Pitta
Mais uma vez a ISTOÉ presta um serviço inestimável para a
população ao divulgar abertamente esta vergonha que é a lista
da mesada dos vereadores que emporcalham a Câmara Municipal
de São Paulo. Para que isto fique definitivamente esclarecido,
falta agora encontrar um novo Eriberto França – e eu acredito,
piamente, que ele aparecerá, através da ISTOÉ. “Novos indícios”
(ISTOÉ 1593).
Rafael Ferrari São Paulo – SP.
Como
seria maravilhoso se o Brasil tivesse centenas de Nicéas.
Olhe onde está o rombo de nossa dívida. Precisamos punir e
pedir a devolução desse dinheiro, ainda é cedo para recuperar
este país... basta querer.
Luiz Wellington Crato – CE
A
reportagem que a revista ISTOÉ traz esta semana sobre a máfia
da cidade de São Paulo está bem documentada e é caso puramente
de polícia. Não há mais provas para que possamos indiciá-los.
Aliás, onde anda a Receita Federal com toda a documentação
cabível?
Isaac Soares de Lima Maceió – AL
Com
relação à matéria “Como São Paulo foi repartida” (ISTOÉ 1593),
na qual o Partido Liberal é indicado como responsável pelo
Serviço Funerário da prefeitura, tenho a informar que o PL
não mantém qualquer influência naquele órgão. O cargo do ex-deputado
Silvio Martini na diretoria não se deve à indicação do partido,
ou da bancada de deputados estaduais ou, ao que se saiba,
de vereadores de nossa legenda. Lamento profundamente, e repudio,
a vinculação de nosso partido, e particularmente a minha,
com qualquer acusação ou investigação que esteja sendo promovida
pelas autoridades competentes, como se depreende da referida
matéria jornalística. Marcos Cintra Deputado federal
Presidente regional do PL/SP Brasília – DF
ISTOÉ
responde: Em nenhum momento a reportagem diz que o ex-deputado
Silvio Martini fora indicado pelo PL. O que a reportagem assegura
é que membros do partido estão sob investigação do Ministério
Público e da Polícia Civil. Delegados da “Força Tarefa” trabalham
num inquérito que apura a possível participação desses políticos
no esquema de corrupção do Serviço Funerário.
Marta
Suplicy
Ótima
entrevista com Marta Suplicy. Como ex-morador de São Paulo
sei que o povo não aguenta mais a sujeira política e o descaso
com a limpeza e a ultraviolência da cidade. “Um alerta geral”
(ISTOÉ 1593).
Claudio Luiz O. Santos Curitiba – PR
Na
entrevista Marta diz que é possível aumentar a arrecadação
do município incentivando as pessoas a trocarem notas fiscais
por ingressos de cinema e teatro “a exemplo do que foi feito
em Pernambuco”. Na realidade, com o programa “Todos com a
nota”, a troca era feita por ingressos para jogos de futebol.
Ingressos de cinema e teatro? Acho que o Brasil ainda não
atingiu esse nível. Trocar por cesta básica talvez desse mais
resultado. Outra coisa que a candidata não deve ter percebido
é que o pentagrama, ou estrela de cinco pontas, símbolo da
campanha petista, é também um símbolo do ocultismo. Coisas
da magia negra, satanás e que tais...Será que não dá pra trocar?
Jeziel Carvalho Recife – PE
Com
Marta Suplicy ou Erundina São Paulo estará bem servida, livre
dos excrementos que desonraram a administração municipal,
desde que os eleitores assegurem a uma ou a outra escolhida
a maioria no Legislativo votando para vereador no pretendente
vinculado à candidata de sua preferência.
Oswaldo Catan São Paulo – SP
Trote
Depois
ficam reclamando de vandalismo neste país. Não vi muita diferença
com essa brincadeira numa reunião ministerial... e com o presidente
presente, onde se discute os rumos desta nação. Parece que
só mesmo o brasileiro ainda não sabe que brincadeira tem hora
e FHC tinha mesmo de ficar de mau humor. E olha que não sou
chato. “Um certo dr. Gallo” (ISTOÉ 1593).
Silvio Sam São Paulo – SP
Como
cidadão brasileiro, contribuinte e provedor dos salários felpudos
que recebem estes deputados, senadores e ministros, recuso-me
a acreditar que eles percam o pouco tempo que permanecem em
Brasília para dedicarem-se a esse tipo de brincadeira, típica
de pessoas irresponsáveis e desocupadas. Definitivamente,
o que o Brasil precisa é de gente séria no comando.
José Francisco de Moraes Pereira Maracaju – MS
Câncer
Achamos
interessante a matéria, por vermos na nossa prática o bom
resultado das terapias alternativas. Somos psicólogas de clínica-hospitalar
e trabalhamos com terapia floral e terapia regressiva e com
um grupo de apoio para mulheres com diagnóstico de câncer
de mama, onde elas encontram apoio e estratégias saudáveis
para enfrentar a doença, com benefícios que podem se ampliar
para o corpo, fortalecendo a resistência e melhorando a recuperação.
“Um novo caminho” (ISTOÉ 1593).
Tania Marcia Barbosa Belo Horizonte – MG
Estou
vivenciando esta experiência de câncer através do meu filho
Gustavo de dez anos, que retirou dois tumores linfáticos do
intestino. Graças a Deus que foi a tempo, pois não ocorreram
metástases. A medula estava limpinha e ele está acabando o
tratamento quimioterápico este mês. Além do tratamento convencional,
procuramos ajuda na homeopatia, que com certeza foi decisiva
na cura dele. Portanto, gostaria de deixar o meu apelo para
que vocês aprofundem mais sobre a questão de tratamentos alternativos.
E não adianta só tratar do paciente, pois essa doença é uma
doença da família. Todos temos que nos tratar de algum jeito,
o que é fundamental para a cura.
Margoreth Demarchi Curitiba – PR
Genética
É
muito bom saber que nós, brasileiros, ainda estamos preocupados
em descobrir quem são nossos antepassados, até mesmo para
entender melhor nossas atitudes. Parabéns para toda a equipe
responsável pela pesquisa realizada na Universidade Federal
de Minas Gerais. “Pé na taba” (ISTOÉ 1593).
Marco Túlio Rodrigues Pires Belo Horizonte – MG
Barrichello
A
reportagem feita sobre o Rubinho na Ferrari com certeza foi
lida em todo o País com muita alegria, mas aos poucos a mídia
está deixando de lado Pedro Paulo Diniz e Ricardo Zonta. Estão
fazendo apenas o nome do Rubinho por estar numa equipe de
ponta, esquecendo que há outros dois ótimos pilotos que precisam
ter seu nome divulgado. ‘’A Pátria de Ferrari’’ (ISTOÉ 1591).
Rodrigo Sueki de Andrade Curitiba – PR
continua
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