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CARTAS

Gasolina

Ontem medicamentos adulterados, hoje combustível; qual será a próxima reportagem-denúncia que a revista fará? Pelo menos as denúncias estão aí. Falta nossas autoridades entrarem em ação e colocarem os responsáveis na cadeia. Parabéns, mais uma vez. “Tanque furado” (ISTOÉ 1602).
Isaac Soares de Lima
Maceió – AL

Gostaria de manifestar meu repúdio ao tremendo mau gosto demonstrado na elaboração da capa da última edição 1602, por estampar aquele inseto repulsivo para a imensa maioria da humanidade, ou seja, uma barata. Estou certa que essa opinião é partilhada por inúmeros leitores. É conhecido mundialmente o asco que esse inseto enseja. É evidente que a conotação da capa à matéria é exatamente passar a idéia de sujeira, etc. mas colocar uma barata na capa foi de extremo mau gosto.
Cecilia Nori
São Paulo – SP

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Zulu


Pobre de espírito o tal de Paulo Zulu. Na entrevista da ISTOÉ desta semana ele deixa claro que beleza não é mesmo sinal de inteligência. Além de pregar a explosão do Planalto, ele generaliza dizendo que além de demagogos, todos os políticos são ladrões. Por essas e outras, não seria justo e muito menos gentil classificá-lo de efeminado pelo simples fato de ser narcisista e gostar de exibir-se em desfiles de moda. Ao confessar que anula seu voto “há muito tempo”, ele não tem moral e nem condições para reclamar nada e de ninguém. Aulinhas de cidadania não lhe fariam nada mal. “Galã explosivo” (ISTOÉ 1602). Afanasio Jazadji Deputado estadual
São Paulo – SP

Realmente, Paulo Zulu é uma explosão de contradições e pouca inteligência... É isso que a tevê brasileira tem a oferecer?
Robson Abreu
Salvador – BA

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Jornada


O governo pretende reduzir a jornada de trabalho, mas isso é impossível, com tantos impostos. Para cada real que dou para o meu empregado, pago R$ 1, também, ao governo. Assim, um trabalhador que ganha salário mínimo me custa, na realidade, R$ 300. Se o governo diminuísse a imensa carga de impostos nas relações trabalhistas, tudo ficaria mais fácil. Seria possível reduzir as horas de trabalho e até aumentar os salários. O salário mínimo só é tão baixo porque o governo é inflexível em relação aos tributos. “Ócio produtivo” (ISTOÉ 1602).
Mário Annuza
Rio de Janeiro – RJ

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Reprodução

Excelente a reportagem. O tratamento sério do assunto certamente contribuirá para uma discussão adequada do tema, visando evitar erros em uma futura legislação. Colocar esses temas em discussão é fundamental para o exercício da cidadania. “Reprodução polêmica” (ISTOÉ 1602).
Thomaz Rafael Gollop Presidente da Soc. Bras. de Medicina Fetal São Paulo – SP

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Judiciário

O Poder Judiciário deveria ser um exemplo de lisura aos demais Poderes. No entanto, está sendo comprado ao aceitar gentilezas de empresas que têm processos a serem julgados por seus magistrados. Até quando a população brasileira será desrespeitada e prejudicada por homens públicos que trocam favores causando prejuízos aos cofres públicos e aumentando a miséria? “Togados voadores” (ISTOÉ 1602).
Mirna Machado
Guarulhos – SP

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CPI

Sobre a matéria “CPI de ninguém” (ISTOÉ 1602), quero esclarecer que: 1) Antes do tema ganhar publicidade, defendi a CPI do FAT em reunião da coordenação da bancada, que reúne 20 deputados, do total de 61. 2) Não poderia ter me recusado a assinar opedido da CPI porque não fui solicitado a assiná-lo. 3) No dia 8, procurado pela revista, informei que o meu gabinete entraria em contato com o deputado Avenzoar Arruda, autor do pedido de CPI, para que incluísse minha assinatura de apoio à proposta, formalizando o apoio que já havia expressado, o que foi feito. 4) Nunca comentei que a CPI só serviria à direita. Pelo contrário, colaborei com o deputado Avenzoar Arruda na busca de todas as informações necessárias para a fundamentação da CPI. O deputado Arruda confirmou que eu não fui procurado para assinar o pedido e que não me recusei a assiná-lo.
José Dirceu
Deputado federal
Brasília – DF

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Cartas para esta seção, com endereço, número do RG e telefone, devem ser remetidas para: Diretor de redação, ISTOÉ, Rua William Speers, 1.088, Lapa, São Paulo, CEP 05067-900. FAX: (11) 3611-7211. As cartas poderão ser editadas em razão do seu tamanho ou para facilitar a compreensão.
Correio eletrônico: istoe@zaz.com.br

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