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A SEMANA

Lena, a Madonna brasileira

Foto:Divulgação

A carioca Lena Braga é sósia perfeita da cantora Madonna. Tão perfeita que foi contratada para interpretar o papel de dublê da pop-star durante o tempo em que ela estiver grávida. A brasileira (na foto, com o cabelereiro Flavio Priscot que deixou os seus cabelos iguais aos de Madonna) ajudará a cantora a despistar os fãs e a imprensa nos próximos sete meses. Lena, que embarca na segunda-feira 11 para Londres, falou a ISTOÉ.
ISTOÉ – Quanto vai ganhar?
Lena – Não revelo. Mas vai dar para comprar um cantinho para mim e ser feliz.
ISTOÉ – Já a conhece pessoalmente?
Lena – Muito pouco. Em 1993, quando ela veio ao Brasil, trabalhei para a sua produção.
ISTOÉ – Não se preocupa em ser sempre associada a outra pessoa?
Lena – Já tive que tomar remédio e fazer terapia. Agora estou bem. Nasci para isso, sou predestinada.

Um centavo vira R$ 27 mil

Os empresários paulistanos Aldary Bacchetto e Sérgio Bono eram donos da empresa Balfer Comércio e Indústria de Aço e Equipamentos LTDA sediada em Salvador. A empresa fechou em 1985 e hoje os dois sócios vivem em São Paulo. Nesse mês Aldary recebeu em sua residência um oficial de Justiça. Para a sua surpresa ele viera cobrar uma dívida de R$ 27.413,77 referente ao resíduo de uma parcela do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do mês de março de 1983. No pagamento do imposto ficou faltando o equivalente hoje a R$ 0,01, que acrescidos de juros, correção, multa e honorários atingiu o valor cobrado agora pela Justiça da Bahia. O advogado Eduardo Gonzalez (foto), que está contestando a carta precatória, argumenta que o período legal de cobrança previsto na Lei de Execuções Fiscais é de cinco anos e portanto já prescreveu. “Um centavo virar 27 mil é absurdo. Isso não existe”, diz Gonzalez. Aldary Bacchetto falou a ISTOÉ.

ISTOÉ – Como o sr. recebeu a notícia?
Aldary – Fiquei alarmado. Um negócio de 17 anos atrás. Não entendo por que não nos comunicaram antes.

Marido de aluguel

Uma novidade tem invadido os lares de Nova York (EUA): o aluguel de maridos. As americanas não têm hesitado em contratar os serviços da rede de agências Rent a Husband (Alugue um Marido) para o desempenho de tarefas diárias. Tarefas domésticas, diga-se. A empresa oferece homens capacitados para trocar lâmpadas, consertar chuveiros, goteiras, telhados e tudo o que o dono ou a dona de casa não têm tempo ou talento para fazer. Preço: US$ 25 por hora. Para driblar as cantadas do público feminino (que são muitas), os funcionários trazem na ponta da língua uma resposta bem-humorada: “Here for the money, not for the honey” (Estou aqui pelo dinheiro, não pelo prazer).

É proibido fazer xixi em pé

Os proprietários de um condomínio da cidade alemã de Radeburg distribuíram um comunicado aos seus inquilinos orientando os homens a não urinarem em pé. Eles alegam que os moradores muitas vezes deixam que o xixi caia para fora do vaso e a acidez da urina estaria danificando os aparelhos de calefação instalados próximo ao vaso sanitário. O comunicado causou indignação. “Não vou permitir que ninguém me diga como devo cuidar dos meus próprios assuntos”, disse o coveiro Juergen Galler.

Faxina no topo do mundo

Nove alpinistas americanos irão escalar as encostas do Everest (Nepal) ainda nesse mês com uma missão ecológica: trazer de volta o lixo deixado na montanha por outros alpinistas. A equipe é liderada pelo ambientalista Bob Hoffman, que fará a sua quarta expedição-faxina ao pico. Em 1998, em sua última escalada, Hoffman retirou do Everest 226 tubos de oxigênio, 300 tanques de combustível e 500 baterias. “Minha equipe trouxe da montanha quase 1,5 mil quilos de lixo e ainda tinha muita coisa por lá”, diz Hoffman

As bizarras leis de Dom Joaquim

A Câmara Municipal da cidade mineira de Dom Joaquim aprovou um Código de Posturas para melhorar a qualidade de vida de seus cinco mil moradores. A lei reúne 172 artigos, entre eles alguns bizarros, como a proibição da criação de aves em casa e as multas (valor não definido) para quem tiver formigueiros no quintal ou for flagrado “atirando água ou outra substância nos transeuntes”. Os moradores não estão gostando nada, mas o prefeito Roberto Robson Simões ficou satisfeito com a aprovação das medidas. Ele falou a ISTOÉ.

ISTOÉ – Por que foi criado o Código?
Simões – Na verdade, estamos modernizando o antigo Código, que vigora desde 1939.

ISTOÉ – É moderno?

Simões – Ele é muito útil para manter a ordem.

ISTOÉ – Por que proibir a criação de aves?
Simões – Se um morador tem muitas galinhas vai causar mau cheiro. Incomoda a vizinhança. Assim como o formigueiro, que pode destruir a horta de um morador vizinho.

Copyright 1996/2000 Editora Três



 

 

 

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