Coração
Hoje, o Brasil lidera um dos maiores centros médicos do Primeiro
Mundo na área da cardiologia clínica ou cirúrgica. Quem não
se lembra bem pouco tempo atrás que para qualquer intervenção
mais complicada o caminho era Cleveland? Hoje, como médico
e paciente deste órgão tão nobre, não precisei me deslocar
para outros centros, coloquei minhas pontes e viadutos aqui
mesmo em Maceió. “Admirável coração novo” (ISTOÉ 1594).
Isaac Soares de Lima Maceió – AL
Em
nome do laboratório Searle que realiza pesquisas
constantes na área cardiovascular em todo o mundo ,
gostaria de parabenizar a revista ISTOÉ e, em especial,
a editoria de Saúde pela qualidade da reportagem de
capa sobre os avanços no tratamento dos problemas cardiovasculares.
Iniciativas como esta são muito importantes para que
os leitores tomem conhecimento das vitórias conquistadas
por essa área, uma das mais complexas da medicina,
nos últimos anos. Sem se valer de sensacionalismo,
o que pode causar temor ou euforia desnecessários entre
as pessoas, a reportagem revelou os avanços no campo
cirúrgico, na terapêutica e na prevenção
e avaliação dos riscos de doença cardíaca
de maneira isenta, como deve ocorrer sempre que o tema saúde
é abordado.
Eduardo Tarragô
Gerente da área cardiovascular
Searle do Brasil
São Paulo SP
Eduardo
Cruz
A entrevista “Religião é um perigo” (ISTOÉ
1594), com o professor Eduardo Cruz, está ótima, veio a calhar
com o momento que vivemos atualmente no Brasil e no mundo.
Os exemplos estão por toda parte, de oportunistas cínicos,
mal-intencionados, que pretendem enganar a consciência de
todos e de qualquer um, em busca de níqueis, conseguidos através
de ofertas e dízimos. A maioria das pessoas que contribuem
é carente, de poucos recursos, que se ilude com esses aproveitadores.
José Gilmar L. de Carvalho Açailândia – MA
Pesquisa
A
reportagem “Reprovados” (ISTOÉ 1594) consigna resultados inquietantes,
revelando a total falta de credibilidade dos órgãos governamentais.
Pondero, todavia, dedicado às coisas da Justiça durante toda
a minha vida, que a enquete sobre o Poder Judiciário exige
uma prévia orientação do entrevistado, pois a imensa maioria
do povo confunde polícia ( Poder Executivo), elaboração de
leis (Poder Legislativo), como funções subordinadas ao Judiciário.
A morosidade da Justiça é fruto exclusivo da lei do processo,
elaborada por um parlamento onde um povo, cuja imensa maioria
é composta por remediados, pobres e miseráveis, é representado
por parlamentares cuja imensa maioria é integrada por banqueiros,
latifundiários, empresários e outros próceres da minoria dominante.
Homero Benedicto Ottoni Netto Redenção da Serra – SP
A
imprensa denunciou a participação de FHC na corrupção do Plano
Real às vésperas da eleição presidencial. Elegeram FHC. A
imprensa voltou a denunciar o presidente por comprar votos
para a aprovação da reeleição. Reelegeram FHC. Agora todos
se dizem indignados com os governantes atuais. Será que o
povo aprova a corrupção ou se deixa corromper na hora de ir
às urnas?
Bruno Tillmann Camara Ribeiro Rio de Janeiro – RJ
Corrupção
Conseguiremos
diminuir a corrupção se cada um de nós esquecer a “Lei de
Gérson” e olhar com mais atenção a realidade e a miséria à
nossa volta. Precisamos nos politizar, o que não necessariamente
significa pedir votos ou participar de comícios, e sim nos
informar do que acontece no nosso país, no nosso Estado e
na nossa cidade. É nossa culpa, individual e coletiva, a atual
fase do País. “Corrupção mata” (ISTOÉ 1594).
Márcio Bethônico Macedo Belo Horizonte – MG
Para
quem ainda não entendeu o mal que a corrupção generalizada
faz a um país que leia a esclarecedora entrevista do professor,
na qual ele mostra bem seus “efeitos colaterais”. Se roubar
o País fosse apenas um ato isolado, bastava então dizer que
o caso é de polícia. Mas a prática desse ato, como bem explica
ele, é o mesmo que desviar a verba de um setor para outro
(no caso, para os bolsos desses não patriotas)... sem retorno.
