
Fitness .............................................................................................
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Interessante a matéria, só que deveria ter acrescentado
que personalidades foram assassinadas como o presidente Kennedy, nos
Estados Unidos, e o atentado que o papa sofreu. Não dá
para um acontecimento desse ser levado na esportiva como propõe
a matéria. *
As frases Há tempos é a banca internacional que
dá as cartas na política econômica e Wall
Street quer sangue refletem a opinião dos brasileiros que
vivem no Brasil cá de baixo. Explica, também, a privatização
dos bancos estaduais, o interesse em vender o Banespa,
o achatamento que sofre o Banco do Brasil preparando-o para a privatização,
o olho grande na Previ, o grande número de corretoras estrangeiras
usadas nas operações de câmbio e o patriotismo
dos srs. presidentes do Banco Central e do BNDES que, para presidirem
as autarquias, deixaram posições no Exterior onde recebiam
polpudos salários. Lamentavelmente os habitantes do Brasil lá
de cima, preocupados em cumprir os ditames do capital internacional,
ignoram e não ouvem a opinião do povo em virtude de não
utilizarem transporte coletivo, não frequentarem botequins nem
supermercados. .............................................................................................
ISTOÉ responde: A reportagem em nenhum momento afirma que Jorge Bornhausen é cotista da Artplan Prime, mas sim que uma filha e um sobrinho do senador são acionistas da empresa. ISTOÉ também não afirma que Bornhausen intercedeu em favor da citada agência. É o senador quem coloca essa questão em pauta. *
Com referência à matéria Negócio de
famílias (ISTOÉ 1600) sobre a participação
do Brasil na Feira de Hannover, na Alemanha, informo que não
participei de nenhum entendimento sobre a presença brasileira
naquele evento. Da mesma forma, não conheço pessoalmente
o filho do presidente Fernando Henrique, senhor Paulo Henrique Cardoso,
razão pela qual não teria por que manter qualquer contato
com ele, principalmente sobre assunto que desconhecia. ............................................................................................. Camaçari A falsa
fonte, o descuido na coleta da informação ou a fragilidade
moral podem levar o jornalista à leviandade e o seu veículo
à irresponsabilidade. Se o jornalista Leonel Rocha, para escrever
a matéria A farra de Camaçari (ISTOÉ
1600), tivesse me procurado, por certo seria atendido e verificaria
que minha relação com o município de Camaçari
é de natureza estritamente profissional, atende a um contrato
legitimamente firmado com a sociedade civil Escritório de Advocacia
Euberlândio Guimarães, segundo os moldes da lei de licitações
e não da amizade ou do compadrio, como expressa a matéria.
Sem jactância, os quase 20 anos de advocacia me legaram a experiência
e a competência necessárias à assunção
de grandes responsabilidades profissionais e advogar para o senador
Antônio Carlos Magalhães e para o ministro Waldeck Ornélas,
citados na matéria, me honra como honraria a qualquer banca de
advocacia. Informo que estou estabelecido profissionalmente na alameda
das Mongubas, nº 77, Caminho das Árvores, na cidade de Salvador,
para que, se um dia, o jornalista preocupar-se com a verdade, possa
me encontrar.
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