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Extinção
ameaça a família dos primatas
O alerta
foi emitido por várias organizações conservacionistas:
mais de uma dúzia de espécies primatas está próxima
da extinção. É a conclusão de um levantamento
mundial que deixou vários cientistas atônitos. É
fato que nenhum primata foi extinto no século XX, ao contrário
de várias espécies de gatos, morcegos, insetos e pássaros
que desapareceram definitivamente. Mas o que parecia um triunfo
do trabalho conservacionista foi uma ilusão.
Os animais estão morrendo por vários motivos, principalmente
o corte das florestas e a caça. As estimativas dizem que 10%
das 608 espécies de primatas podem sumir de um dia para o outro.
Alô Ibama.
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Sob o domínio da tv
Tuvalu é uma pequena ilha do Pacífico. Abriga uma das mais pobres nações
do mundo, que tem o mesmo nome e vive basicamente do turismo eventual.
Sem querer, seus governantes descobriram agora uma forma de arrecadar
muito dinheiro sem fazer nenhum esforço. Como qualquer país, Tuvalu
tem o direito de usar uma sigla para que seus endereços na Internet
sejam reconhecidos como seus – no Brasil, por exemplo, todos terminam
com br. A de Tuvalu é tv. Só que essa sigla, que denota imediatamente
televisão, vale muito no mercado dos chamados domínios – os endereços
da rede. Já ofereceram US$ 50 milhões pelo direito temporário de uso.
Tuvalu, portanto, quer comercializá-la, mas está sendo impedida pela
organização mundial que controla o uso desses domínios e alega que só
o público da ilha pode usá-la. Como não existe um tribunal só para a
Internet, fica valendo a palavra da organização.
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O
rato ruge
O mouse, aquele aparelhinho que usa uma esfera para deslizar sobre um
tapetinho, irá finalmente produzir um benefício que pode diminuir o
grau de reclamações que pesam sobre ele. Um novo mouse, criado por uma
equipe de técnicos ingleses, ganhou um toque de vida. Quando seu usuário
o aperta demais ou várias vezes em seguida, o aparelhinho grita, emite
um chiado, alertando que aquilo está errado. A intenção de seus criadores
foi tirar do usuário o hábito e o perigo da chamada LER (lesão por esforço
repetitivo), um mal que prejudica as articulações da mão e do pulso
de muitas pessoas. Para um rato que sempre foi mudo, o avanço soa como
um rugido.
Por
Norton Godoy
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