Daí porque existem ferrenhos defensores de que o salário mínimo
pode ser aumentado a partir da punição desses gatunos, pondo
fim à corrupção. Como se fosse fácil fazer isso neste país
já tão viciado. Mas uma coisa é certa: que dá para extirpar
grande parte desse cancro, lá isso dá.
Silvio Sam São Paulo – SP
Congresso
A
matéria mostra um retrato de nossos políticos. De um modo
geral, hoje eles sobrevivem de chantagem ou de corrupção.
No caso dos dois “coronéis brigões”, ficou evidente que chantagem
é o forte entre eles. Senão, como explicar a existência de
uma coletânea de acusações de irregularidades, do porte apresentado
por “suas excelências”, em tão pouco tempo? Até o dia anterior,
eram aliados. De repente, “sacam” do colete um calhamaço de
acusações. “Faroeste caboclo” (ISTOÉ 1594).
Deuslene da Silva Andrade Natal – RN
Parece
que não é só a polícia do Rio que tem a chamada “banda podre”:
pelo espetáculo dantesco protagonizado no Senado por ACM e
Jader Barbalho parece que lá também seria o caso de uma CPI
do Senado, já que as denúncias são gravíssimas e têm de ser
apuradas. O cidadão podia ter sido poupado daquelas cenas
patéticas envolvendo esses dois senadores. Quem sintonizasse
a TV Senado naquele momento até teria a impressão de ter sintonizado
algum desses programas que têm as “pegadinhas”. Aquele festival
de baixarias parecia tudo, menos o plenário do Senado da República.
Daniel R. Machado de Ávila Porto Alegre – RS
Pitta
Toda
semana começo meu domingo mais otimista. Ao ler ISTOÉ, sempre
deparo com ao menos uma notícia bomba que evidencia a podridão
na qual uma significativa porção de nossos políticos está
metida. A reportagem “O Xadrez de Pitta” (ISTOÉ 1594) foi
mais uma delas. Será que nossos políticos só funcionam na
base “da pressão”? Continuem a denunciar esses escândalos
para que não tenhamos mais pizzas a caminho.
Andre Skowronski Rio de Janeiro – RJ
Embora
publicada no condicional, e acrescendo o meu depoimento, ao
conceder-lhes a entrevista na última quinta-feira, venho através
desta protestar quanto à diagramação da página dupla, onde
Vossas Senhorias colocam jocosamente as fotos dos vereadores
sobre uma “pizza”, com o título “Como São Paulo foi repartida”
(ISTOÉ 1592). A colocação da minha foto num suposto pedaço
da tal “pizza”, com citações sobre cemitérios, é um grande
equívoco, pois jamais tive qualquer ligação ou interferência
no serviço funerário ou de qualquer outro órgão da administração
pública de nossa capital. Posto isso, com a devida vênia,
e com base na Lei de Imprensa, solicito que seja feita a devida
retificação na próxima edição desta prestigiosa revista.
Osvaldo Enéas Vereador São Paulo – SP
Surpreso
e, por que não dizer, entristecido com a inclusão de meu nome
e fotografia na reportagem “Novos indícios” (ISTOÉ 1592),
destaco e esclareço que: 1) Após 20 anos de exercício do mandato
de deputado estadual por São Paulo, deixei a Assembléia Legislativa
em 15 de março de 1999, há mais de um ano, portanto; 2) Cumpri
cinco mandatos pelos votos do povo paulista e sempre trabalhei
voltado para os interesses populares, o que me ensejou a possibilidade
de exibir currículo anexo, que ostento com muito orgulho;
3) Minha nomeação para o cargo de diretor do Departamento
de Cemitérios do Serviço Funerário do Município de São Paulo
decorreu do fato de que a função exige nível universitário,
preferencialmente o de engenheiro civil, uma vez que tal cargo
é responsável pelo Departamento de Engenharia dos Cemitérios.
Aceitei esse trabalho, pois tenho certeza de possuir condições
de continuar prestando serviços à coletividade; 4) Insisto
em ressaltar que minha indicação não é advinda de partidos
políticos ou de algum político. Tenho consciência tranquila
de cidadão e de homem público.
Sylvio Martini São Paulo – SP
continua
na próxima página
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