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Fitness

Vejo a atividade física como um dos medicamentos mais eficazes no combate e prevenção de doenças. Isso é comprovado diariamente através de pesquisas. Se as pessoas estão tomando consciência disso, ótimo, pois é popularizando o esporte ou qualquer outra prática esportiva que criaremos uma população saudável e preocupada com o seu bem-estar físico e mental. Não consigo relacionar a desconfiança de alguns médicos com relação a essa popularização, achando que o personal trainer poderia tornar-se menos criterioso por essa massificação esportiva. Qualquer profissional de educação física, bem qualificado, faz uma avaliação física em seu aluno, com questionários, na maioria das vezes elaborados por um médico, antes de iniciar um programa de atividade física. Essa desconfiança deixaria de existir se os médicos trabalhassem em conjunto com profissionais de educação física. Os médicos diagnosticando as doenças ou prescrevendo receitas e os professores elaborando os exercícios físicos, respeitando a individualidade de cada aluno. “Mais suor na camisa” (ISTOÉ 1600). Maria Helena Lopes dos Santos
Belém – PA

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Ovos e Wall Street


* Enquanto na Europa, nos Estados Unidos e mesmo em outros países, acontecimentos parecidos com o do ovo que o ministro Serra levou no rosto não causam tanta tensão e rebuliço, como a torta lançada contra o ex-diretor-presidente do FMI, Michel Camdessus, aqui um ovo é capaz de provocar a convocação do Exército para as ruas, como sugeriu ACM. É cômico e trágico ao mesmo tempo. Se a nossa democracia balança com ovo, imagine se o estudante tivesse jogado no ministro uma torta ou mesmo... uma pizza. “Afasta de mim esta torta” (ISTOÉ 1600).
Jaime Luiz L. Rodrigues
Rio Claro – SP

* Interessante a matéria, só que deveria ter acrescentado que personalidades foram assassinadas como o presidente Kennedy, nos Estados Unidos, e o atentado que o papa sofreu. Não dá para um acontecimento desse ser levado na esportiva como propõe a matéria.
Raimunda Guedes
Brasília – DF

* As frases “Há tempos é a banca internacional que dá as cartas na política econômica” e “Wall Street quer sangue” refletem a opinião dos brasileiros que vivem no Brasil cá de baixo. Explica, também, a “privatização dos bancos estaduais,” o interesse em “vender o Banespa”, o achatamento que sofre o Banco do Brasil preparando-o para a “privatização”, o olho grande na Previ, o grande número de corretoras estrangeiras usadas nas operações de câmbio e o “patriotismo” dos srs. presidentes do Banco Central e do BNDES que, para presidirem as autarquias, deixaram posições no Exterior onde recebiam polpudos salários. Lamentavelmente os habitantes do Brasil lá de cima, preocupados em cumprir os ditames do capital internacional, ignoram e não ouvem a opinião do povo em virtude de não utilizarem transporte coletivo, não frequentarem botequins nem supermercados.
Rui Xavier Assunção
Rio de Janeiro – RJ

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FHC

O nosso presidente será conhecido como o campeão de frases de efeito negativo em nossa história. Na seção “Frases” (ISTOÉ 1600), ele salienta que a economia vai bem. Que economia que vai bem? Só se for economia de esforço político, de salário mínimo, de saúde, de empregos, de atenção para os aposentados, de consideração para com os professores, etc.
Sylvio Fernando Aureo Ferreira
Goiânia – GO
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Feira de Hannover


* Tendo sido citado na reportagem “Negócio de famílias” (ISTOÉ 1600), cumpre dar aos leitores deste semanário os seguintes esclarecimentos: 1) não sou nem fui cotista da agência de publicidade “Artplan Prime”, que tem como sócia minha filha, Fernanda Maria Barreto Bornhausen Sá; 2) nunca fiz nenhum pedido ao ministro de Esportes e à diretoria da Embratur, em favor da citada agência que, por ter sido vencedora de licitação pública, mantém a conta de publicidade daquela autarquia. A empresa realiza, legalmente, o trabalho na “Feira de Hannover”, por ordem da Embratur, com base em parecer de sua Procuradoria Geral; 3) como embaixador do Brasil em Portugal, tive minha atuação elogiada pelo presidente da República e pelo ministro das Relações Exteriores. Tive, ainda, o reconhecimento dos bons serviços prestados às relações entre Brasil e Portugal pelo governo deste último país, que me condecorou duplamente. Em respeito a mais de um milhão de eleitores catarinenses que me reconduziram ao Senado em 1998, e aos 33 anos que dedico com correção e dignidade à vida pública, solicito a publicação na íntegra da presente carta.
Jorge Bornhausen
Senador da República
Brasília – DF

ISTOÉ responde: A reportagem em nenhum momento afirma que Jorge Bornhausen é cotista da Artplan Prime, mas sim que uma filha e um sobrinho do senador são acionistas da empresa. ISTOÉ também não afirma que Bornhausen intercedeu em favor da citada agência. É o senador quem coloca essa questão em pauta.

* Com referência à matéria “Negócio de famílias” (ISTOÉ 1600) sobre a participação do Brasil na Feira de Hannover, na Alemanha, informo que não participei de nenhum entendimento sobre a presença brasileira naquele evento. Da mesma forma, não conheço pessoalmente o filho do presidente Fernando Henrique, senhor Paulo Henrique Cardoso, razão pela qual não teria por que manter qualquer contato com ele, principalmente sobre assunto que desconhecia.
Rubem Medina
Deputado federal
Brasília – DF

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Camaçari

A falsa fonte, o descuido na coleta da informação ou a fragilidade moral podem levar o jornalista à leviandade e o seu veículo à irresponsabilidade. Se o jornalista Leonel Rocha, para escrever a matéria “A farra de Camaçari” (ISTOÉ 1600), tivesse me procurado, por certo seria atendido e verificaria que minha relação com o município de Camaçari é de natureza estritamente profissional, atende a um contrato legitimamente firmado com a sociedade civil Escritório de Advocacia Euberlândio Guimarães, segundo os moldes da lei de licitações e não da amizade ou do compadrio, como expressa a matéria. Sem jactância, os quase 20 anos de advocacia me legaram a experiência e a competência necessárias à assunção de grandes responsabilidades profissionais e advogar para o senador Antônio Carlos Magalhães e para o ministro Waldeck Ornélas, citados na matéria, me honra como honraria a qualquer banca de advocacia. Informo que estou estabelecido profissionalmente na alameda das Mongubas, nº 77, Caminho das Árvores, na cidade de Salvador, para que, se um dia, o jornalista preocupar-se com a verdade, possa me encontrar.
Euberlândio Guimarães
Salvador – BA


ISTOÉ responde
: O autor não nega nenhuma das informações da reportagem de ISTOÉ.

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Cartas para esta seção, com endereço, número do RG e telefone, devem ser remetidas para: Diretor de redação, ISTOÉ, Rua William Speers, 1.088, Lapa, São Paulo, CEP 05067-900. FAX: (11) 3611-7211. As cartas poderão ser editadas em razão do seu tamanho ou para facilitar a compreensão.
Correio eletrônico: istoe@zaz.com.br

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