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Preconceito

Parabéns a ISTOÉ pela reportagem em homenagem a Sandra Bréa. Infelizmente não posso dizer a mesma coisa em relação à Rede Globo, que paradoxalmente quase nada comentou sobre a trajetória, a luta e a coragem da atriz e, por outro lado, fez um grande estardalhaço com o nascimento da filha da Xuxa... Tudo isso revela o jogo de interesses que prevalece no controle pelo poder. Talvez não fosse conveniente revelar que uma bela atriz da Globo pudesse ter também o lado feio da vida, “a doença”... isso poderia desmistificar a beleza e mostrar que a vida não é somente sonho, mas também pesadelo. Parabéns ainda a Ney Latorraca por ser o que é, um ser digno que sabe o verdadeiro significado da palavra. “O vírus do preconceito” (ISTOÉ 1597).
Rosiris Guerra Inglese São Paulo – SP

* Não pude deixar de ler a reportagem sobre a morte da atriz Sandra Bréa, a qual me chocou muito. Sempre achei essa mulher uma vitoriosa. Gostaria de saber: quando os preconceitos irão acabar no nosso mundo?
Fabiana Cristina Lopes São Paulo – SP

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Justiça


O sr. Fernando da Costa Tourinho Neto é um dos poucos exemplos de juízes comprometidos com a justiça social que dignificam o Poder Judiciário brasileiro. Parabéns pela entrevista. “Onde não há produção” (ISTOÉ 1597).
Wanderlei Martins Ladislau Belém – PA

* Neste mar de lama do Judiciário, o juiz tem vida curta. Coragem e patriotismo é isso. E não ameaçar os sem-terra com o Exército.
João eiga Recife – PE

* Interessante a entrevista com o juiz. Seus pares e os que comandam o Brasil estão um século atrás. E ele, além de atual, vai além. Pelo menos 20 anos à frente de nosso tempo. Parabéns e tomara que desperte a Nação.
Guêgo Favetti Flórida – EUA

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Educação


Essa matéria infelizmente reflete o desleixo com que é tratada a educação no nosso país. Nem mesmo o espanto com que o ministro da Educação, Paulo Renato Souza, teve ao ver as palavras escritas pelos estudantes chega a comover, pois isso infelizmente não irá mudar a realidade do ensino público no Brasil. Espantaria sim se após ver tais “rabiscos” o ministro tomasse providências para que isso não ocorresse novamente, em vez de ficar nas salas com ar-condicionado da Esplanada dos Ministérios vendo que não muito longe dali as crianças são expostas a um sistema falido. Para ocorrer uma mudança radical na educação seria necessário que os governos federal, estadual e municipal se unissem em torno desse tema e o tratassem com o respeito que merece em vez de ficarem com o já tradicional jogo do empurra-empurra. Mais importante que dar aos alunos a possibilidade de estudar sem repetir de ano é proporcionar qualidade de ensino a eles. “Ensino reprovado” (ISTOÉ 1597).
Fernando Miazaki Aichi-Ken – Japão

* Quando li a frase do garoto Welton, juro que pensei que fosse romeno. Quando soube que o autor era um menino de 11 anos, da quarta série primária, tentando escrever em português, tive uma crise de choro, e só me perguntava: Meu Deus, que país é este?
João manuel Carvalho Maio São José dos Campos – SP

A reportagem chamou-nos particularmente a atenção. Somos professoras. O problema apresentado não nos causou estranheza. Convivemos com ele. Entretanto, consideramos a reportagem incompleta. Aponta o problema, mas não apresenta as causas. Identifica um único responsável para essa tragédia do ensino público do Brasil real: o professor. Isso nos leva à pergunta: os professores e os alunos são os únicos atores que se apresentam nesse palco tão pouco iluminado de nossas escolas públicas, despojadas das fantasias da mídia? Não aceitamos o comentário do ministro da Educação: “É o fracasso da escola. Temos de cobrar dos professores.” Temos de cobrar de muitos, principalmente daqueles que fazem tudo para ocultar essa realidade.
Ivanize Magalhães Fortaleza – CE
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Sem-terra


A revista ISTOÉ está de parabéns por tratar o MST de uma forma mais imparcial, ao contrário da revista Veja que chamou os sem-terra de baderneiros e não deu a devida importância às reivindicações dos trabalhadores, que, como toda a sociedade, estão saturados e fartos deste governo que a cada dia que passa leva este país ainda mais para o fundo do poço. “Hora da radicalização” (ISTOÉ 1597).
João da Guia P. da Silva São Luís – MA

Às portas do século XXI ficamos cada vez mais temerosos quanto ao “futuro” do Brasil. “...se precisar morrer, morre”, a frase de uma criança de oito anos nos alerta para o nosso trágico destino. E o pior, será “morta” pelos atos do governo e ações de “policiais” travestidos de bandidos ou seria o contrário?
Marcelo André F. de Oliveira Lins – SP

O que é que esses tais sem-terra têm feito para o Brasil além de nos envergonhar? Ficam andando de um lado para o outro só instigando confusão e cenas lamentáveis. E quando a polícia atua para impedir tumultos os PMs é que estão errados?
Eneida C. de Queiroz São Paulo – SP

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