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Uma família de morte Pistoleiro envolve vice de Patrícia Gomes na morte do tio prefeito que, em fita, acusa primos Adriane
Araújo - Fortaleza
Numa sala
apertada, no Fórum Clóvis Beviláqua, em Fortaleza,
diante de uma platéia atenta e policiais fortemente armados,
o pistoleiro Francisco de Assis Mendes Barbosa, o Pantico, causou um
rebuliço na semana passada, com o seu depoimento à Justiça.
Acusado de ter assassinado há dois anos o prefeito João
Jaime Ferreira Gomes, do município de Acaraú, norte do
Ceará, ele trouxe agora uma nova versão para o caso. Segundo
Pantico, quatro dias após a morte do prefeito, ele teria sido
sequestrado e coagido a assumir o crime, a mando de João Jaime
Andrade Marinho, chefe de Gabinete do governador Tasso Jereissati (PSDB)
e candidato a vice-prefeito na chapa da deputada Patrícia Gomes
(PPS), ex-mulher do ex-ministro da Fazenda, Ciro Gomes.
Pantico foi preso no Rio de Janeiro, em maio, no bairro de Jacarepaguá, quando voltava de uma vaquejada realizada no bairro de Xerém, em Duque de Caxias. Numa fuga cinematográfica, o pistoleiro saiu em alta velocidade, mas os policiais atiraram nos pneus e ele acabou batendo num poste. Do Rio, foi transferido para Fortaleza e preso no Instituto Presídio Professor Olavo Oliveira, sob cerrado esquema de segurança. Pantico vivia há mais de dois anos com identidade falsa. No tempo em que esteve foragido, diversificou sua atuação. Segundo a Polícia, além de crimes por encomenda, participava de assaltos a cargas e animais. Policiais teriam apurado também que o grupo de Pantico atua, além do Ceará, em Tocantins, Maranhão e Pará, com ramificações em Goiás, Piauí, Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Rio Grande do Norte. |
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