Que sociedade burra e perversa! Parabéns
pela reportagem. O dono da história (ISTOÉ
1604).
Rosa Maria Lewellen
Washington EUA
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Dieta do além
À oportuna matéria publicada esta semana sob o título
A dieta do além (ISTOÉ 1604), gostaria
de acrescentar a experiência desagradável que tivemos
com esse grupo de farsantes, que de espiritualistas nada têm.
Eu, minha mãe e minhas duas irmãs tomamos conhecimento
desta dieta através de um amigo que conseguiu perder 40 quilos
em quatro meses e meio. Motivadas por tamanho sucesso nos inscrevemos
para assistir à palestra, sendo informadas de que deveríamos
levar R$ 120 cada uma, a título de doação.
Após uma espera de vários dias, finalmente aportamos
no local determinado para tal palestra. De pronto avistamos um automóvel
Tigra na garagem da casa. Embora desconfiadas, assistimos à
palestra, ouvimos as palavras agressivas e grosseiras do senhor
Alberto, pontuadas de erros gramaticais e incongruências espíritas.
Ainda assim, seduzidas pelo exemplo do amigo já então
magrinho, e tomadas por uma absoluta falta de bom senso, fizemos
a doação e voltamos para casa com diversas
recomendações absurdas, um papel com uma dieta maluca
e ameaças de sermos eliminadas por diversos motivos, caso
comentássemos com alguém, ou mesmo entre nós,
qualquer aspecto da dieta. Percebemos que havíamos caído
num golpe muito bem armado, pois efetivamente perde-se peso, mas
não em razão de qualquer ajuda espiritual e sim por
ser uma dieta rigorosa e bastante restritiva.
Rosana Maria Vicentini
São Paulo SP
Comecei
a fazer esta dieta há dois meses e obtive resultados ótimos,
não só em relação à perda de
peso, mas também com a qualidade de vida. Realmente, esse
regime conceituado como espírita tem defeitos,
como todos os outros. O mais grave é não ter um nutricionista
que assine o cardápio. Emagreci 20 quilos. Com certeza, não
foram entidades que me ajudaram a emagrecer, mas uma boa alma que
se interessou pelo meu sofrimento e me ensinou uma reeducação
alimentar seguida de caminhadas. Essa boa alma nunca me deu calmantes,
nem antidepressivos e muito menos inibidores de apetite.
Mônica Bellotto
São Paulo SP
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